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sim ou nao?


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Olha, para mim o cigarro é +- como nossa espiritualidade. Podemos aconselhar os outros, conversar, sem querer forçar, somente o fumante decide se vai parar ou não. O vício é muito mais psicológico que químico, pois 1 semana por ai , o organismo já nao está mais em abstinência, ficando aí a missão mais difícil, livra-se do costume, do hábito, do prazer em fumar um cigarro. Conheço pessoas que pararam de fumar há 10 anos, e ainda hoje, sonham as vezes que estão fumando. Isso fica para o resto da vida. E não adianta querer que a pessoa pare de fumar, isso é impossível gente. O fumante só vai parar o dia que ele disser do fundo do coração, não quero mais isso para mim. Se a pessoa chegar e te disser isso, pedindo apoio e ajuda para parar, aí vc pode interferir, mas caso ela não tenha essa vontade (vontade mesmo, verdade verdadeira), não vai adiantar muito. Eu estou falando isso com uma certa propriedade, pois aqui em casa todos já fumaram. Meu pai fuma até hj, minha mãe parou faz anos e tem nojo de cigarrro hj, meu irmão parou faz 1 no e pouco e eu parei ante ontem, uhahuauhauhauha.

Ainda estou no período de abstinência, vai ser ruim no começo eu sei, afinal foram 7 anos de nicotina, mas vou conseguir.

Tomei essa decisão esses dias, disse para mim mesmo que quando acabasse meu pacote de cigarro eu iria parar, e olha que há anos eu venho ouvindo mãe, tias, amigas, amigos, todo mundo naquela velha ladainha, "para de fumar, isso faz mal", mas eu sabia que um dia eu ia parar, mas só quando eu tivesse vontade mesmo de parar.

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Continuando!

..... Depois de fazer os cursos básico e intermedirio do Saulo, e ler bastante sobre todos os assuntos de projeção e espiritualismo mesmo, fui refazendo minhas prioridades e descartando muitas coisas materiais , eu tive uma epífania.

Parei de comer qualquer tipo de carne (coisa que há tempos eu sabia que um dia faria), parei de beber, pois não vejo mais sentido em diminuir minha lucidez, e agora parei de fumar. Eu imaginava mesmo que um dia ia parar de fazer tudo isso, mas não que seria agora e tudo de uma vez, huahuauhauhauhauha.

Enfim, me estendi demais aqui, peço desculpa pelo tamanho do texto, mas só quis mostrar +- que tudo tem seu tempo, e o tempo é relativo para cada um. Fale de vez em quando com a pessoa que vc acha que está no caminho "não" certo, mas com paciência e sem se impor, pois a decisão só a pessoa cabe. É como o Saulo diz as vezes, que não adianta ele tirar um obsessor da mãe dele por exemplo, se ela não mudar a frequencia dela, ele pode apenas conversar com ela e explicar, pedindo para que esta tente mudar seus sentimentos e pensamentos.

Já me alonguei demais, é +- por aíí.

PAZ e LUZ para todos

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Bom, como de costume lá vou citar uma passagem do Ramatis que pode ajudar a você amigo:

Livro: Fisiologia da Alma

PERGUNTA: - Como poderíamos entender melhor essa resposta a respeito do fumante inveterado e que por isso não pode abandonar o vício de fumar?

RAMATÍS: — Naturalmente o consideram uma vítima de sua própria negligência espiritual, pois se trata de criatura que age voluntariamente contra a sua integridade física e ainda cria uma situação má para a vida que a aguarda além da cova terrena. O fumante inveterado é um infeliz escravo que abdica de sua vontade própria, cedendo o seu comando instintivo a um cérebro implacável e exigente, como o é o tabaco.

PERGUNTA: — Que dizeis sobre a forma mais prática de se deixar de fumar?

RAMATIS: — E óbvio que o problema não se resume em “largar o cigarro”, como costumais dizer, mas em readquirir o poder da vontade, que se acha escravizado por ele. Se o homem abandonar o fumo, a carne ou o álcool, mas continuar mentalmente a fumar, a comer carne e a ingerir álcool, pouco importa que esteja fugindo do objeto do vício, pois é certo que ainda não é dono de sua vontade. E na mente do homem que, antes de tudo, deve ser empreendida uma campanha sadia contra o vício; através de reflexões inteligentes, deve ele se convencer da estultícia de se submeter a prejuízos físicos, psíquicos e econômicos, causados pelo cigarro, o charuto ou o cachimbo. A ofensiva, portanto, não deve ser iniciada contra o objeto do vício, que é o fumo, mas no sentido de recuperação do comando mental perdido; há que ser retomado novamente o psiquismo diretor dos fenômenos da vida de relação entre a alma e o meio! E preciso que o homem se torne outra vez o senhor absoluto dos seus atos, desprezando as sugestões tolas e perniciosas do vício que o domina. É certo que a libertação do vício de fumar será muito mais difícil se, por afinidade de vícios ou devido a qualquer desregramento moral, a criatura já estiver sendo cercada por entidades do astral inferior, atraídas para junto de si. Neste caso, a libertação não só requer o domínio da própria vontade, como ainda a adoção de um modo de vida que provoque o desligamento de outra vontade viciosa e livre, do Além-Túmulo.

PERGUNTA: — Alguns de nossos amigos conseguiram abandonar repentinamente o vício de fumar, mas a falta repentina do cigarro os fez sofrerem dantescamente! É essa a melhor solução para o caso?

RAMATIS: — Indubitavelmente, os que assim procederam são bastante dignos de louvores, por haverem demonstrado ser donos de uma mente enérgica e bastante capacitada para modificar ou dominar os desejos perigosos do seu psiquismo, pois o dificílimo não é assumir a decisão de não fumar mas, acima de tudo, poder suportar depois os efeitos aflitivos do condicionamento criado pelo fumo no organismo humano. Durante a etapa viciosa, as antitoxinas orgânicas são exclusivamente mobilizadas para manter a defesa do organismo eneutralizar os venenos oriundos do tabaco; por isso, logo depois da abstenção do fumo, elas passam a atuar de modo intenso, exigindo peremptoriamente o tóxico que estavam habituadas a combater.

Lembram um grande exército que deve ser lançado incontinenti contra os objetivos para os quais foi mobilizado e que se acha com inquietante expectativa que pode levá-lo a indisciplina ante a falta de imediata aplicação de sua força represada.

A recuperação psíquica, após o abandono do vício de fumar, deve ser de natureza profundamente mental, sem os paliativos dos bombons ou das distrações forçadas, pois um vício não deve ser compensado por outro embora menos ofensivo, porquanto o problema fundamental consiste em fortificar a vontade e conservar a mente desperta, como

segurança contra a investida de outros vícios perniciosos. A solução verdadeira implica, pois, extirpar-se da mente a idéia de que o fumo é gozo de distração, ou meio de acalmar os nervos, quando, na realidade, é vício nocivo e ridículo, que depõe contra a própria inteligência e sensatez.

PERGUNTA: — Para que um fumante possa deixar aos poucos o vício do fumo quais as providências preliminares que ele deve tomar para lograr o êxito desejado?

RAMATÍS: — Já vos dissemos que o mais importante para isso é esclarecer a mente e eliminar a idéia de que o cigarro possa causar prazer ou inspirar idéias. O fumante deve-se lembrar de que, assim como não apreciaria ingerir coisas repugnantes, também não deve sentir-se satisfeito em sugar fumaça acre e com ela encher os pulmões, que não foram feitos para isso. Convém que ele examine, à luz da razão severa e consciente, quais as vantagens de se fumar ou não fumar e o grau de inteligência ou de estultícia da pessoa que absorve tóxicos, sem proveito.

Aquele que não se pode livrar imediatamente do tabaco deve fazer um planejamento mental proveitoso, assim como o comando militar investiga as manhas e as vulnerabilidades do seu adversário, para depois dominá-lo de modo seguro e vencê-lo pela tenaz resistência. A vontade deve ser treinada constantemente sob reflexões sensatas e inteligentes, a fim de, pouco a pouco, exercer a sua ação modificadora no subconsciente e convencê-lo da realidade perniciosa do fumo. Parao tabagista inveterado e incapaz de uma libertação imediata do vício, não há outro recurso senão o de manter um estado de alerta incessante

e luta heróica contra si mesmo. Há que conseguir viver com o cigarro no bolso, mas com força suficiente para protelar a satisfação do vício, como se desejasse humilhá-lo antes de atender-lhe à sugestão perniciosa. Muitas vezes atenderá até ao pedido de “fogo” do companheiro viciado mas, embora sentindo despertar em si o desejo de fumar, há que protelá-lo tanto quanto possível. Malgrado o fato de o fumante ainda se ver obrigado a incinerar cigarros, já o deve fazer vigiando a extensão do vício e abandonando o cigarro bem antes de se sentir satisfeito. Então a força de vontade, que até então estava dominada pelo fumo, retorna aos poucos sob essa severa vigilância mental e recuperação psíquica, assim como o adversário belicoso recua ante a ação tenaz e vigorosa do general decidido. Junto de fumantes ou de odores de tabaco, o mais acertado não é fugir por medo de ceder à aparente delícia e tentação do cigarro; o importante será enfrentar a situação de modo calmo e vigilante, analisando sempre a estultícia e o ridículo que existe na absorção da fumaça de ervas fétidas. Há que se convencer de que as tabacarias são lugares onde se explora o bolso do infeliz viciado do fumo, representando um comércio mais próprio dos velhos bororós ou tupinambás, de costumes atrasados e entregues a vícios por vezes repelentes.

Naturalmente, cada criatura representa um temperamento e uma força psíquica à parte, pelo qual não se pode preceituar para todos os fumantes um módulo de libertação do vício do cigarro.

O próprio fumante deveria se sentir ferido em sua dignidade, ante a humilhação de se deixar vencer tão facilmente por um vício tão detestável. O tabaco é o cérebro indesejável que o domina a seu belprazer, dirige-lhe a vontade e se intromete em todos os seus atos cotidianos; suja-lhe os dedos, os dentes e as roupas, lesa-lhe a dinâmica respiratória e intoxica-lhe o estômago e a circulação sangüínea, obrigando-o ainda a gastos inúteis. Infelizmente, aquele que ainda não pode exercer domínio sobre si mesmo ou recuperar-se de um vício tão pernicioso, também não conseguirá livrar-se de outras investidas nocivas à sua integridade psíquica. E, acima de tudo, não convém que o fumante esqueça a probabilidade de se tornar uma detestável “piteira viva” de outros espíritos delinqüentes do Além, que espreitam continuamente toda a intimidade espiritual que se debilita no vício do fumo. Além disso, é depois da morte que advêm as piores conseqüências para o fumante, porque o desejo de fumar continua a atuar com mais veemência no seu perispírito, causando-lhe a mais terrível angústia ante a impossibilidade de satisfazer esse vício nocivo e tolo.

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Taí um tópico interessante. Concordo plenamente com o Leonne.

Eu fumei em toda minha juventude e decidi ler como parar de fumar (resultado: parei de ler :shock: ). Brincadeiras a parte, eu fumava uma carteira de cigarro por dia. Decidi pôr em prática o que lia e descobri que em 10 dias meu organismo já estava livre da dependência do cigarro. Já, no fator psicológico (levantar o cigarro, tragar e soprar a fumaça), essa libertação pode demorar 10 dias, 1 mês, 1 ano ou 10 anos (no meu caso demorou alguns dias). Vai depender de você, da sua força de vontade. Quando sentir vontade de fumar, chupe uma bala, tente substituir essas ações por algo palpável pois as vezes nossos pensamentos são muito fracos e não ajudam muito.

Quer ver um exemplo: Algumas igrejas evangélicas (não é uma crítica pois sou evangélico), fazem o membro colocar um copo d'água sobre a TV e depois de uma oração (se o copo não cair sobre a TV :shock: ), elas são desafiadas a tomar aquela água e crerem que foram curadas ou libertas. O que as curou? A fé ou a oração?

Resposta: a oração ajudou bastante, mas a atitude de fé em tomar o copo d´água crendo que seria curado fortaleceu para que isto acontecesse. Infelizmente "alguns" que têm este conhecimento se beneficiam e manipulam algumas pessoas.

Jesus disse: "Se sua fé for do tamanho de um grão de mostarda, você dirá ao monte para se mover e ele se moverá".

Creia, tenha fé e seus objetivos serão alcançados.

Um grande abraço e muita paz e luz

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OI gente do GVA Como voçês estao?

to aki para agradecer as respostas de todos me ajudaram bastante vlw.

quem quiser posta mais coisas pode postar vai ser otimo aprender mais com o assunto.

obs: meu pai noa que para de fumar ele tem consiencia que faz mau mais ele nao para.

abraçao.. :pal:

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Poxa, meu pai fuma que nem um condenado tambem, já tentei de tudo para ele para, já apresentei varios argumentos ( olha que tem bastante hein) e até apelei pro psicologico dele só que de nada adianta, ele diz ainda que quer parar mas não consegue,deve ser dificil msm, não sei como ele não morreu ainda (Deus me livre disso) pois ele fuma desde os 13 anos e hj ele já tem 48 anos, espero que algum dia ele se livre desse vicio pois ele é um otimo pai :)

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Olha, o cigarro, antes mesmo de ser espiritual, é um problema físico devido a dependência que causa. Hoje em dia, a técnica que está mais funcionando é a mesma que utilizam para parar com remédios controlados, que é a redução.

Então vejamos, digamos que alguém tome rivotril há alguns anos, pra quem conhece, rivotril faz o cigarro parecer doce de leite. Bom, se a pessoa toma 2 comprimidos ao dia, ela vai tomar 1 e 1/2 por 2 semanas, depois toma 1 por 1 mês, 1/2 por 3 semanas e se quiser dividir o 1/2 pode... mas já pode retirar tudo. Dessa forma, o organismo vai se habituar com a redução sem prejudicar nem causar abstinência pesada, se comparada com o "parar de supetão".

Com o cigarro pode e deve ser feito da mesma forma, se o sujeito fuma 2 maços diários, são 40 cigarros... ele poderia ir diminuindo 5 à cada semana. Em 8 semanas ele estaria sem fumar e com certeza passará por uma crise de abstinência MUITO menor se comparado com o fumante que se diz de opinião "se eu quiser parar eu paro aqui e agora".

Abraços.

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Cigarro é mesmo um problema sério, pois além de ser um mal que prejudica violentamente o organismo do fumante, ainda pode comprometer a saúde das pessoas que convivem com ela (fumantes passivos).

Achei bem interessante a didática proposta pelo Olympio, pois é um modo da pessoa ir se desvencilhando aos poucos, bem devagar, sem causar um impacto tão forte de abstinência...

e como todos nós aqui já sabemos, "devagar é pressa!" hehe

Porém parar de fumar só é possível com a vontade da pessoa, não há sermão que convença.

O máximo que podemos fazer é tentar plantar a idéia na consciência do fumante, contudo só depende dele amadurecer essa idéia.

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