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A SABEDORIA DO MESTRE


Helena Vieira
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Meus queridos irmãos.

Estava lendo este texto, e pensei que alguns de vocês, poderiam gostar.

Abraços fraternos e

muita paz em seus corações

helena

A SABEDORIA DO MESTRE

Prólogo

Este trabalho é um resumo interessante do livro – Jesus, o maior psicólogo que já existiu de Mark W. Baker.

O autor é psicólogo e fez um trabalho de conhecimento e comparação com os casos que ele vivenciou em sua vida e verificou que todos os momentos que vivemos um determinado fato ele esta relacionado com um ensinamento de Jesus, quando se sua estada na terra.

A nossa intensidade de vida não nos faz pensar, ou pelo menos, parar para analisar situações e usar do bom senso das palavras do mestre Jesus.

Em verdade, ele, Jesus foi o maior psicólogo e terapeuta da humanidade, pos ele conhecia o ser humano na sua essência.

Em sua época Jesus falava por parábolas, que é uma estória que nos ajuda a compreender a realidade, porque o povo da época além de serem simples estava sob domínio de um império com mão de ferro e não seria prudente encarar diretamente os poderosos da época que infelizmente não tinham escrúpulos para com o povo, principalmente com o povo judeu.

Este apanhado não conta a história do fato psicológico, mas seria interessante as pessoas poderem ler para melhor entender o resumo.

Vicente Chagas

Descrição

Porque tentamos ser objetivos

A sabedoria é demonstrada pelas ações – Mateus 11:19

Princípio espiritual:- busquem mais a sabedoria do que o conhecimento,

Jesus ensinou que insistir em chegar aos fatos objetivos sobre as coisas às vezes pode ser perigosos. Guerras foram deflagadas, religiões divididas, casamentos terminados, crianças repudiadas e amizades desfeitas por causa dessa atitude. Às vezes, vencer numa discussão pode nos custar um relacionamento. Como diz o antigo ditado, temos duas escolhas no casamento: podemos ter razão ou podemos ser felizes.

Podemos estar sinceramente errados

Os homens humildes são muito afortunados! – Mateus 5:5

Princípio espiritual:- não confundam a sinceridade com a verdade; vocês podem estar sinceramente errados.

Jesus disse: “os homens humildes são muito afortunados”, porque a pessoa rígida é a que mais sofre com a sua rigidez. Ele sabia que pretender ser dono da verdade pode ter efeitos profundamente negativos, porque apesar das nossas boas intenções, podemos estar sinceramente errados.

Não condene o que você não entende

Não condeneis e não sereis condenados. – Lucas 6:37

Princípio espiritual:- ao julgar os outros, nós nos condenamos.

Jesus nos advertiu das armadilhas que encontramos ao julgar os outros. Ele sabia que nossos julgamentos se baseiam em informações distorcidas por nosso modo de ser e que não correspondem necessariamente à realidade. Precisamos acreditar que sabemos a verdade completa a respeito das coisas e das pessoas para nos sentirmos seguros, achando que dominamos completamente a situação e que nada novo virá nos perturbar. Esse temor de desconhecido é a base da intolerância. Ele nos leva a julgar e rotular pessoas e coisas. Quando sentimos esse tipo de medo, condenamos o que não compreendemos.

Humildade não é passividade

Se alguém te ferir na face direita, oferece também a outra. – Mateus 5:39

Princípio espiritual:- a humildade é a força sob controle.

Jesus quis dizer quando falou: “se alguém te ferir na face direita, ofereça também a outra face”. Ele não disse: “se alguém te ferir na face direita, dá meia volta e afasta-te”. Jesus queria que as pessoas tomassem uma posição firme e tivesse uma atitude digna. O que ele estava transmitindo é que o amor é mais forte do que o ódio. Se as pessoas atacarem você por ódio, procure amá-las até a morte. Jesus viveu este preceito literalmente na sua vida. Ele preferiu uma vida mais curta repleta de humildade e amor do que uma existência mais longa cheia de medo e passividade.

O problema de ver as pessoas como boas

Assim os últimos serão os primeiros e os primeiros, os últimos. – Mateus 20:16

Princípio espiritual:- o indivíduo é uma parte do todo.

A idéia de Jesus de que “os primeiros serão os últimos” é oposto do individualismo. Embora ele reconhecesse o valor inerente de cada pessoa, as pessoas só eram consideradas boas como conseqüência do seu relacionamento com deus e com os outros. Jesus nunca ensinou que poderíamos ser bons sozinhos. Para ele, não realizamos nosso pleno potencial por meio de competição e sim através de conexão.

Quando o crescimento gera a tomada de consciência

Pois é pelo fruto que se conhece a árvore. – Mateus 12:33

Princípio espiritual:- o conhecimento de nós mesmos é fruto do crescimento pessoal.

Jesus estava mais interessado em convidar as pessoas a terem um relacionamento com ele do que defender uma filosofia. O fato de as pessoas compreenderem as coisas não era bastante para Jesus; ele queria que elas se relacionassem amorosamente com deus e com os outros. Para ele, conhecer idéias era menos importante do que desenvolver relacionamentos pessoais.

Jesus ensinava que as pessoas só se conhecem a si mesmo quando se sentem amadas por deus. Ele acreditava que só podemos realmente entender sua mensagem quando há um encontro pessoal. Assim, o crescimento que sentimos por sermos amados nos prepara para tomarmos consciência do que isso significa.

Porque as pessoas não conseguem mudar

Sois aqueles que vos justificais. - Lucas 16:15

Princípio espiritual:- quando achamos que já chegamos paramos de avançar.

Jesus sabia que as pessoas têm a tendência de se justificar. Temos o hábito de achar que somos acima da média, e para nos sentirmos assim procuramos minimizar nossos problemas. Mas não é o mesmo que enfrentá-los.

É muito difícil mudar o que não entendemos. Para mudar os padrões de pensamento e comportamento de uma vida inteira temos que nos conhecer e compreender. Acho que nos conhecemos parcialmente, e pensar que já entendemos tudo o que é preciso sobre nos mesmos é como colocar um par de antolhos que dificultam o crescimento e a mudança. A principal razão pela qual as pessoas não conseguem mudar é que elas não compreendem a si mesmas o suficiente para perceber quando a mudança é necessária.

Pare de viver no passado

Deixa que os mortos enterrem os seus mortos. – Lucas 9:60

Princípio espiritual:- aqueles que não apreendem com o passado vivem presos a ele.

As pessoas espitualmente vivas estão crescendo e apreendendo coisas novas. Viver a partir de padrões rígidos do passado resulta na morte espiritual, antes mesmo da morte física. É assim que os “mortos” podem “enterrar os seus mortos”. Se quisermos permanecer espitualmente vivos, temos que desenvolver conscientemente novas convicções que surgem com o crescimento.

Crescimento é trabalho

Tomem a sua cruz e siga-me de perto. Marcos – 8:34

Princípio espiritual:- as mudanças rápidas são frequentemente temporárias, mas o crescimento lento transforma profundamente.

Jesus falou sobre o processo de transformação espiritual como uma tarefa que precisamos abraçar repetidamente todos os dias. Ele convidava as pessoas para “tomarem a cruz” porque sabia que se tratava de um processo trabalhoso. Ele não oferecia às pessoas uma mudança instantânea. A vida melhor era para ele a própria decisão de percorrer o caminho difícil para segui-lo de perto, esta escolha é o constante crescimento.

O pecado é um problema pessoal

Se o teu irmão pecar contra ti, reprende-o, e se ele se arrepender, perdoa-o. – Lucas 17:3

Princípio espiritual:- vezes o pecado é um problema que existe entre as pessoas e não dentro delas.

É inevitável que haja escândalos, disse Jesus, “portanto, tende cuidado”. Lucas 17:1-3. A seguir, ele prossegue: “se o teu irmão pecar contra tí, reprende-o, e se arrepender perdoa-o”. Ele estava primordialmente interessado em restaurar os relacionamentos pessoais. Jesus frequentemente adotava a perspectiva psicológica de não encarar o pecado como um problema que existe dentro das pessoas e sim entre as pessoas.

Rituais religiosos

Fazei isto para vos lembrardes de mim. – Coríntios 11:24

Princípio espiritual:- s rituais nos ajudam lembrar o amor.

Jesus sabia que todos temos momentos em que precisamos de algo palpável que nos faça lembrar o valor dos nossos relacionamentos. Às vezes precisamos de demonstrações físicas de que o amor existe, e os rituais concretos podem exercer essa função. Os rituais religiosos podem ser positivos, desde que nos lembremos do seu objetivo.

O problema com a religião

Quero misericórdia e não sacrifícios. – Mateus 12:7

Princípio espiritual:- o problema não é a religião e sim a rigidez religiosa.

Jesus acreditava que a religião destituída de amor é sinônimo de religião vazia. É por isso que ele desejava “misericórdia” em vez de sacrifícios. A adesão rígida a práticas religiosas que perdem de vista o propósito original de desenvolvermos uma relação de amor com os outros é uma religião negativa. Jesus amava a religião, mas odiava a rigidez. O problema não é a religião e sim a sua prática inflexível que priva as pessoas do que elas têm de melhor.

Os vícios religiosos

Se a vossa justiça não for maior do que a dos escribas e fariseus não entrará no reino dos céus. – Mateus 5:20

Princípio espiritual:- a religião é um caminho e não um destino.

Para Jesus o propósito da religião era favorecer o relacionamento com deus e com os outros e não substituí-lo. Às vezes as pessoas usam a religião para se sentirem melhor, exatamente como os viciados com drogas. No caso da idolatria, as leis e os rituais religiosos se tornam a “droga”, proporcionando às pessoas à ilusão de serem melhores que realmente são.

Ter necessidades não faz de nós pessoas carentes

Confiai também em mim. – João 14:1

Princípio espiritual:- ter necessidades não nos torna carentes.

Jesus encorajava as pessoas confiarem nele e a contarem com ele. Ele não encarava a dependência como um problema, mas como algo necessário para uma vida espiritual realizada. Jesus compreendia que os seres humanos precisam depender de deus e dos outros para sobreviver. Tentar ser totalmente independente significa rejeitar a nossa natureza fundamental. Para Jesus, a nossa capacidade de ser vulnerável e acolher a nossa dependência é que nos conduz à totalidade. Aqueles que se recusam a ser dependentes estão apenas fingindo que tem tudo de que precisam.

A cura é o amor

Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. – João 15:12

Princípio espiritual:- o amor cura

Jesus acreditava que o amor é a força mais poderosa do universo. Ele ensinou que deus é amor e que o amor é a força criativa que supera todos os problemas do mundo. O amor é o ponto central dos ensinamentos de Jesus e é o elemento essencial para a cura do coração humano.

O segredo para sobreviver ao sofrimento

Não se perturbe o vosso coração. Confiais em deus; confiais também em mim. - João 14:1

Princípio espiritual:- o sofrimento é tolerável se não tivermos que suportá-lo sozinhos.

Jesus demonstrou com a sua vida qual é a maneira de sobreviver ao sofrimento. Mesmo nos momentos mais difíceis, Jesus nunca perdeu a sua ligação com deus. Ele não tentou passar sozinho pelo sofrimento. E é isso o que ele nos ensina.

Somos criaturas de hábitos

... Vós vos alegais às tradições dos homens. – Marcos 7:8

Princípio espiritual:- os hábitos fundamentados no medo corrompem as tradições baseadas no respeito.

Jesus nos disse que tomássemos cuidado ao nos prendermos às tradições, não por elas serem más, mas porque com freqüência as repetimos inconscientemente. A questão não é se temos ou não tradições familiares e sim por que a temos. Se as nossas tradições são fator de crescimento para a nossa família, elas são boas, mas, se acontece o contrário, precisa prestar atenção à advertência de Jesus.

O perdão e a cura

O que é mais fácil dizer: “teus pecados estão perdoados’ ou levanta-te e anda’?”. - Lucas 5:23

Princípio espiritual:- é mais fácil desculpar as pessoas do que perdoá-las; mas para o nosso crescimento o ideal é perdoar.

Na época de Jesus, as pessoas também desejavam soluções imediatas. Elas preferiam os milagres ao trabalho árduo. Mas Jesus não estava interessado simplesmente em ajudar as pessoas a se sentir melhor; ele queria que elas de fato melhorassem. Para ele, isso significava lidar com as feridas do coração e dos relacioanentos que exigiam perdão e reconciliação. Ele sabia que ás vezes era mais fácil dizer a uma pessoa fisicamente debilitada “levanta-te e anda” do que dizer “teus pecados estão perdoados”; curar fisicamente o corpo era fácil quando comparado com o arrependimento e o perdão necessário no coração humano.

O poder da solidariedade

Deus amava tanto o mundo... – João 3:16

Princípio espiritual:- a compaixão é um precioso instrumento de transformação.

Jesus não veio ficar entre nós porque “deus amava tanto o mundo”. Ele nunca se aproximou das pessoas transmitindo-lhes a idéia de que elas precisavam mudar para serem dignas de amor. Ninguém precisava fazer nada para conquistar o seu amor, pois ele amava as pessoas por ser quem eram, com todas s imperfeições que pudessem ter. Jesus era poderoso porque era solidário com as pessoas.

Você não é Deus

Ao senhor teu deus adorarás e somente a ele servirás. – Lucas 4:8

Princípio espiritual:- venerar a própria mente é venerar um deus muito pequeno.

Jesus ensinou que as pessoas, no seu desejo de segurança e proteção, precisam ter consciência do amor de deus. Idolatrar qualquer outra coisa simplesmente não funciona. Precisamos sentir-nos protegidos, mas não podemos obter este sentimento sem que algum maior do que nos esteja presente quando precisamos. Sob o aspecto psicológico, só podemos desenvolver a capacidade de nos acalmar se tivermos tido em nossa vida alguém em que podíamos confiar e admirar durante a nossa fase de senvolvimento. Jesus queria que as pessoas depositassem a sua confiança em deus, porque é, exatamente disso que elas precisam para conseguir a paz interior. Quem é mais capaz de nos fazer sentir seguros do que o criador do universo? Jesus ensinou que não devemos adorar a deus em proveito dele e sim em nosso benefício.

O amor por sí mesmo

Ama o teu próximo como a ti mesmo. – Mateus 22:39

Princípio espiritual:- o amor por si mesmo e o amor aos outros – um não pode ser praticado sem o outro.

Jesus deixou muito claro que a sua definição de amor por si mesmo não significava egocentrismo. Para ele, o amor por si mesmo estava intimamente ligado ao amor pelos outros, assim como o ódio por si mesmo conectado ao abuso dos outros. Quando disse: “ama o teu próximo com a ti mesmo”, Jesus estava explicando que só pode amar os outros quem se ama. O amor a si mesmo não pode estar separado do amor aos outros; um depende do outro.

O amor se multiplica quando distribuído, assim como o ódio destrói enquanto permitimos que ele exista.

Nota: extraído do site: Projeto Vega

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