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Troca de informações com médiuns de incorporação.


Graciela
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Gostaria de trocar relatos e tirar dúvidas sobre trabalhos mediúnicos em CE.

Sou médium de Psicofonia e psicografia. Tenho um pouco de vidência, vejo às vezes alguns espíritos, mas em 'flashes', aparece, as vezes fluidos, as vezes com aparência bem nítida. Mas Acabo me assustando, pois a visão vem do nada...

Alguém que tenha vidência pode me explicar como funciona para vocês?

Na incorporação, perco o controle de todo meu corpo e sinto todas as dores que o perispírito do desencarnado ainda traz consigo, principalmente os suicidas. Sei que com cada um é diferente, mas gostaria de trocar informações sobre isso.

Acho que conhecimento e troca de experiências podem ajudar.

Abraços

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  • 2 weeks later...

Olá Graciela!

Tudo bem?

Sobre a troca de experiências mediúnicas eu não posso lhe ajudar, pois minha mediunidade é quase zero e/ou imperceptível.

Sobre a falta de controle durante as incorporação, já que você já está trabalhando em um CE, procure verificar com eles grupos de estudos para sua tentar educar e ter maior controle sobre sua mediunidade de incorporação, pois isso é uma questão de estudo mesmo.

Grande abraço e muita luz!

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Olá Alisson!

Então, eu fiz 2 anos e meio de cursos no CE que frequento, porém os módulos de estudo da Mediunidade, incluindo as práticas estão no 3º e 4º ano.

Eu fiz os módulos: Preparatório, Básico 1 e metade do Básico 2. Preciso fazer o Básico 2 inteiro e no ano seguinte ir para o Mediúnico 1 e posteriormente o Mediúnico 2.

Na verdade durante esses módulos, você descobre que tipo de mediunidade tem mais aflorada (acho que no meu caso, nada.... rsrs), estuda e trabalha para saber controlá-la.

Até onde sei, no curso não há um desenvolvimento forçado de mediunidades que você não possua.

Li que você tem interesse em estudar os cursos do Espiritismo, então qualquer dúvida a mais que tenha e que eu possa ajudar, estou à disposição! ;)

Abraço e muita luz!

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Interessante isso. O Espiritismo não "força" mediunidades não existentes, mas existem técnicas, usadas fora do Espiritismo, que podem despertar habilidades como clarividência e clariaudiência.

Diferentes doutrinas, diferentes visões, diferentes filosofias. Acho bacana. Eu estou realmente disposto a ter algum tipo de contato mais direto com o mundo espiritual. Assim venço o meu ceticismo de vez!

E pode deixar, se tiver dúvidas, te pergunto. :)

Abraço!!!

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Jonas,

em primeiro, obrigado por responder.

Eu tive um bom tempo de preparação e estudo e trabalho efetivamente na mesa a mais de 1 ano. Tenho controle em termos de permitir a incorporação ou não. A vidência, sempre tive desde criança e essa realmente não sei como controlar, acho que talvez basta deixar rolar e tentar deixar o medo de lado.

Mas quanto a incorporação, é muito diferente de outros médiuns de psicofonia.

No começo do mês passado, incorporei um suicida que morreu enforcado e estava obsediando uma irmã encarnada. Ela estava de uma maneira que não conseguia mais falar.

Como eu trabalho no dia da cura, ela passou por tratamento na maca e o espírito incorporou em mim. Ele não conseguiu falar pois ainda sentia a corda no pescoço e eu durante o processo fiquei sem ar a ponto de ficar sem voz no final, com uma dor indescritível (que sumiu após o final do serviço). Claro que não houve comunicação efetiva, ele só balbuciava. Questionei o presidente do centro sobre isso e o porquê um espírito que não se comunica incorporar um médium se não há comunicação, correto?

Ele me disse que por eu ter este tipo de mediunidade , permiti que ele sentisse suas dores, pois o obsédio o estava aliviando (e prejudicando nossa irmã) e com o tempo e ajuda dos dialogadores ele iria acordar para sua realidade e se afastar de nossa irmã.

Semana passada, depois de eu postar esta dúvida, recebi ele novamente e com ajuda dos dialogadores ele 'tirou' a corda do pescoço e respirou. E nossa irmã também já esta em processo de melhora.

Eu realmente concordo sobre o controle, foi algo que sempre tentei trabalhar. Mas quanto ao controle total do corpo, não consigo de outra maneira. Acho que isso permite que o espírito tenha a opção de psicografar também, pois eu não lembro o que foi escrito após a incorporação.

O dirigente do meu centro tem o mesmo tipo de mediunidade, mas parece que médiuns não trocam informações entre si, parece um pacto....sinto necessidade disso.

Recebi as explicações sobre o ocorrido, o que ele falou realmente procedeu, mas gostaria de trocar experiência com alguém quee tenha o trabalho parecido.

Você trabalha em centro destinado a cura? Como funciona o trabalho de vocês?

E desculpe o longo relato, além de médum sou mulher....falo muuuuito.... :oops:

Abraço

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Olá Graciela!

Não precisa se desculpar por nada, não... Estamos aqui para trocarmos experiências mesmo!

Agora entendi melhor o seu caso... Eu imaginei que você não tinha controle nenhum sobre a incorporação, o que se dá através dos estudos e práticas mesmo.... Claro que tudo isso que lhe falo, é baseado apenas em teorias que eu já estudei e no testemunho de pessoas que já vi não terem controle nenhum sobre a incorporação e após ter estudado, conseguiram controlar e não incorporar em qualquer lugar e barrar algumas coisas que os Espíritos queriam falar (coisas inapropriadas como palavrões, etc).

Mas realmente, no seu caso seria legal a troca de experiências com pessoas que tenham o mesmo tipo de mediunidade, o que não é meu caso.

Eu por enquanto só frequento um Centro Espírita que possui além das palestras ao público, tratamento Espiritual em geral (desobsessão, orientação, etc), cursos, biblioteca e livraria.

Eu estou querendo trabalhar nesse Centro e estou passando por uma avaliação espiritual a qual passarei por uma espécie de tratamento por 6 semanas e na 7ª, farei a avaliação final para saber se espiritualmente estou em condições de trabalhar lá.

Ainda não sei o que eu farei, pois creio que mediunicamente sou quase zerado... Provavelmente farei algum trabalho em áreas que não se necessite de mediunidade. Qualquer função para mim estará de bom tamanho.

Grande abraço!

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Mas, segundo os espíritas, todos possuem mediunidade, não? Creio que deve ser o caso de trabalhar isso para que a mediunidade da pessoa se manifeste.

Pelo que tenho lido em livros espíritas, esse "tratamento" é feito com a ajuda dos espíritos, mas não basta querer, a pessoa tem que estar em boas condições morais e espirituais para isso.

E ainda tem as técnicas aqui. :)

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Oi Alisson!

Exato, todos possuímos em graus e tipos diferentes....Por isso, eu comentei que eu sou "quase zerado", pois meu grau de mediunidade é praticamente imperceptível. É possível sim aumentar a nossa sensibilidade, através de circulações de energia, por exemplo...

Mas cada um terá a dificuldade e/ou facilidade peculiar a si mesmo e de acordo com uma possível ajuda espiritual.

A questão da moral e conduta dos médiuns é fundamental, pois pelo que já troquei de experiências com médiuns que trabalham em CE, no momento que você vai doutrinar um espírito, por exemplo, se você o aconselhar a tomar determinadas atitudes que nem você faz, ele joga na sua cara na hora.... É como aqui na Terra, se você recebe um conselho de alguém que não faz aquilo que aconselha, qual é o crédito que você dá ao conselho da pessoa?

Sem contar que atraímos aquilo que somos. Logo, se sua conduta não for legal, terá companias espirituais não muito elevadas e com isso, sendo médium ostensivo, pode sofrer mais do que uma pessoa com mediunidade em menor grau (como eu).

Abraços e muita luz!

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Oi graci.Sou medium psicofonico e meia boca em desdobramento e clarevidencia,rsrsrs.O caso de eu ver espíritos são raros,eu trabalhei p/cortar um pouco essa mediunidade porque estavam vindo espíritos de baixo calão p/me assediar e isso estava me atrapalhando profissionalmente e moralmente tb.Eu acho que só um tipo de mediunidade aflorada está de bom! mas não por isso eu deixo te praticar a P.A ,que foi minha primeira mediunidade

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Oi graci.Sou medium psicofonico e meia boca em desdobramento e clarevidencia,rsrsrs.O caso de eu ver espíritos são raros,eu trabalhei p/cortar um pouco essa mediunidade porque estavam vindo espíritos de baixo calão p/me assediar e isso estava me atrapalhando profissionalmente e moralmente tb.Eu acho que só um tipo de mediunidade aflorada está de bom! mas não por isso eu deixo te praticar a P.A ,que foi minha primeira mediunidade

E você sente dores na incorporação? As dores deles?

Por exemplo, eu controlo com facilidade a entrada deles.... sou meio disciplinada demais nisso. Mas a saida, dependendo do caso, é difícil. Percebo que tem alguns irmãos que teimam em não sair e eu não consigo expulsá-los por conta própria. Tipo assim, depois que incorporou...f...ai perco o poder sobre meu corpo.

Claro que só trabalho no CE, pois sei que temos o auxilio de nossos guias ai esse problema acaba.

Mas, um espírito problemático (em geral com morte complicada e dolorosa), no primeiro dia de trabalho acaba me deixando sequelas, dores. Sei que ele ficou no tratamento, não sinto sua presença. Mas as dores...na primeira semana fico com todas.... Isso acontece com você?

Aproveito para perguntar para o JONAS também, se conhece alguém no seu CE que aconteça algo parecido.

Recebo os passes após o trabalho, faço a mentalização e as preces para o irmão, mas inevitavelmente as dores dele ficam. Na semana seguinte de trabalho tudo some, parece mágica...rs

Buzzo, e a visão, como eles aparecem para vc? fluidos ou com aparência mais física?

Vêem tipo como flashes e somem, ou ficam no campo de visão?

Abraço

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Aproveito para perguntar para o JONAS também, se conhece alguém no seu CE que aconteça algo parecido.

Oi Graciela.

Então, as experiências que troquei com médiuns do CE onde frequento foram na época que eu estava estudando lá, pois os meus instrutores eram médiuns que trabalhavam lá. Como faz mais de 1 ano que eu saí do curso e os instrutores mudaram, eu perdí o contato com eles, infelizmente.

Se eu conseguir começar a trabalhar lá no CE, eu vou tentar contatos com o pessoal que já trabalha lá e posso tentar conseguir essa informação.

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