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PRECONCEITO


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Hoje eu sai com uma camiseta com uma frase de Chico Xavier que uma amiga me deu de presente, peguei um ónibus e sentei em um daqueles bancos duplos, uns dois pontos a frente entrou uma moça que deu para perceber que era envangelica, e sentou ao meu lado, quando ela viu minha camiseta, ela deu um pulo do banco e saiu de perto de mim falando baixinho mas deu para escutar ( SANGUE DE JESUS TEM PODER ), paracia ate que ela tinha visto uma assombração, alguém ja passou por situação de preconceito parecida ?

:DPAZ :D

:lol:

Não que eu tenha percebido. :?

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Oi Erivelto!!!

Foram tantas situações parecidas e até pior do que essas, que já nem conto mais...

Só que no meu caso eu tenho uma participação digamos hehe

Sou muito zen na minha, mas meu sangue não é de barata não, tem dias que me dá uns acessos de loucura haha, mas não respondo com raiva e nem ofendendo ninguém não, apenas respondo com um sorriso a palavra: SARAVÄ

haha

pra quem é bem preconceituoso com isso, me olha como se eu fosse o capeta encorporado.....e eu me mato de rir!!!!

mas tem dias que nem dou bola tb rs, são coisas da vida :)

bjo

dany***

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Oi Erivelto!!!

Foram tantas situações parecidas e até pior do que essas, que já nem conto mais...

Só que no meu caso eu tenho uma participação digamos hehe

Sou muito zen na minha, mas meu sangue não é de barata não, tem dias que me dá uns acessos de loucura haha, mas não respondo com raiva e nem ofendendo ninguém não, apenas respondo com um sorriso a palavra: SARAVÄ

haha

pra quem é bem preconceituoso com isso, me olha como se eu fosse o capeta encorporado.....e eu me mato de rir!!!!

mas tem dias que nem dou bola tb rs, são coisas da vida :)

bjo

dany***

Só pra saber, o que significa exatamente "SARAVÄ"? :roll:

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Uma vez, eu dei uma passada no mercado, logo depois de sair da aula de capoeira. Ainda tava vermelho, suado, e com a roupa né. Aquela calça com a corda amarrada na cintura. Não sei se onde vocês moram é assim, mas pelo menos aqui no RJ, é quase que comum alguns ''protestantes'' olharem feio pra quem faz capoeira, como se fosse ''macumba''. Mal sabem diferenciar uma coisa da outra...

Então, entrei num corredor do mercado pra pegar leite, e umas 3 pessoas tavam passando, parecia ser uma familia. Um homem já meio idoso, e 2 garotas jovens, de uns 20 anos mais ou menos. Ficaram me encarando meio que de longe, mas eu percebi. Reparei o sujeito falando algo do tipo "tá vendo. tão novo e já nessas coisas..."

E pela entonação do cara, e pelo meus sentidos de aranha, eu percebi o que ele quis dizer com isso...

It's Sad... muito sad...

Não sofra com o preconceito dos outros,

abraços.

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Eu nunca passei por essas situações, mas o que acontece muito e quando eu passo na frente de alguma igreja da universal vem um tentar me converter, ai quando o cara é muito insistente eu falo "sou da macumba!!!" ai ele vai embora assustado rsrsrsrs...

:lol::lol::lol:

Cuidado! Vai que te agarram e ficam te espancando com uma bíblia ou mesmo tentam te batizar (leia-se afogar) nas águas do batismo?! :shock:

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Só pra saber, o que significa exatamente "SARAVÄ"? :roll:

Claro que pode saber( hehe):

Saravá, assim como axé, selam conversas e têm conotação positiva.

Saravá também pode significar "salve" ou "viva", por influência africana no idioma português do Brasil.

É comum relacionar essa expressão com rituais no Brasil, como o candomblé e Umbanda.

O termo Saravá também é usado em religiões afro-brasileiras como mantra (que são palavras especiais vocalizadas de maneira específica que produzem certos fenômenos de imantação e desagregação; são sons místicos ou sagrados, ou seja, sons específicos que elevam o espírito) e significa:

SA— (Força, Senhor) —RA— (Reinar, Movimento) —VÁ (Natureza, Energia).

Saravá significa então força que movimenta a natureza. Esse termo é, portanto, um mantra que pode fixar ou dissipar determinadas vibrações, não sendo, portanto aconselhável pronunciá-lo sem a devida necessidade.

Na Umbanda , Saravá também é utilizada como uma saudação possuindo o sentido de "Salve sua força!", da Força de Deus e da Natureza que estão dentro da pessoa, como no mantra indiano namastê, que significa: o Deus que tem dentro de mim, saúda o Deus que tem dentro de você.

Já repararam que preconceito gera preconceito?

Eu me vi assim estes dias...

De tanto ocorrer comigo estas coisas com evangélicos me vi fazendo careta só de uma pessoa mencionar que era.

Puxa mais eu nem conhecia direito a tal pessoa, preconceito meu de achar que também seria fanática!!! Pois o fanatismo existe em todas religiões!!

O legal é estarmos "acordados" para com nossos pensamentos ocultos também =)

beijocaaaass

Dany***

*putz são 5:24 da matina, só eu aqui logada hahahaha me sinto um espírito vagando sozinha pelo GVA kkkkkkkkk

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Sou muito zen na minha, mas meu sangue não é de barata não, tem dias que me dá uns acessos de loucura haha, mas não respondo com raiva e nem ofendendo ninguém não, apenas respondo com um sorriso a palavra: SARAVÄ

Imaginei a situação e rachei de rir com a Dany!!! rsrs.

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O legal é estarmos "acordados" para com nossos pensamentos ocultos também =)

beijocaaaass

Dany***

*putz são 5:24 da matina, só eu aqui logada hahahaha me sinto um espírito vagando sozinha pelo GVA kkkkkkkkk

É verdade, Dany! :) É como nos é dito sempre, orai e vigiai! E, ah! Eu também fico logado de vez em quando na madruga, quem sabe a gente não bate um papo madrugada dessas, hehehe. :D

Beijão!

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Preconceito é uma merda. Eu, sendo gay, já ouvi muita piada e muita gracinha na rua. Já fui xingado na rua, já fui interpelado no metrô, já invadiram minha conta no orkut... enfim, é muita babaquice.

Exatamente por isso eu tento me policiar bastante para não deixar os meus preconceitos pessoais interferirem na forma como trato as pessoas. Penso muito nisso.

Tenho uma aluna que é adventista do sétimo dia, e às vezes ela fala umas coisas que é difícil ser profissional e manter o sorriso no rosto.

Mas a gente vai tentando.

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Só pra saber, o que significa exatamente "SARAVÄ"? :roll:

Claro que pode saber( hehe):

Saravá, assim como axé, selam conversas e têm conotação positiva.

Saravá também pode significar "salve" ou "viva", por influência africana no idioma português do Brasil.

É comum relacionar essa expressão com rituais no Brasil, como o candomblé e Umbanda.

O termo Saravá também é usado em religiões afro-brasileiras como mantra (que são palavras especiais vocalizadas de maneira específica que produzem certos fenômenos de imantação e desagregação; são sons místicos ou sagrados, ou seja, sons específicos que elevam o espírito) e significa:

SA— (Força, Senhor) —RA— (Reinar, Movimento) —VÁ (Natureza, Energia).

Saravá significa então força que movimenta a natureza. Esse termo é, portanto, um mantra que pode fixar ou dissipar determinadas vibrações, não sendo, portanto aconselhável pronunciá-lo sem a devida necessidade.

Na Umbanda , Saravá também é utilizada como uma saudação possuindo o sentido de "Salve sua força!", da Força de Deus e da Natureza que estão dentro da pessoa, como no mantra indiano namastê, que significa: o Deus que tem dentro de mim, saúda o Deus que tem dentro de você.

Já repararam que preconceito gera preconceito?

Eu me vi assim estes dias...

De tanto ocorrer comigo estas coisas com evangélicos me vi fazendo careta só de uma pessoa mencionar que era.

Puxa mais eu nem conhecia direito a tal pessoa, preconceito meu de achar que também seria fanática!!! Pois o fanatismo existe em todas religiões!!

O legal é estarmos "acordados" para com nossos pensamentos ocultos também =)

beijocaaaass

Dany***

*putz são 5:24 da matina, só eu aqui logada hahahaha me sinto um espírito vagando sozinha pelo GVA kkkkkkkkk

Era o que eu pensava, mas valeu, Dany! :lol:

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Preconceito é uma merda. Eu, sendo gay, já ouvi muita piada e muita gracinha na rua. Já fui xingado na rua, já fui interpelado no metrô, já invadiram minha conta no orkut... enfim, é muita babaquice.

Exatamente por isso eu tento me policiar bastante para não deixar os meus preconceitos pessoais interferirem na forma como trato as pessoas. Penso muito nisso.

Tenho uma aluna que é adventista do sétimo dia, e às vezes ela fala umas coisas que é difícil ser profissional e manter o sorriso no rosto.

Mas a gente vai tentando.

Você é professor de quê, Alisson? :geek:

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Você é professor de quê, Alisson? :geek:

Sou professor de Inglês. Ser professor é bacana porque nos dá a chance de conviver com pessoas dos mais variados tipos. Acaba sendo um exercício de tolerância, rs.

:o Eu te imaginaria fazendo qualquer coisa, menos lecionando inglês! :lol:

Sei lá... Acho que eu não diria que você tem cara de professor de inglês. :roll:

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ela deu um pulo do banco e saiu de perto de mim falando baixinho mas deu para escutar ( SANGUE DE JESUS TEM PODER ), paracia ate que ela tinha visto uma assombração

Não foi a feiura? kkkkkkk Super brincadeira brother. Eu devo ser mais feio e to falando ai..

Brincadeiras à parte.

Tem um nome pra isso, específico, e não é preconceito.

É DOUTRINA. Não é preciso dizer mais nada.

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Além de já ter ouvido os famosos "cochichos" na rua, quando eu era criança minha família se mudou para uma cidade pequena no interior do Espírito Santo, aí foi complicado, a primeira coisa que me perguntavam é de que família eu era e que igreja eu seguia. Eu nunca segui igreja nenhuma e como minha família não tinha um nome conhecido na cidade, ferrou! Todas as outras crianças ficavam tentando me arrastar para igreja como se tivessem alguma doença e precisasse ver um médico urgente, eu dizia que preferia tratar de espiritualidade por mim mesma, se eu sentisse a necessidade de ir a igreja eu iria por conta própria não porque era obrigada a ir. Elas diziam que eu tinha que ir, pois assim não estava temendo a Deus o suficiente. Nunca entendi porque eu tinha que ter medo de Deus ou ir a igreja. Se Deus está em todo lugar então porque eu não podia rezar em casa? Se Deus me conhecia então sabia que eu acreditava e confiava nele, então para que eu tinha que ter medo. Entendo que deve-se respeitar as divindades e aceitar que elas são seres de evolução superior, mas medo? Eu respeito o meu pai, mas se ele me ama então porque eu tenho que ter medo dele...Para mim isso soa meio medieval.

Ao contrário do que se possa parecer no dia a dia nós nos davamos bem, mas quando vinha os assuntos sobre espiritualidade a conversa geralmente era um pouco mais acalorada.

Como eu sempre tive uma boca enorme não conseguia ficar calada, enquanto eles falavam sobre o último sermão do padre e como se interpretava a bíblia (que acho ser um livro muito complexo que no final das contas deixa margem para diversas interpretações), lá ia eu falando de chakra, elementais, espíritos, o povo ficava de cabelo em pé comigo, ninguém ousava tocar nesses assuntos, muito menos de maneira tão aberta, quando alguém queria conversar sobre isso geralmente me pegavam pelo braço e conversávamos num canto. Conheci muitas pessoas que por exemplo viam fantasma mas não tinham com quem trocar experiências.

Mesmo assim as escondidas me chamavam de bruxa, macumbeira e o escambau... Eu ficava meio magoada ,mas nunca parei para tentar discutir sobre isso, pois eu sabia que não ia adiantar, apenas ia colocar mas lenha na fogueira.

O dia mais bizarro da minha vida foi no meu aniversário. Pensei que esse tipo de situação só acontecia em filme de adolescente americano.

Como de forma geral eu me dava bem com essas pessoas (fazíamos trabalhos escolares, iamos nas festas da cidade etc...), minha mãe achou legal que eu chamasse minhas colegas para um restaurante local e lá comemorarmos meu aniversário, marquei com todas as colegas de turma que eu conhecia para estarem lá, no sábado e que não iam precisar pagar a conta, já que minha mãe falou que bancava. Cheguei naquele dia mais cedo no restaurante, pedi pro garçom arrumar as mesas para que ficassem próximas uma das outras aí fiquei esperando o povo chegar, esperei, esperei... Peguei o celular e fui ligando para todas elas, cada uma deu uma desculpa diferente, uma mais esquisita que a outra,... de umas 15 a 20 pessoas no final NINGUÉM apareceu!!! Nunca fiquei tão envergonhada na minha vida!!!! Foi muito estranho ter que dizer para minha mãe e para o garçom que ninguém ia aparecer... Até hoje não gosto de combinar festas em lugares públicos para não ter passar por isso de novo, geralmente marco essas coisas em casa, ou junto a comemoração do meu aniversário com o de alguém que conheço.

Como isso já faz uns 13 anos, acho que a mentalidade daquele povo já deve ter mudado, passei por lá uns 3 anos atrás e a cidade já tinha crescido bem. Vi também que foram abertas outras instituições fora a igreja católica, então outros tipos de pensamentos já devem rolar por lá... Mesmo com alguns traumas aprendi muito sobre tolerância, paciência e que as vezes as pessoas quando estão em grupo podem te dizer uma coisa, mas que na verdade em seu íntimo estão pensando outra totalmente diferente. No final das contas aprendi também muita coisa sobre o catolicismo. Hoje em dia agora já moro na "cidade grande" é muito difícil que me aconteça esse tipo de coisa, mas as vezes ainda acontece. Mesmo assim sou meio "gato escaldado" e quando alguém vem discutir sobre espiritualidade e usa como desculpa para tentar me arrastar para dentro de uma igreja eu encerro logo a conversa.

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Além de já ter ouvido os famosos "cochichos" na rua, quando eu era criança minha família se mudou para uma cidade pequena no interior do Espírito Santo, aí foi complicado, a primeira coisa que me perguntavam é de que família eu era e que igreja eu seguia. Eu nunca segui igreja nenhuma e como minha família não tinha um nome conhecido na cidade, ferrou! Todas as outras crianças ficavam tentando me arrastar para igreja como se tivessem alguma doença e precisasse ver um médico urgente, eu dizia que preferia tratar de espiritualidade por mim mesma, se eu sentisse a necessidade de ir a igreja eu iria por conta própria não porque era obrigada a ir. Elas diziam que eu tinha que ir, pois assim não estava temendo a Deus o suficiente. Nunca entendi porque eu tinha que ter medo de Deus ou ir a igreja. Se Deus está em todo lugar então porque eu não podia rezar em casa? Se Deus me conhecia então sabia que eu acreditava e confiava nele, então para que eu tinha que ter medo. Entendo que deve-se respeitar as divindades e aceitar que elas são seres de evolução superior, mas medo? Eu respeito o meu pai, mas se ele me ama então porque eu tenho que ter medo dele...Para mim isso soa meio medieval.

Ao contrário do que se possa parecer no dia a dia nós nos davamos bem, mas quando vinha os assuntos sobre espiritualidade a conversa geralmente era um pouco mais acalorada.

Como eu sempre tive uma boca enorme não conseguia ficar calada, enquanto eles falavam sobre o último sermão do padre e como se interpretava a bíblia (que acho ser um livro muito complexo que no final das contas deixa margem para diversas interpretações), lá ia eu falando de chakra, elementais, espíritos, o povo ficava de cabelo em pé comigo, ninguém ousava tocar nesses assuntos, muito menos de maneira tão aberta, quando alguém queria conversar sobre isso geralmente me pegavam pelo braço e conversávamos num canto. Conheci muitas pessoas que por exemplo viam fantasma mas não tinham com quem trocar experiências.

Mesmo assim as escondidas me chamavam de bruxa, macumbeira e o escambau... Eu ficava meio magoada ,mas nunca parei para tentar discutir sobre isso, pois eu sabia que não ia adiantar, apenas ia colocar mas lenha na fogueira.

O dia mais bizarro da minha vida foi no meu aniversário. Pensei que esse tipo de situação só acontecia em filme de adolescente americano.

Como de forma geral eu me dava bem com essas pessoas (fazíamos trabalhos escolares, iamos nas festas da cidade etc...), minha mãe achou legal que eu chamasse minhas colegas para um restaurante local e lá comemorarmos meu aniversário, marquei com todas as colegas de turma que eu conhecia para estarem lá, no sábado e que não iam precisar pagar a conta, já que minha mãe falou que bancava. Cheguei naquele dia mais cedo no restaurante, pedi pro garçom arrumar as mesas para que ficassem próximas uma das outras aí fiquei esperando o povo chegar, esperei, esperei... Peguei o celular e fui ligando para todas elas, cada uma deu uma desculpa diferente, uma mais esquisita que a outra,... de umas 15 a 20 pessoas no final NINGUÉM apareceu!!! Nunca fiquei tão envergonhada na minha vida!!!! Foi muito estranho ter que dizer para minha mãe e para o garçom que ninguém ia aparecer... Até hoje não gosto de combinar festas em lugares públicos para não ter passar por isso de novo, geralmente marco essas coisas em casa, ou junto a comemoração do meu aniversário com o de alguém que conheço.

Como isso já faz uns 13 anos, acho que a mentalidade daquele povo já deve ter mudado, passei por lá uns 3 anos atrás e a cidade já tinha crescido bem. Vi também que foram abertas outras instituições fora a igreja católica, então outros tipos de pensamentos já devem rolar por lá... Mesmo com alguns traumas aprendi muito sobre tolerância, paciência e que as vezes as pessoas quando estão em grupo podem te dizer uma coisa, mas que na verdade em seu íntimo estão pensando outra totalmente diferente. No final das contas aprendi também muita coisa sobre o catolicismo. Hoje em dia agora já moro na "cidade grande" é muito difícil que me aconteça esse tipo de coisa, mas as vezes ainda acontece. Mesmo assim sou meio "gato escaldado" e quando alguém vem discutir sobre espiritualidade e usa como desculpa para tentar me arrastar para dentro de uma igreja eu encerro logo a conversa.

Deve ser realmente muito complicado, eu tive que esconder minha espiritualidade até poucos meses atrás e contar sobre ela para ninguem, realmente é dificil se manter calado por tanto tempo :(

Mas agora ta tudo de bouuuua :D:D

:shock::shock: :shock:Com quantos anos você soube dos chakras ,espiritos e afins???

Paz e Luz ;)

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O preconceito é algo lamentável na nossa sociedade, mas infelizmente é o que podemos chamar de "normal", pois a grande maioria das pessoas tem, em TODOS os sentidos possíveis.

Preconceito racial, religioso, sexual, ligado a Roupas, tatuagens, corte de cabelo, etc..

Eu por exemplo tenho um certo problema com currículo.

Uma vez numa entrevista de emprego, como sabem também estudo e me dedico a programação, mas especificamente java e asp.net.

Fui fazer uns testes para entrar numa empresa aqui no Recife.

No psicoteste a psicóloga fez um catado geral com todos.

Na minha vez ela disse:

Saulo Ramos Calderon...

Vi que teu nome é bem conhecido na internet, tem um Saulo Calderon que estuda sobre experiências fora do corpo, é você? Falou isso em tom natural, parecendo ser a coisa mais simples. E pensei: Caramba, mulé fdp, digita o nome dos candidatos na internet.

E falei: Sou eu sim, mantenho esse projeto social há quase duas décadas. Achei que isso não iria me prejudicar, até ajudaria se ela fosse espiritualista ou algo do tipo. Não iria mentir também, né.

A entrevista foi ótima. Eu era qualificado para a vaga, pois era JAVA web e sou relativamente bom nisso (Moléstia a parte, não quero me gambar, rs).

Na hora de sair vi na entrada umas estátuas, uns santos e pensei: me lasquei! rs.

Até que só foi selecionado o meu colega da sala de aula, sendo que o mesmo nem sabia Java Web. Era estágio. Ligaram-me com aquela conversa que já sabemos: Qualquer coisa te ligamos...

Mas eu percebi claramente que apesar da voz dela estar calma, ela sabia que era eu aquele saulo calderon que ela viu na internet, ela perguntou para me testar e já motivada a me colocar de escanteio.

Ora, ser espiritualista a meu ver é algo bacana, rs. Eu contrataria, rs.

Mas enfim, esses preconceitos acontecem.

São bobos, infantis.

Como posso distinguir a inteligência de alguém pela religião que segue?

Como alguém pode achar que a escolha sexual influencia em sua capacidade?

Que o fato de uma pessoa não estar adequadamente vestida lhe coloca como "errada".

Isso são, definitivamente, limitações.

Limitados são os que assim pensam.

Limitados por suas visões mesquinhas.

Limitados pela barreira do EGO.

Pela viseira de Jumento que usam na consciência, tirando o ângulo de visão.

Que a gente aprenda cada dia mais a nos libertarmos de "culturas" inúteis e comecemos a elevar os verdadeiros atributos.

E não se conhece honra e moral em um mero encontro.

O que importa é o caráter de cada um, e mais, as melhores inteligências e personalidades não necessariamente estão dentro do escopo formal do que achamos ser sensato.

Até porque, culturalmente já ficamos limitados devido visões que achamos ser ou não as corretas.

Hoje vemos isso em todo lugar.

Não é uma regra, mas acontece aos montes que: Evangélico dá emprego a evangélico. Por achar que ele é mais honesto e entende melhor os "conceitos" que ele acha correto, etc.. etc....

No fim das contas, além do seu campo de visão já limitado, também limita sua empresa ou o local onde leva esse profissional, pois fecha a porta para talentos que não são descobertos.

Isso vai mudar, aos poucos chegaremos num ponto melhor. Distante ainda estamos, mas chegaremos lá.

Enfim, são tantos relatos e coisas que gostaríamos de comentar.

Dá um áudio inteirinho falar sobre preconceito.

Aliás o sinônimo de preconceito é ignorância e a solução que vejo chama-se: Reencarnações sucessivas...

"Vamo simbora..."

Abração,

Saulo

L

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Olá pessoal!

Eu nunca passei um preconceito explícito como esses que foram relatados aqui, porém como eu me tornei Espírita relativamente há pouco tempo (cerca de 6 anos), vou confessar que ainda não me sinto à vontade para falar que sou Espírita 100% abertamente, pois há muitas pessoas que têm uma visão muito errada do Espiritismo.

Lamentáveis essas situações descritas aqui.

Abraços e muita luz!

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