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Eder

100% lúcido pela vontade

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Ano 1999.

Havia um bom tempo que eu fazia viagens astrais com pouca lucidez, havia decidido vencer aquele sono forte que sentia estando no astral. Era um sono incrivelmente forte.

Depois de muitas tentativas sem nenhum sucesso, uma nova oportunidade surgiu.

Acordei no meio da noite no estado vibracional, eu estava preso dentro daquele invólucro de novo, e não conseguia sair.

Com um grande esforço me desprendi dele, e saí de um jeito bem esquisito, fui deslizando no chão, meio de lado, com a força que fui atirado pra fora do meu corpo, até bater na parede rachada do meu quarto. Ele tinha uma rachadura enorme, que parecia que ia desabar em cima de mim.

Então, com muito sono, me levantei, eu fui caminhando até o meu corpo, mal conseguia abrir os olhos, tive que levantar a cabeça pra olhar pra ele. E fiquei de frente pro meu corpo (eu sabia que aquilo era só um condicionamento mental, que o fato de eu não conseguia tomar total lucidez não tinha nada a ver com estar com os olhos abertos ou fechados no astral; era como quando eu não conseguia atravessar as paredes, mesmo sabendo que elas não eram sólidas e que eu podia atravessá-las, mesmo assim tinha muitas dificuldades pra fazer isso).

Então, juntei todas as minhas forças pra quebrar aquele sono e tentar abrir os olhos, meus olhos quase abriam e de repente fechavam, e ficavam assim. Já estava tentando isso a muito tempo mas naquela noite eu sentia que ia conseguir. Busquei toda a força do meu coração, porque aquilo era importante pra mim, então de repente consegui abrir os olhos e quebrei aquela “barreira”, que parecia ser feita de aço de tão difícil que era quebrar, instantaneamente. Senti como se houvesse uma energia densa ao redor de mim e que arrebentei ela em pedaços pra bem longe.

Finalmente depois de muito tempo eu estava parado em pé no meu quarto totalmente lúcido, olhando meu corpo dormindo na cama, observando cada canto. Foi uma sensação de realização que me fez sentir muita paz. Era maravilhoso estar ali. E era idêntico ao mundo físico, era o próprio mundo físico aquilo, só que meu corpo estava ali na cama. Então andei por toda a minha casa, atravessei as paredes, fui voando até a pedra mais alta da chácara, onde eu ia quase todos os dias ver o pôr-do-sol, subi em cima dela, depois subi flutuando até a altura das nuvens mais altas, estava nublada aquela noite; desci e voltei pra minha casa; atravessei as paredes e vi meus pais dormindo no quarto deles, fui até a sala e o relógio da parede marcava exatamente 1 da manhã, fui até a parte de fora do outro lado, cheguei perto da escada, o Beethoven (meu cachorro) estava ali dormindo; pensei em entrar embaixo da terra pra ver como era, então fechei minha mão direita e encostei meu punho sobre o chão, empurrei pra baixo e senti meu braço atravessando o solo de concreto, meio que formigando só que senti um certo medo de entrar no solo e resolvi deixar isso pra uma outra vez quando tivesse mais experiência, e até hoje não fiz isso e nem fui ainda no fundo do mar.

Fiquei explorando a chácara aquele dia, fui até o caminho onde eu saí rolando uma vez tentando voar, vi uma coisa estranha no ar lá, um objeto flutuando na minha frente, parecia um tubo em forma de duas espirais, um azul e outro branco, nem sei como descrever e nem o que era aquilo (enquanto olhava pra ele, percebia algumas coisas das minhas vidas passadas e pensei em voltar nelas em experiências futuras e também senti que logo iria conhecer uma moça que teria bastante importância na minha vida, fato que veio a acontecer no ano 2000); nesse mesmo lugar, eu vi aquela moça lindíssima com profundos olhos azuis, pele clara e cabelos cumpridos bem pretos e ela me transmitia muito amor com o olhar, transmiti o mesmo pra ela também, só não me recordo se foi nessa experiência ou em outra porque faz tempo, mas foi nesse mesmo lugar; desci a parte de baixo da chácara e depois voltei de novo até perto da escada da minha casa onde atravessei meu braço no chão. E então senti que ia voltar pro meu corpo. Voltei e fiquei parado na cama, sem mover nem um dedo pra poder me lembrar de tudo.

Desse dia em diante passei a sair em astral sempre bem lúcido.

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