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  3. O mais provável é que seu medo tenha plasmado o que viu na cama. Em geral só vemos a cama vazia. Se ver seu corpo também desconfie que deve ser plasmagem. Sobre o cordao fino atravessandoa tv, é impossivel saber do que se trata sem seguir o fio e ver onde vai dar.
  4. esse é um tema bastante espinhoso, como deixar para tras pessoas que gostamos? e quando ha um abismo de distancia cultural/ moral / espiritual ? complicado hein. Eu sou da opinião de que temos que manter um afastamento saudável. Nem se isolar demais, nem se envolver demais com quem quer que seja eu tento por isso em pratica, mas as vezes exagero por que AMO ficar sozinho lendo e estudando, e o tempo passou e a maioria dos meus poucos amigos se afastaram por questoes naturais da vida e cada um seguiu seu rumo. dificilmente vc vai encontrar pessoas da sua idade e do seu circulo social interessadas em evolucao espiritual, energias, ocultismo etc. A maioira esmagadora das pessoas so vive na paranoia desse mundinho aqui, pensando em dinheiro / trabalho / casa / prazeres futeis, etc Nao que isso seja de todo ruim, mas isso uma hora acaba e voltamos ao pó. E ai ? o que vc vai levar de bagagem ? rs. Tente manter o equilibrio, saia com sua galera, interaja, mas nao deixe de lado sua evolução nao. abraços.
  5. Estava eu com catalepsia projetiva quando decido sair do corpo e ir ver como estava a rua, eu estava um pouco com ressaca, cansado, um pouco com medo e ansioso, e quando fui ver meu corpo deitado eu vi que tinha um demônio (espírito com características de demônio) deitado na cama onde eu estava... parecia que ele estava me puxando e rindo de mim... claro que acordei depois disso... Isso é um obsessor ou pode ser um espirito que sentiu meu medo e foi lá pra me assustar? Nunca tinha visto um antes em todas as minhas viagens astrais. Vi também um cordão fino atravessando a TV, pode ser uma conexão que eu tenha por alguém ou algo do tipo?
  6. 10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego. Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio. Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído. Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial? A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual. No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais. De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas. Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”. Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve: "Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser." Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim. Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos. Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive. Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida. Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”. Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais. Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares. Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade. A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo. O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil. Vamos lá. 1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas. Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas. Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas. Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica. O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais. Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers. Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência. 2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos. A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável. “É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém. Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não. Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar. Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”. É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa. É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam. 3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”. Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo. E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos. Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente. Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar. Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”. Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção. Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros. 4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário. Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual. Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”. Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”. Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados. Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.” Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V. O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás. Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade. A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos. Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade. A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude. 5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas. Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade. Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias. Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo. Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio. Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo. E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência. Respeite as substâncias e use-as com sabedoria. 6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo. “Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo. O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos. A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!” Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados. Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados. Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais. Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando. Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo. 7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”. “Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.” Leia: 10 coisas que os profissionais felizes fazem antes das 10h Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano. Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino. Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen. Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de m*******. É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona. A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente. No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas. 8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio. Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual. Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva. Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisões menos do que virtuosas. Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso. Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos. Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe. Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós. É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se. Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro. Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade. Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles. Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso. Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos. Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem. Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele. 9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas. Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade. Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão. Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras. Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes. Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse. Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta. O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta. Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza. A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como: Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer; Tente ficar longe de áreas abandonadas; Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você; Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso. 10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência. Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha. Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica. Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório. Não significa que não é verdade ou que não é valioso. O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas. Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade. Como Carl Sagan memoravelmente colocou: "A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual." “Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.” “A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.” Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados. Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada. O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada. Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora. Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa. Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente. Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo. Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível. Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal. Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas. Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo. Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta. Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória. Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos. Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio. Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo. Todos estamos aprendendo… Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes. Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro. É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser. A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras. Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior. A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final. Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância. No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”. No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável. Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito. Fonte: https://awebic.com/espirito/praticas-espirituais/
  7. Olá, Infelizmente sempre estaremos rodeados de gente assim. O ideal seria se afastar mesmo, se poupar, mas como muitas vezes isso não é possível, tente se manter equilibrado, de bem com você mesmo e com suas emoções, assim, essa energia ruim respinga de leve em você. Não se identifique com a negatividade alheia, pois no fim a gente acaba aprendendo algo com esses estorvos, digo com essas pessoas. Vou deixar dois links de vídeos que talvez te deem uma luz. O primeiro é de uma terapeuta que trabalha na linha do Ho'oponopono e Kabbalah, o segundo é uma coaching voltada à linha dos Mestres Ascensos. https://www.youtube.com/watch?v=_uRtEhk09rU https://www.youtube.com/watch?v=zEINEv21zP4
  8. NENHUMA forma astral merece credibilidade, a gente usa a forma que quiser, ou pode optar por nao usar nenhuma, se o que for fazer não precisar de maos para agarrar coisas.
  9. Olá, semana passada tive uma projeção patrocinada por um ser que se plasmou de dragão, ele parecia um desses reptilianos. Eu estava na cama e senti ele soltando meus braços e pernas, como eu saía e voltava para o corpo, ele veio por trás da minha cabeça e me deu um puxão no pescoço para trás, os ruídos intracranianos me deram a sensação de que ele tinha quebrado o meu pescoço, depois ele deu a volta na cama e engoliu a minha mão e começou a girar rápido. Entrei em um túnel de luz e fui parar numa sala onde havia um pequeno jovem sentado tristonho a espera de uma sentença. O dragão se transformou em um juiz e me esperava numa sala ao fundo. Ele me deu uma bronca verbal sobre coisas que eu de fato fazia quando estava acordado e me colocava a questão da responsabilidade que eu iria assumir ao lado daquele espírito tristonho que me aguardava lá fora. Jogou na minha cara que eu era próspero demais para ficar me queixando da vida, mas perguntei porque ele só parecia falar de costas para mim. Ele não respondeu propriamente mas acordei pensando sobre isso e desconfio que seres reptilianos na verdade podem ser mera fantasia. Esse ser que patrocinou a projeção não tava a fim de perder sua lucidez e precisava dar seu recado certeiro para mim e talvez tenha encontrado uma forma inteligente de eu não ficar o desconcentrando.
  10. Obrigado @Fly.1978, eu ja tinha visto na net essa técnica de corte de cordão energético, e estava a procura dela. Comigo ocorre parecido com o que diz a nota da técnica. Se eu mentalizo amor e perdão ao desafeto pra desfazer qualquer ligação, não demora e a pessoa aparece perturbando, como se fosse uma necessidade dela. O Dalai Lama diz que encarar pessoas difíceis é uma oportunidade que temos de testar e aprimorar nossa paciência e compreensão, mas que se for daquelas bem difíceis é melhor sair correndo kkk.
  11. HOMEOPATIA NA UNIVERSIDADE PÚBLICA Bate-papo com a professora Dra Edazima Bulhões, especialista em homeopatia, sobre a criação da disciplina obrigatória Homeopatia e Práticas Integrativas da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). https://www.youtube.com/watch?v=Qj9IpJckyXQ
  12. Eu acredito que haja sim muitas pessoas boas e que façam o bem, e ainda assim tenha uma "galerinha" colada , pra assediar. MInha mãe é um exemplo clássico. rs Voce nao citou as tecnicas que usa, enfim, acho que as que te falarei sao bem simples ,e ao menos comigo esta funcionando. Eu atualmente trabalho com um cara que é meu superior hierarquico. Pense num sujeito perturbado. Alem de bipolar, ele é RUIM, ruindade raiz mesmo, uma pessoa extremamente dificil, intempestiva e com pessimo astral, deixa o ambiente pesadissimo. Me gerava muito desconforto a presença dele ate chegar num ponto que fui pedir ajuda especializada pra "cortar" minha conexão com essa criatura, mesmo trabalhando com ele, so 3 x por semana ( juro, que se fosse todo dia, eu nao iria aguentar) comecei a fazer oraçoes especificas parar perdoar o mal que aquela pessoa me fazia ( ele é agressivo e chucro), e comecei a ir trabalhar com o umbigo tampado com um esparadrapo ( essa voce deve conhecer) nao sei se tentou essas coisas, ao menos pra mim esta ajudando um pouco, ja deu uma amenizada no clima, a baixa energia dele nao esta me "derrubando" como antes. mas o que me deixou mais em paz, foi fazer um ritual de " corte energetico" com a pessoa em questao. Achei no google em um site sobre espiritualidade, vou copiar e colar pra vc : Como fazer: Em primeiro lugar, é essencial que a nossa mente se encontre calma e segura, para conseguir agir com clareza e racionalidad, evitando que emoções negativas nos perturbem. Comece por expressar a intenção de se perdoar a si próprio e à outra pessoa, porque se não o fizer não conseguirá libertar-se dela, pois estará ainda preso ao ressentimento. Se tem dificuldade em perdoar, até porque há situações que de facto são imperdoáveis, pense que ao perdoá-la está a fazer um favor a si próprio, não a ela. Está a permitir-se A SI a seguir em frente. Nem todos os cordões energéticos estão localizados no chakra do coração ou no do plexo solar. É importante, por isso, identificar onde eles se encontram, para poder cortá-los. Deite-se de costas, feche os olhos e descontraia inspirando e expirando profundamente, durante alguns minutos. Concentre-se em cada parte do seu corpo, desde a ponta dos pés até à cabeça, devagar, e preste atenção ao que sente em cada uma delas. Faça este exercício sem pressa nem pressão, por vezes a urgência em obter um resultado impede-nos de o conseguir. Sinta-se a si próprio, simplesmente. A parte do seu corpo onde sente maior peso e densidade é aquela onde se encontra o maior cordão negativo que precisa de ser cortado. Preste atenção a uma sensação de cansaço numa área, um peso que pode ser maior ou mais ligeiro, uma espécie de sombra. Concentre-se nessa área e procure compreender que emoção ou crença nossa permitiu que aquele cordão ali fosse criado (por exemplo "Eu acreditei que ele era o homem da minha vida"). Uma dica para compreender quais são os cordões positivos e quais são negativos consiste em sentir, em cada área do seu corpo, se a energia entra ou se sai. Os cordões negativos "empurram" energia negativa para dentro de nós, fazendo-nos sentir como se algo estivesse a pesar, a forçar a entrada. Os cordões positivos emanam uma energia positiva a partir de nós, que irradia de uma forma leve e pura. Para além disso, normalmente os cordões negativos encontram-se no chakra do plexo solar, acima do estômago, já que é esse o nosso centro de poder e de controlo da nossa energia. Os cordões negativos são densos e nascem de emoções como o medo, a raiva, o controlo, a frustração, o desejo, o ressentimento, a insegurança, a rejeição, a procura de benefícios materiais, por exemplo. A sua vibração é densa. Quanto mais emoção, tempo e energia investimos numa relação com uma dada pessoa, mais forte será esse cordão, apresentando maior resistência. Quando conseguir detetar o cordão visualize-o e veja-se a cortá-lo com uma tesoura ou com uma faca, com um golpe seco, completamente. Depois, veja-se a enviar energia positiva, de amor, para o local onde o cordão foi cortado. Esta energia pode ser branca, luminosa, dourada, cor-de-rosa, sendo sempre leve e positiva. Não deixe a ferida aberta, para que ninguém possa tirar-lhe energia a partir dela. Pense naquilo que mais ama e envie essa energia. Repita este corte em todas as áreas do seu corpo onde sente que existem cordões emocionais negativos. Depois, peça ajuda ao seu Anjo da Guarda e ao Arcanjo Miguel para o libertar de todos os cordões negativos, dizendo em voz alta: Peço aos meus Anjos e Guias Espirituais que me ajudem a libertar para sempre de (dizer o nome da pessoa). Que vamos os dois em frente livres de amarras e da ligação que tivemos nos passado. Peço ajuda para seguir em frente. Agradeço as lições que aprendi e que dei, mas de hoje em diante já nada me liga a esta pessoa. Peço que neste momento todos os cordões energéticos e físicos sejam cortados, e que todos os laços entre nós sejam dissolvidos e libertados, e que toda a energia regresse ao sítio de onde veio. É minha vontade que não haja mais trocas energéticas entre mim e (dizer o nome da pessoa). Comperdão e paz peço que se afastem de mim e que eu me afaste dele/a. Invoco agora o Arcanjo Miguel para que com a sua espada sagrada corte todos os cordões que me prendiam e que limpe a minha energia com a energia pura do amor de Deus. Ámen. É natural que se sinta um pouco confuso, instável e inseguro depois de fazer estes cortes. Procure estabilizar, concentrando-se naquilo que mais importa na sua vida. Sinta-se ligado à energia do Céu e da Terra e sinta que faz parte do Universo, que tem um propósito e uma razão de existir, e que a sua vida importa mais do que todas as ligações que estabelece ao longo dela. Se não acredita que este ritual pode realmente resultar, pense que TUDO NO UNIVERSO É ENERGIA. Ao fazer um corte energético, ao visualizar-se a fazer esse corte, está a emitir essa energia. E é isso que se manifesta depois no plano físico, na sua vida. NOTA MUITO IMPORTANTE: Quando cortamos um cordão emocional negativo com outra pessoa, essa pessoa pode senti-lo energeticamente, porque deixa de conseguir retirar energia de si para se alimentar a si própria. Por isso, é possível que entre em contacto consigo e que procure uma reaproximação, para voltar a criar novos cordões energéticos. Tenha cuidado. Lembre-se que aquilo que não nos faz bem não tem razão de existir na nossa vida. Pode fazer este ritual em qualquer altura, mas ele é especialmente eficaz em períodos de viragem energética, tais como o início do ano, o início das estações, os equinócios e solstícios, a primeira noite de Lua Nova ou de Lua Cheia. Não acho que haja limites para a proteção, tudo depende do seu estado de espírito, voce nao pode deixar a vibração ruim da pessoa ter ressonancia em voce. use o maximo de tecnicas que forem necessarias, quanto mais seguro se sentir, menos influencia a pessoa terá sobre voce. Vou te falar que ha muitos anos eu nao me encontrava numa situacao tao dificil, lidando com uma pessoa tão trevosa e baixa energeticamente. Esta sendo um grande desafio para mim. Boa sorte para nos !
  13. Não esqueça que pela teoria do big bang teria havido uma suposta grande explosão, que deu origem ao nosso universo material. So.cientistas acreditavam nisso e que o universo ainda estábse expandindo em função dessa primeira explosão.... Há quem veja nisso a " boca de saída" de um buraco negro, ou seja, o ponto central de expansao da matéria aqui neste universo seria o buraco negro de outro universo. Da mesma forma como os buracos negroa do nosso universo podem ser ralos de escoamento de matéria para outros universos, se do o big bang deles. Porque como o universo nunca parou de expandir, isso sugere algum tipo de fluxo que se extende a uma taxa constante. Pare entender melhor leia "Uma Breve Historia do Tempo", de Stephen Hawking ( mas é provável que os livros seguintes dele também sirvam. Mas como eu só li esse primeiro, em 1989, não temho certeza se os outroa tratam disso também. Se não me engano o "Universo numa casca de noz" é basicamente o mesmo livro, porém ilustrado)
  14. Earlier
  15. Questionamento oreganizado da madrugada. Alguém tem alguma teoria sobre qual a função do buraco negro? Sempre pesquisei mas nunca achei nada, não sei se há em algum livro psicografado ou algo do tipo. É muito provável que as galáxias tem 1 buraco negro super massivo no centro, mas qual a utilidade de algo que devora a matéria?
  16. Tem razão Ju, vou começar a fazer essas práticas no cotidiano Obrigado
  17. Oi, Saulo. Postei este relato no Youtube no seu FAQ 496. Oi, Saulo, tudo bem com você? Parabéns pelo jeito que lidou com a desencarnação da sua mãe. Realmente deve ser difícil, mas com o conhecimento espírita as coisas ficam mais claras e podemos entender melhor. Espero que ela esteja num lugar bom e acolhedor para ela continuar sua jornada. Tenho um relato a fazer e gostaria de saber se pode comentar um pouco sobre ele. Anteontem tive um "sonho" (ainda não sei se foi sonho lúcido ou saída do corpo) onde eu me via em uma casa de praia que era da minha família, aparentemente eu estava em espírito lá. Depois fui subitamente puxado, flutuando, para um local perto da casa, que era parecido com um terreiro de macumba. Sou puxado até próximo a uma mulher que está falando e fazendo tipo um ritual de evocação no centro do lugar e me vejo no meio de um círculo perto dela desenhado no chão, na areia, com algumas coisas nele, que não me lembro o que eram. A mulher continua a falar umas coisas que também não lembro e gesticular bastante com as mãos e todo o corpo. Outra pessoa por trás de mim fala algo que consigo lembrar, como "Chegou um tipo F1" ou coisa parecida, não entendi o que ela quis dizer. Eu estava semi-consciente e sentindo bastante medo e lembro de ter sido puxado de novo para outra parte no mesmo lugar ainda. A mulher continuou a gesticular mais e mudar a forma do rosto para algo bem feio. Então pude falar "Mas eu sou bom, sou uma pessoa boa...". Não sei porque falei isso, não lembro, mas disse. Depois, com um pouco mais de consciência do que estava acontecendo, chamei pelo meu mentor, dentro da minha mente apenas, e pedi ajuda, para me tirar daquele lugar. Foi quase que instantânea a resposta dele na forma de que voltei ao corpo e acordei de supetão, como se literalmente meu espírito estive sido trazido abruptamente para o corpo. Foi bastante estranha a experiência e bem real também. Sou espírita, faço evangelho no lar, respeito as outras religiões, não tenho nada contra umbanda, macumba, mas não frequento nenhum lugar desses. O que você acredita que aconteceu ai? Obrigado!
  18. Legal sempre trazer esse assunto, embora já tenha sido tema de vários tópicos aqui. Dá uma pesquisada pelo fórum que devem ter algumas discussões respeito que podem ajudar 😉 https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19364-como-conciliar-materialidade-e-espiritualidade-na-vida-cotidiana/
  19. Muito legal a dica, Sandro, vou ouvir! É bom até pra servir como exemplo para que a gente evite ficar tentando doutrinar as pessoas a pensar da maneira que a gente pensa, coisa que eu mesma ainda me flagro fazendo umas tantas vezes, bem "crente chato" kkkk. Existem tantos pontos de vista diferentes sobre o mesmo assunto...
  20. Rafael, Não trabalho no momento e minha faculdade é a noite, então certamente minha rotina não é tão corrida quanto a sua. Eu ainda tenho liberdade de horário de sono por exemplo (aliás, meu horário de acessar o GVA é sempre madrugada kkkk) e normalmente tenho tempo livre durante a tarde. Mas mesmo assim sempre tenho uns afazeres e não tenho tanto tempo livre assim, raramente consigo dedicar uns minutos pra meditar propriamente, então acho que a dica aplica. E a dica é aplicar a espiritualidade fazendo as coisas simples. Por exemplo tentando praticar o controle dos pensamentos e aplicando o mindfulness quando está andando na rua, no ônibus, comendo. Assim mesmo que você não consiga dedicar aqueles minutos diários meditando ou com suas práticas você também tá exercitando a capacidade de ficar lúcido em vigília, que é o que rege a lucidez nos teus sonhos lúcidos ou projeções depois, quando você irá dormir. Depois que comecei a ficar mais ligada comecei a ter uns sonhos bem lúcidos, coisa que NUNCA tinha acontecido. E olha que minha lembrança pra sonho sempre foi bem boa, é raríssimo eu não lembrar de pelo menos uns 3 sonhos por noite, isso desde criança. Outra coisa, vale lembrar que até ano passado eu aplicava o EV diariamente mas nunca tinha lucidez em sonhos. Esse ano comecei a fazer só a "limpeza mental" e consegui ter lucidez. Então pode funcionar.
  21. Boa noite. Vou postar uma live com uma das maiores especialistas em abdução do mundo. É uma brasileira. Aqui está um link sobre ela: https://brazilianspace.blogspot.com/2018/08/psicologa-gilda-moura-ministra-palestra.html A live (como muitos assunto interessantes): https://youtu.be/4LOLDGXmD0k
  22. Olá, boa noite ! Estava lendo um artigo de revista de Filosofia , e achei interessante digitalizar e postar aqui para debates. Vou pensar em algumas indagações... eis o texto em baixo: Assunto: Individualista, Eu ? [Pensadores destacam o lado positivo desse comportamento?] De individualista, ninguém gosta ser chamado. É quase uma ofensa. O termo ganhou significado pejorativo ao ser relacionado com egoísta , de quem só pensa em si. Mas essa livre associação não é de todo correta. Alguns pensadores até valorizam o individualismo , em seu lado positivo , é claro. E sim, ele tem um lado bom: o de consolidar os direitos subjetivos, como a liberdade individual , por exemplo. O problema está no extremo, a pessoa individualista pode desenvolver um descaso pelo coletivo e tornar-se auto-referente. O individualismo é produto do nosso tempo , assim como o coletivismo predominou em outras épocas. Hoje, somos culturalmente condicionados a agir dessa forma. E, se não há escolha, é bom entender melhor o que é isso. A ideia mais comum que se tem sobre o individualista é a de alguém que só pensa em si mesmo, não se importa com os outros e nem com o mundo. Seriam pessoas com dificuldade de relacionamento e isoladas da sociedade. “ Essa é uma noção meio moral sobre o que é individualismo. Mas, antes de pensar dessa forma, precisamos entender as raízes do seu comportamento” , explica Dulce Critelli, professora titular da pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e terapeuta existencial. Do ponto de vista filosófico, a noção de individualismo está radicada lá em Aristóteles. Para ele, todas as coisas são indivíduos em si, ou seja, são o que são, independentemente do meio em que se encontram. Sendo assim, um vaso é sempre um vaso por si mesmo, explica Dulce. A noção que vingou entre nós foi a aristotélica. “ Nós desconstruímos tudo: a medicina, a educação, a política, a convivência social. Tudo o que fazemos é com a crença de que o que existe é de forma individual e por si só. Essa é nossa concepção de base”, explica Dulce. Mas os gregos antigos não entendiam o mundo dessa maneira. Para eles, a vida cotidiana se dava de forma isolada. Na origem de nossa civilização ocidental, a experiência era conjunta , de uma vida com os outros. O que cada um dizia , o testemunho do outro sobre nossas ações, isso era o importante. É na Idade Média que essa condição começa a se modificar, lembra Dulce. E o que muda ? A preocupação do grego era com o bem comum e o ideal máximo era a conquista da imortalidade. Eles percebiam que a natureza era cíclica , tudo morria e nascia de novo. Já o homem , apesar do nascimento e da morte , não se repetia como a natureza. Cada um era exclusivo. A única forma de se imortalizar era deixar na memória das gerações futuras. Assim surge o ideal dos heróis gregos, que lutam e dominam outros povos não para saquear e subjugar, mas para mostrar que são bons guerreiros. Esse ideal grego de glória , sempre perseguido , garantia uma lembrança futura , seja por ações em batalhas ou por discursos. 'E o que essa história toda tem a ver com o comportamento individualista da época contemporânea ? ' - pode-se perguntar. É que o ponto de partida para uma concepção mais individualista da vida é exatamente o desaparecimento desse ideal dos heróis gregos. Se antes se perseguia a imortalidade , na Idade Média essa busca vai dar lugar ao desejo de eternidade. Quem passa a ser imortal e eterna é a alma e não mais a memória de alguns homens , lembrados por várias gerações por seus feitos. E o caminho para que a alma se torne eterna quem conhece são os padres, eles têm o poder de salvar a alma humana. O homem deixa de procurar a glória ou o bem comum e começa a cuidar de seus próprios negócios , de sua vida particular. A vida em comum é deixada aos cuidados dos reis e dos padres. “ A alma passa a ser uma questão da igreja e a vida pública , uma questão do governo. Com isso, há um afastamento dos homens”, explica Dulce. Ela explica que nossa noção de indivíduo é politicamente conveniente, porque para os governos é mais fácil que cada um cuide de si e não participe da vida comum . Como foi conveniente na Idade Média esse afastamento da vida pública para os reis e a igreja. “ É importante provocar essa reflexão ou a discussão fica muito superficial. Parece que as pessoas teriam, sozinhas, a escolha de ser ou não individualistas, quando é a cultura e a própria estrutura de vida que provoca isso nelas”, afirma Dulce. Foram vários os fatores históricos, além da morte do ideal de um herói grego, que colaboraram para o surgimento do individualismo. Já vimos como a igreja , ao introduzir a crença na salvação da alma, afastou os homens da vida pública. Mas a interferência religiosa não pára por aí. A Reforma Protestante foi uma forma de valorização do indivíduo , explica Cesar Augusto Ramos, professor de Ética e Filosofia Política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Com a Reforma , a religiosidade passou a ser um fenômeno do coração e da consciência , o crente conquistou o direito de sozinho falar com Deus e de ler a Bíblia em seu próprio idioma, fiz Ramos. Mas nem todo o pensamento individualista foi desenvolvido a partir de interferências religiosas. Fatores econômicos também contribuíram. Com o surgimento da manufatura e, logo depois, da indústria e do capitalismo, o homem passou a ser ele próprio uma força de produção. O trabalho assume a forma de uma atividade individualizada , explica Ramos. Outro elemento econômico e jurídico é o fato de o indivíduo tornar-se capaz de contratar e de ser contratado. A força de trabalho de cada um começa a poder ser vendida no mercado. “ Antes , as pessoas, junto com os instrumentos de produção , estavam vinculadas à terra e aos costumes. As relações de trabalho eram comunitárias. Com essa mudança, os indivíduos se isolaram um dos outros”, diz Ramos. Um aspecto que ajudou nessa transformação foi a constituição dos direitos subjetivos ; entre os mais importantes deles está a liberdade individual. Cada indivíduo passou a ser visto como um sujeito dotado de capacidade para agir e para pensar por si próprio. Antes disso, a liberdade era objetiva , explica Ramos. “ Para os antigos, era livre quem não era escravo. A liberdade era um status social, não se conhecia a ideia de um direito subjetivo” , diz o professor. Esses e outros fatores levaram à constituição de um novo paradigma de comportamento : o individualismo. Com uma fase positiva e outra negativa, o individualismo é contraditório. Se por um lado é uma conquista da sociedade , na medida em que se conhecem determinadas qualidades importantes para o desenvolvimento do ser humano e da humanidade – como a dignidade da pessoa , a autonomia dos indivíduos, a privacidade, a subjetividade e os direitos individuais, sobretudo a liberdade individual – por outro lado traz determinados riscos. E o risco maior é a exacerbação do individualismo. Quando essa atitude é superdimensionada, o indivíduo passa a sofrer uma certa patologia. Na tentativa de valorizar sua autonomia e seus direitos, ele se isola e se torna auto-referente, explica Ramos. Assume atitudes egoístas de rompimento com os laços comunitários, o que leva a dois fenômenos descritos por alguns autores, como R. Sennet e Lipovetsky: a morte do espaço público e, junto com essa morte, a cultura do eu. Para esses autores, o indivíduo contemporâneo e pós-moderno , em vez de valorizar a dimensão filosófica que dá a individualidade o caráter de traço essencial do ser humano, acabou valorizando a dimensão psicológica e intimista desta. Com isso, chegou-se a uma era a que se pode chamar de consumo da consciência , com práticas de alcance espetacular de mercado, como a autoajuda, o esoterismo, o culto do corpo e a religiosidade como fuga da vida pública, explica Ramos. “Paulo Coelho é um fenômeno que explica isso. A autoajuda é uma busca de forças pessoais , uma forma de realização ligada ao indivíduo. São características da exacerbação ligada ao individualismo e da autorreferência”, diz Ramos. O homem passa a buscar em si mesmo tudo o que é necessário para torná-lo feliz, sem precisar da ajuda do outro. “ Há progresso e desenvolvimento das capacidades do ser humano, mas alienação”, afirma o professor. Qual seria a solução para esse mal ? Voltar à forma de vida em que há predomínio do coletivo ? Para Ramos , é complicado defender esse retorno. As condições sociais, econômicas e filosóficas tornaram difícil retornar a integração do sujeito à totalidade. “ Por outro lado, observamos, a despeito da cultura do do individualismo, formas cada vez mais intensas de recuperação de laços comunitários”, afirma o professor. Ele dá como exemplo a internet. Ao mesmo tempo que é isolada e autorreferente (continua o usuário a um espaço solitário, compartilhando apenas com o computador), a internet conecta um ao outro. É uma inovação tecnológica que permite ao homem se defrontar com essas duas tendências fortes do ser humano: o coletivismo e o individualismo. O ideal, segundo Ramos, não é abandonar o individualismo e retornar ao coletivismo , mas , sim, conciliar esses dois comportamentos. “No extremo, os dois são negativos. O holismo [coletivismo] exacerbado pode propor a existência de um partido único ou de um guia único que salva a todos. Já o individualismo não se preocupa com a política, não se interessa em fazer eleição ou não se envolve com a direção do governo”, explica Ramos. Essa tensão, entre comunitarismo e individualismo, existe nos dias atuais e pode ser notada nos conflitos entre o público e o privado, entre os direitos individuais e os direitos coletivos. Um exemplo é a crise do meio ambiente e todas as manifestações que tentam reverter essa situação. “ A degradação do meio ambiente vem da ideia básica e individualista do direito de consumo : 'eu compro um carro porque o dinheiro é meu e pago imposto'. Não se pensa nos prejuízos para gerações futuras”, diz Ramos. É uma questão que envolve o ecossistema, a totalidade, e precisa ser resolvida por uma mentalidade que abandone o sujeito como centro. A professora Yolanda Gloria Gambua Muñoz, do curso de Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, vai contra essa corrente que divide os comportamentos em individualistas ou coletivistas. Para ela, o individualismo não é uma questão que pode ser deslocada do todo integrado. “ O individualismo está ligado ao coletivo sempre. Os dois ocorrem ao mesmo tempo”, explica. E vai além. Gloria segue uma corrente de pensadores que valorizam o individualismo. “Mas sem pensar em indivíduos isolados”, diz. O valor negativo estaria na palavra sujeito, que carrega a sujeição a modelos dados. A professora defende uma nova forma de subjetividade , que procura seguir não os padrões estabelecidos pela massa, mas um outro modelo, o “não-dado”. É uma sujeição a si próprio e não ao outro”, explica Gloria. Contra esse nivelamento imposto ao sujeito, o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard foi um dos primeiros a levantar críticas. Para Kierkegaard , a finalidade do homem deve ser tornar-se um indivíduo, ou seja, um ser de relações consigo mesmo , com os outros e com Deus, explica Silvia Saviano Sampaio, professora de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) . O indivíduo é o oposto do homem da massa e do homem hermético, isolado dos outros homens. Silvia explica que, para Kierkegaard, “o importante é que o homem deixe de viver por hábito e encontre uma verdade pela qual queira viver e morrer. A violência e a brutalidade são consequências da ausência de interioridade. Pois, sem interioridade não se possui nada, nem individualmente, nem em comum”. Buscar algo que interesse só a si próprio é um traço de individualismo que pode parecer egoísta. Mas Gloria não encara isso como negativo. Ela vê no individualismo de algumas ações meios para promover o benefício do todo. “Mesmo que a princípio não fosse esse o objetivo”, diz a professora. Para explicar esse raciocício , ela recorre a Nietzsche. O filósofo desmistifica a ideia de que se deve trabalhar por grandes ideais coletivos, ou para se ficar na história. Para ele, o trabalho deve ser feito é bom e gosta de praticá-lo, explica Gloria. E uma ação que em tese é restrita aos interesses de uma pessoa em particular pode vir a se tornar útil a todos. “ Um estudo científico pode ser muito específico e, em teoria, só interessar a uma pessoa, que gosta da área. Mas ele pode acabar proporcionando descobertas que beneficiem outros seres. Ser egoísta , neste sentido, não é algo negativo”, afirma Gloria. Outro exemplo dado é o de um colecionador particular de arte. Seria egoísmo puro e negativo se a coleção permanecesse restrita àquela pessoa. As ações e motivações podem ser individualistas , mas é preciso extrapolar para o coletivo em algum momento, explica Gloria. Os pensadores que defendem esse raciocínio não trabalham com divisões dicotômicas – como o Bem e o Mal, o individual e o coletivo. “Tudo faz parte de um mesmo novelo, está interligado”, diz a professora. E, como está entrelaçada, às vezes uma ação individual serve ao coletivo , não por objetivo, mas por consequência “, explica Gloria. Para a professora, os homens alteram os momentos mais individualistas ou mais coletivistas. “ Em certas épocas , uma pessoa pode ser totalmente individualista. Talvez esteja muito mal. Mas depois que se recupera , passa a ajudar. Não se deve rejeitar o egoísta porque ele pode estar passando por um estágio transitório. As forças costumam se voltar contra si próprio em certos momentos ; o condenável é ficar nisso para sempre. Essas forças devem extrapolar e ir para o coletivo”, diz Gloria. O individualismo é condenável no sentido de acumular coisas e nunca pensar no próximo. Mas, se o coletivo permeia todas as relações, de onde vem a crítica ao individualismo de nosso tempo ? O abandono que se nota não é das relações coletivistas , mas do espaço coletivo. “ As pessoas, hoje em dia, ficam mais isoladas em casa , não existe mais a força da praça pública. E a saudade que se tem é disso, destes espaços onde ocorriam os atos públicos”, diz Gloria. Os espaços públicos, por outro lado, começam a ser criados de maneira diferente. Não existem mais a praça, mas surgiram os sites na internet, onde as pessoas se vigiam. “ Ainda não morreram os espaços coletivos , deixando as pessoas isoladas”, explica Gloria. Mas, de fato, eles perderam força. Hoje em dia, cada um cuida da limpeza da própria casa, mas deixa a praça pública de lado , por exemplo. “ É um pensamento de que o espaço coletivo não é dele e pronto. Essas críticas ao individualismo, em certo nível, são pertinentes”, afirma Gloria.
  23. Doctor Strange’s first class https://www.youtube.com/watch?v=eT5VSjGmELM The Ancient One: The language of the mystic arts is as old as civilization. The sorcerers of antiquity called the use of this language spells. But if that word offends your modern sensibilities you can call it a program, the source code that shapes reality. We harness energy drawn from other dimensions of the Multiverse to cast spells to conjure shields and weapons to make magic. Dr. Stephen Strange: But even if my fingers could do that my hands would just be waving in the air. How do I get from here to there? The Ancient One: How did you get to reattach severed nerves and put a human spine back together bone by bone? Dr. Stephen Strange: Study and practice, years of it. https://www.moviequotesandmore.com/doctor-strange-best-quotes/ https://translate.google.com.br/
  24. Boa tarde como vocês conciliam a rotina pesada do dia dia e a espiritualidade e experiência extra corpórea? Antes eu só trabalhava mas agora comecei a faculdade também , então saio bem cedo e chego bem tarde em casa, e chego bem cansado , e está difícil conciliar a rotina diária e a espiritualidade , fazer as técnicas por exemplo, voltei a ter aquele apagões ( dormir a acordar sem nem mesmo me recordar dos sonhos. Acredito que muitos aqui já passaram ou ainda passam por essa rotina pesada, então abri o tópico para saber como conseguem " burlar" o dia dia e conciliar a espiritualidade. Abraço.
  25. Eu tenho com alguma frequência esse tipo de experiência em que, num estado alterado de consciência entre a vigília e o sono, ouço por um breve período o que me parecem ser meus próprios pensamentos expressos pela minha própria voz, mas sem a sensação comum de que eu estou no controle desse pensar. Para mim, estou ouvindo claramente a minha mente, nada externo. O meu entendimento é de que é simplesmente minha mente funcionando de forma autônoma enquanto minha consciência vacila. A minha experiência com meditação já me sugere que a mente tem uma "vida própria" e que a nossa identificação habitual com ela é equivocada, como afirmam diversas tradições espirituais. É uma experiência interessante, pode ser um pouco chocante nas primeiras vezes, mas não acho nada "de outro mundo". Penso que vale observar e a partir daí levantar, pela própria experiência, esse tipo de reflexão sobre o ego, a inexistência de um eu unificado no ser humano comum, etc.
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