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Viagem astral viajada


Son
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Primeiro eu tive um sonho com um bando de crianças fazendo um arrastão. O sonho se converteu num sonho lúcido eu podia controlar cada uma das crianças que apareciam.

Depois consegui sair do corpo, nesse momento eu tinha uma maior lucidez e sabia que estava projetado.

Fui atraido para uma cidade que parecia ser nos EUA. Estava amanhecendo o dia e algumas pessoas estavam caminhando pelas ruas.

Vi um maluco pulando de prédio em prédio. Resolvi ir voando e ver se o cara estava lúcido. Quando cheguei perto vi que era um velho colega meu que há algum tempo eu não vejo.

Não adiantou falar com ele, estava completamente maluco se divertindo pulando de prédio em prédio. Então eu deixei quieto.

Voei até um prédio bem alto e pensei em testar se era mesmo projeção ou sonho lúcido, pensei que se fosse sonho eu conseguiria rachar a estrutura do prédio.

Me concentrei nisso e nada aconteceu, o prédio parecia sólido e o máximo que consegui fazer foi tornar minhas energias sutis e atravessar meus braços na parede.

De repente vejo um maremoto se aproximando da cidade, uma onda gigantesca que era da altura dos maiores prédios do local.

Na hora instintivamente pensei que ia morrer, mas logo disse pra mim mesmo: "Eu estou projeto, não vai me acontecer nada". Pensei que aquela onda deveria ser algum sistema de "limpeza" no astral.

De qualquer forma achei que não seria muito agradável ficar embaixo daquela onda gigante que estava tomando a cidade, resolvi voar bem alto, pois se a onda me atingisse talvez eu ficasse apavorado e fosse puxado de volta ao corpo.

Vi a cidade inteira ser coberta e pouco tempo depois água já havia se dissipado e a cidade estava lá novamente.

Então resolvi voltar para casa.

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Bom, agora vem mais uma parte viajada do relato.

Cheguei no meu quarto e tinha uma mulher olhando para o meu corpo deitado na cama. Era uma moça jovem e me parecia familiar, embora eu nunca tivesse visto ela antes.

De repente ela veio em minha direção, comecei a sentir sentimentos de mágoa e melancolia vindos dela.

A aparência dela foi mudando, parecia estar se decompondo numa velocidade muito grande até ficar apenas com resquícios de pele e osso, como um corpo decomposto. Ela seguiu assim com a mão na minha direção e caminhando lentamente.

Na hora pensei: "Vixe, é uma obsessora" estava já preparando uma rajada de energia assim que ela chegasse mais perto, mas de repente eu fui intuído a não fazer aquilo.

Então parei e perguntei a ela: "O que fiz para você? O que você quer aqui?"

E ela disse: Você mandou o nosso filho para a morte.

E eu respondi: Seja lá o que eu tenha feito, me desculpe. Eu já não sou mais a mesma pessoa, não me lembro de você nem de ter mandado ninguém para morte.

Então veio a parte mais viajada ainda do negocio. Vieram umas memórias, eu era um cara bem sério e rígido, essa moça era uma esposa obediente e submissa.

O lugar onde vivíamos não era a Terra, mas um planeta diferente. Eu tinha o equivalente a uns 50 anos, mas minha aparência ainda era jovem e da moça também, apesar de ter mais anos de vida.

Ela havia tido uma intuição de que não deveríamos mandar nosso filho viajar numa nave para um planeta satélite ao nosso, planeta este, que aparecia no céu como uma grande lua cinzenta mesmo quando ainda era dia.

Eu não dei ouvidos a ela, não acreditava nesse tipo de coisa e o rapaz ir para aquele lugar era como uma espécie de "iniciação" e crescimento, se tornaria adulto depois daquilo.

A moça era uma mãe protetora, eu a ignorei e mandei o garoto na nave para aquele lugar.

O garoto nunca voltou. Ela queria que o corpo do rapaz fosse trazido de volta, mas como constatamos o lugar se tornou perigoso e eu não deixei que ninguém fosse buscá-lo.

A moça foi ficando triste e definhando com o tempo, ficamos distantes e ela morreu por não se alimentar.

Então passadas essas memórias, eu perguntei a moça o que ela queria que eu fizesse.

A moça disse: Os ossos dele ainda estão naquele lugar, num caminho de pedras preciosas. Traga os ossos dele de volta.

E eu respondi: Não sou mais a mesma pessoa, eu estou na Terra e não há tecnologia no planeta em que vivo para que eu possa chegar naquele lugar.

Ainda lembro dela responder que não importava, era o que ela queria que eu fizesse.

Depois eu despertei me lembrando de tudo, ainda levantei da cama, sentia alguns arrepios e era como se aquela entidade ainda estivesse por perto.

Eu pensei que o espírito do rapaz ainda pudesse estar naquele lugar junto aos ossos e que a unica coisa que eu poderia fazer era ajudá-lo a se libertar daquele lugar.

Bom, doidera da minha cabeça ou não, resolvi compartilhar com vocês. Essa que foi uma das minhas projeções mais curiosas até então.

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