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Encontrando o Meu Cachorro


Eder
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Ano 2001.

No meio da noite, acordei sem conseguir me mexer, e então aproveitei pra sair do meu corpo, nessa época já com mais facilidade pra me desprender.

Fiquei esperando o momento de me desprender, aquela corrente elétrica toda passando, uma energia incrível, e então me desprendi.

Minha mãe estava no meu quarto, com um rodo na mão, passando pano molhando no chão, fiquei flutuando perto das pedras olhando pra ela; uma porque não entendi o motivo dela estar limpando, outra porque ela estava xeretando o meu quarto.

Só que ela estava no corpo astral, olhou pra mim de forma estranha, me perguntando o que eu estava fazendo ali em cima.

Eu estava flutuando, na frente dela, o meu corpo físico na cama, e ela me pergunta o que estou fazendo ali em cima???

Eu disse pra ela: “a gente está no mundo astral, porque que você não aproveita pra ir voar por aí ao invés de ficar aí limpando o chão? Aqui você não precisa fazer isso, você já limpa o dia inteiro quando está acordada”.

Ela me ignorou, como se eu estivesse falando bobagem.

Era incrível pra mim como ela não percebeu a estranheza de eu estar flutuando, e fui até a sala.

Cheguei à sala e minha prima estava lá, eu disse pra ela que a gente estava no astral e ela não acreditou. Então minha mãe chegou de novo.

Eu disse pras duas mais uma vez “A gente está no mundo astral” e disseram pra eu deixar de falar bobagem.

Aí eu disse “então olha só”; comecei a voar e dei uma volta na sala no ar, pra elas verem, e a minha mãe ficou preocupada achando que eu ia cair dali de cima.

Então eu disse “Ah, quer saber, eu vou lá fora voar, vocês é que tem que despertar.”

Minha mãe ficou pedindo pra eu não ir porque era perigoso; que situação absurda.

Quando saí, estava perto da escada onde uma vez afundei meu braço no chão, pronto pra sair sobrevoando a chácara, quando vi o Beethoven lá, que era um cachorro muito divertido, parecia que entedia tudo.

Só que o Beethoven estava no corpo físico e me viu, então, se deitou e quase que instantaneamente saiu do corpo dele e veio brincar comigo. Vi dois Beethovens.

Descobri que os cachorros continuam sendo cachorros no astral e não tem consciência disso, não sabem diferenciar e nem tem consciência da morte.

Como ele era cheio de energia, a hora ele chegou eu me afastei, dando risada dele, e já saí voando em seguida porque ele veio de novo. Pensei que ele fosse voar também pra me seguir mas não. Ele não tinha consciência do astral. Sair do corpo era apenas uma função natural pra ele.

Então fiquei olhando a chácara lá em baixo, o galinheiro e as árvores, coisa que adorava fazer; voando devagar ao redor do sítio, até meu corpo físico me puxar de volta.

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