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SimplesViajante

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  1. Olá @maiconandrade É desafiador oferecer uma resposta precisa sobre o bloqueio que você experimentou. A consciência humana e as energias sutis que nos permeiam são domínios vastos e muitas vezes misteriosos. A continuidade de sua prática e estudo, juntamente com o registro detalhado de suas experiências, sensações e qualquer memória ou insight que surgir, pode proporcionar uma base sólida para futuras reflexões e discussões. Este processo de documentação consciente pode se tornar uma ponte entre o visível e o invisível, ajudando a trazer luz às áreas sombreadas de sua memória e energia. É relevante destacar que as descobertas e os desbloqueios podem vir em ondas (fragmentos de experiências que transcendem as coordenadas usuais de tempo e espaço), e cada passo no caminho é um movimento em direção a uma maior compreensão e integração. A jornada espiritual é muitas vezes marcada por ciclos de revelação e integração, e sua atitude observadora é um trunfo valioso nesse processo. A verdadeira sabedoria e discernimento muitas vezes vêm de dentro (permita-se estar aberto para o que emergir). A gentileza e paciência podem ser os instrumentos através dos quais a clareza e a compreensão florescem. Observação Possíveis Respostas É possível que, durante as visitas a diferentes egrégoras com sua mãe, algum tipo de bloqueio energético pode ter ocorrido, possivelmente como uma forma de proteção ou reação a energias ou experiências percebidas. Se a sua mãe estava explorando diferentes vertentes espirituais, é possível que algumas energias ou entidades espirituais possam ter interagido com sua energia ou consciência de alguma maneira. As crianças são altamente sensíveis e podem absorver ou reagir às emoções e experiências de seus pais de maneiras sutis. Se sua mãe estava passando por uma fase turbulenta, isso pode ter refletido de alguma maneira em sua própria experiência psicológica Auxílio/Apoio Registro: Manter um registro consciente das memórias que emergem, notando a falta de temporalidade e localidade, pode ser um exercício esclarecedor. Este registro pode se tornar um mapa de exploração. Meditação: A prática meditativa pode oferecer um portal para navegar as ondas de memórias que chegam. Através da quietude e observação, podemos começar a acessar e integrar esses fragmentos de experiências que transcendem o tempo e o espaço. Mentores: Compartilhar e explorar essas experiências com uma pessoa e/ou grupo alinhando a tua espiritualidade pode proporcionar insights adicionais e uma compreensão mais profunda da natureza dessas memórias. Aceitação: Respeitar a natureza misteriosa e expansiva da consciência pode facilitar uma relação mais harmoniosa com o processo de recebimento de memórias (recebemos o que estamos preparados para compreender). Um fraterno abraço
  2. Olá @Sidinei Primeiramente, parabéns por sua experiência lúcida! Experiências como essas são sempre enriquecedoras e nos trazem muitos insights sobre a nossa natureza multidimensional e o universo ao nosso redor. A sensação de flutuar na cama e a percepção de teias de aranha se desfazendo em sua visão são descritas frequentemente por projetores. Estas são sensações associadas à descoincidência e à adaptação do corpo astral em relação ao ambiente astral. A música "Angelis" de Elbosco é realmente linda e inspiradora. É possível que ela tenha atuado como um catalisador para a sua projeção, ajudando a criar um estado mental e emocional propício para a experiência. As vibrações e emoções que a música desperta podem ter ajudado a sintonizar sua mente com frequências mais elevadas, facilitando a projeção consciente. Quanto ao ser que você encontrou, é difícil dizer com certeza quem ele era. Os mentores, de fato, são seres de grande sabedoria e amor, mas o plano astral é vasto e habitado por diversas consciências. Pode ter sido um mentor, um amparador ou até mesmo outra consciência em trânsito. O importante é refletir sobre o que você sentiu durante esse encontro e o que pode aprender com ele. Às vezes, a mensagem não está nas palavras ou ações diretas, mas nas sutilezas da experiência. A sua atitude de se colocar à disposição para ajudar é louvável. Muitos projetores experientes relatam que a intenção de auxílio e de servir ao bem comum pode abrir portas e criar conexões mais profundas no astral. Um fraterno abraço
  3. Moro em Gravataí/RS! 😊 Se estiver por perto e quiser trocar uma ideia, será um prazer conversar com você ( manda uma mensagem no privado 😉).
  4. Prezados!! Quando alguém afirma que ficou a noite inteira projetado, é possível que esteja se referindo tanto a múltiplas saídas lúcidas do corpo em sequência quanto a uma única e extensa projeção. Ambos os cenários são factíveis. Tomando como referência a minha única/profunda/extensa experiência, onde estive mais de 6 horas projetado numa região umbralina, afirmo que projeções de longa duração são possíveis. Nessa ocasião, interagi com diversas consciências, muitas das quais eram familiares e acolhedoras. O cenário e as interações foram tão vívidos e lúcidos que me permitiram explorar o ambiente e compreender melhor a dimensão e a importância do trabalho realizado naquele espaço. As reflexões de @sandrofabres ecoam com o que vivenciei. A recepção calorosa e a clareza de consciência que experimentei durante a projeção parecem indicar um propósito maior, alinhado com uma missão ou tarefa. Esta atmosfera de cordialidade e as interações profundas levam-me a ponderar que, frequentemente, a espiritualidade tem um interesse especial em orquestrar e patrocinar essas experiências mais extensas, guiando os projetores para situações e ambientes específicos. Um fraterno abraço
  5. @Sidinei Entendo suas dúvidas em relação às experiências que tem tido em cemitérios, sejam elas sonhos ou projeções conscientes. A natureza recorrente dessas experiências, especialmente dada a proximidade de sua residência a um cemitério, pode realmente suscitar questionamentos. Um fator influente, conforme registrado por diversos projetores, é a prática da intenção clara/bem definida aliado ao registro sistemático. Ao se deitar, considere estabelecer uma intenção firme de projetar-se conscientemente para o cemitério próximo à sua casa. Visualize-se lá, imergindo nos detalhes e na atmosfera do lugar. Adicionalmente, registrar minuciosamente cada experiência pode ajudá-lo a identificar padrões e nuances que, de outra forma, poderiam passar despercebidos. Se, durante uma dessas experiências, você se encontrar no cemitério, tente intensificar sua sensação de presença no ambiente. Uma forma de fazer isso é esfregar as mãos ou interagir com os objetos ao redor. Além disso, faça a si mesmo perguntas sobre a natureza da experiência, questionando se está em um sonho ou em uma projeção. Isso pode ajudar a clarear sua consciência e fornecer mais compreensão sobre o que está vivenciando. Na forma de diagrama, considere: Intenção Pré-Projeção -> Técnica do Alvo -> Registro Detalhado -> Aprofundamento da Lucidez -> Questionamento Consciente -> Estudo e Prática Continua Com o tempo, a combinação deste fatores tenderão a proporcionar uma compreensão mais clara. Desejo uma boa investigação. Por favor, nos atualize das tuas investidas. Um fraterno abraço
  6. Oi @Sidinei Agradeço o detalhamento 🙏 Identifico vários pontos que tornam difícil determinar se trata de um sonho lúcido ou de uma projeção consciente. Entre eles, destaco: Nível de Lucidez: O relato menciona que seu nível de lucidez era de "5 de 10", o que sugere uma lucidez mediana. Se estivermos tratando de uma projeção, uma lucidez mediana poderia indicar uma experiência de projeção semi-lúcida. No entanto, sonhos lúcidos também podem apresentar diferentes níveis de lucidez, tornando a diferenciação mais desafiadora. Despertar no Ambiente: A descrição que "despertou" em um lugar ao lado de um homem, o que pode ser característico de uma experiência fora do corpo, onde o projetor "acorda" já no meio da experiência. Contudo, este despertar também pode ocorrer em sonhos lúcidos. Familiaridade com o Ambiente/Entidades: O fato de o homem parecer um "velho conhecido" pode indicar uma memória de uma vivência passada ou de encontros em outras dimensões. Contudo, o sentimento de familiaridade também pode ocorrer em sonhos, baseado em memórias subconscientes. Percepção do Mundo Físico: A afirmação "parecia ser o mundo físico" sugere que o ambiente era muito realista e convincente. Ambos, projeções e sonhos lúcidos, podem ter essa qualidade de realismo, mas a sensação de estar realmente no mundo físico pode indicar uma projeção com baixa lucidez, onde o projetor confunde o plano astral com o plano físico. Dada a descrição, arrisco interpretar a experiência como onírica (relacionada ao sonho) justificada pela falta de convicção em estar projetado e pela sensação de que estava no mundo físico. Em qualquer caso, é importante ressaltar que a diferenciação exata entre sonhos lúcidos e projeções pode ser complexa, e o mais valioso é a aprendizagem e o autoconhecimento que tais experiências podem proporcionar ao indivíduo. Um fraterno abraço
  7. Oi @Sidinei Feliz pela tua volta ☺️👏. No teu entendimento, qual é o nível de lucidez que você associa ao relato? Para facilitar a discussão, peço - por favor - que te baseie nos itens abaixo: Projeção Semi-Lúcida: o projetor tem consciência de que está fora do corpo, mas não tem total controle sobre suas ações ou sobre o ambiente ao seu redor. A percepção pode estar turva ou distorcida. Projeção Lúcida: o projetor tem plena consciência de que está fora do corpo e consegue lembrar-se de tarefas ou objetivos que tinha planejado realizar antes da projeção. Ele também tem uma maior capacidade de interação e controle sobre o ambiente extracorpóreo. Projeção Superlúcida: O projetor possui uma percepção aguçada, podendo perceber detalhes minuciosos do ambiente e das entidades ao seu redor. Ele tem um controle quase total sobre a experiência e consegue realizar tarefas complexas no plano extracorpóreo. Projeção Hiperlúcida: A consciência do projetor é tão ou mais clara do que quando ele está no corpo físico. Neste estado, o projetor pode acessar informações avançadas, interagir profundamente com outras consciências e explorar dimensões mais elevadas do plano astral. Ademais, sabemos que a lucidez em uma projeção pode variar ao longo da experiência. Assim, se puder associar os níveis de forma dinâmica (em outras palavras, trecho do relato X nível) isto será muito valioso para minhas investigações/estudo. Agradeço a consideração. Um fraterno abraço
  8. Prezados! Acredito que a questão está bem encaminhada, especialmente, quando @Iogui aponta | remete a sabedoria do venerável Yogananda (se seus ensinamentos ainda não tocaram sua alma, é uma jornada que recomendo efusivamente). Para auxiliar no entendimento, minimizando a devida associação e maximização a didática, suponha que a comparação com água, sabão e bolhas é uma maneira interessante de representar essa noção. Imagine por um momento a combinação de água e sabão. Com um simples sopro, nascem bolhas, cada uma tão única quanto as incontáveis estrelas no firmamento. Esta analogia serve para ilustrar uma ideia mais profunda. Tal como estas bolhas se originam da água e do sabão, todos nós, das bactérias aos seres humanos, das estrelas solitárias às vastas galáxias, emergimos de uma origem cósmica compartilhada - uma mistura sublime de energia e matéria. A variação na vida é tão vasta quanto o universo. Bolhas, em sua efemeridade, podem durar um breve instante ou resistir ao teste do tempo, moldadas pela brisa, ambiente e sua própria integridade. De maneira similar, a vida, influenciada por genes, ambiente e uma infinidade de outras variáveis, dança seu próprio balé no palco do cosmos. Da mesma forma que o destino de uma bolha pode ser ditado por onde ela flutua (efeito vizinhança), somos moldados pelo contexto em que nascemos, pelas culturas que nos abraçam e pelos caminhos que trilhamos. Dessa perspectiva cósmica, por trás da individualidade aparente - sejam elas bolhas ou seres sencientes - percebemos uma conexão fundamental. Cada um de nós, apesar de nosso caminho distinto, é um eco da mesma sinfonia cósmica, ligado em uma dança universal que muitas vezes permanece além da nossa compreensão imediata. Um fraterno abraço
  9. O plano astral não é apenas um território de maravilhas, mas um labirinto enigmático que requer tanto destreza técnica quanto compreensão profunda dos mistérios que unem todas as coisas. As experiências narradas (decorrentes de duas projeções sucessivas) desafiam as fronteiras do que consideramos possível, nos envolvendo em uma maré de sensações. Acordei espontaneamente às 5h da manhã e encontrei-me em um estado de acuidade mental e emocional. Por volta das 6h, quando decidi adormecer novamente, meu foco estava claro e minha intenção bem definida: adentrar o reino do plano astral. Em poucos instantes, o despertar foi avassalador, uma maré de sensações que envolveu cada fibra do meu ser. Não era apenas energia; era uma força viva/palpitante. Sabia que estava nas margens de uma projeção astral, a sensação funcionava como um farol, alertando-me que estava prestes a entrar em águas desconhecidas. Estabelecendo minha intenção, invoquei a técnica de rolagem lateral. E então, no meio desse silêncio vibrante, uma voz ressoou no meu plano mental. Não era uma voz comum; era um timbre que carregava enigma e autoridade. "Tenha uma intenção clara", disse. Quando me vi em pé ao lado da cama, observei a minha esposa, adormecida e serena. Cada detalhe era tão incrivelmente vívido—dos fios individuais de seu cabelo aos padrões intricados da colcha—que me vi envolto em dúvida. Poderia, de fato, tudo isso ser uma projeção? Tirando meu foco de tal incerteza, comecei a me mover. Cada passo que dava em direção ao corredor lateral da cama era como flutuar numa bolha. Meu olhar ainda estava ancorado na visão da minha esposa adormecida quando cheguei à porta fechada do quarto. Com um misto de antecipação e curiosidade, estendi o braço e senti o êxtase: meu braço atravessou a porta. Sabendo que poderia fazer o mesmo com todo o meu ser, lancei-me para frente, transpondo a barreira física como se ela fosse feita de névoa. Meu destino era o quarto das crianças. A realidade se recompôs ao meu redor e vi uma consciência translúcida, quase como uma miragem de meu filho. No entanto, à medida que me aproximei, senti um vazio de reconhecimento; a entidade parecia completamente inconsciente da minha presença. Intrigado, comecei a circundar essa consciência. O ambiente ao redor dela era uma tapeçaria de emoções e pensamentos, cada centímetro dela emitia ondas que eu podia quase tocar. Mas mesmo com essa exploração detalhada, eu continuava sendo um observador invisível, uma sombra na sua existência. Então veio a sutil intuição que deveria fundir meu psicossoma com essa entidade desconhecida. Dando um passo à frente, percebi a fusão das nossas energias, um enlace tão íntimo que parecia que nossas almas estavam dançando. Minha cabeça astral encaixou-se com a dela em uma união quase mística. E conforme avançávamos nesse estado, tudo em volta começou a se desvanecer, a desaparecer na escuridão total. Nesse vazio, não havia agressão, apenas um fluxo contínuo e sutil de energia. Quando tentei focar minha atenção na entidade, buscando desvendar sua identidade, fui bruscamente lançado de volta à minha base, ao meu corpo físico. A transição foi tão abrupta que demorei alguns momentos para me reorientar. Mas aí estava eu, de volta ao meu ponto de origem, ainda tentando "digerir" a experiência. Ainda sentindo o fluxo contínuo de energias que remanesciam da experiência anterior, percebi que os veículos — o psicossoma e o soma — ainda não estavam completamente integrados. Como se impulsionado por essa discrepância, redirecionei minha atenção para o plano mental. Ante meus olhos fechados, as ondas típicas da penumbra começaram a coalescer, convergindo de periféricas para centrais no meu campo de visão. Num dado momento, uma mancha irregular, mas brilhante começou a rasgar o tecido da escuridão, dando forma a uma abertura como um buraco num pano. Por esse orifício, vislumbrei um cenário dinâmico, pulsante de vida, centrado em uma figura humana. Firmei minha intenção e utilizei a abertura como um portal. A transição foi abrupta. Num momento eu estava deitado na minha cama; no outro, me encontrei em um novo e complexo ambiente. Era um casarão suntuoso, de madeira decadente, corroído pelo tempo. Este lugar parecia uma pousada e abrigava várias consciências em seus múltiplos quartos. E o mais surpreendente: tudo ali me parecia vagamente familiar. A consciência que aparentava ser o responsável pelo lugar manifestou preocupações sobre o estado da residência e o perigo que ela poderia representar para os habitantes. Entendi, implicitamente, que seria eu quem investigaria o lugar. E assim o fiz, volitando através de diferentes ambientes, paredes, portas e pisos, otimizando meu tempo e esforço. À medida que percorria o casarão, a preocupação do "responsável" se mostrava cada vez mais válida. O estado da estrutura era lamentável: pinturas descascadas, portas e janelas deterioradas, e um piso surrado que gritava por manutenção. Os habitantes se vestiam de forma congruente com o ambiente, exibindo roupas velhas, rasgadas, costuradas à mão de forma rudimentar. Em um dos quartos, encontrei uma criança brincando perto de uma cama de ferro corroída. A criança lembrava fortemente a minha filha. Mais alarmante era o piso do quarto, uma madeira podre e instável que poderia ceder a qualquer momento. Cautelosamente, envolvi a criança em meus braços astrais e nos teletransportei até a recepção para alertar o responsável. Ele assegurou que o cômodo seria interditado. Ao me virar, notei que a criança já estava brincando com outras, num ambiente que se assemelhava a um playground. A atmosfera se encheu de uma sensação de satisfação, mas essa efêmera paz foi logo substituída por uma queda brusca na energia do lugar. Instantaneamente, me vi projetado no que parecia ser os subsolos do casarão. Lá, encontrei uma entidade temível. Musculosa, com uma caveira por cabeça, avançou em minha direção, empunhando um aríete adornado com um carneiro de chifres vigorosos. Eu ataquei com esferas de energia, desacelerando sua investida. Na iminência do combate corpo a corpo, ele se transfigurou em uma besta selvagem. A última coisa que me lembro foi de canalizar mais energia para um ataque final. Os detalhes do embate se perderam em meio a um véu de esquecimento. Quando retornei ao corpo físico, busquei freneticamente consolidar as memórias das duas projeções consecutivas. Uma das nuances mais intrigantes nos relatos é a presença quase palpável de figuras que guardam uma impressionante semelhança com meus familiares mais próximos. Quer seja uma consciência translúcida que se assemelha ao meu filho, quer seja uma criança em um casarão decadente que traz à mente a minha filha, o domínio astral parece estar repleto de ecos da vida terrena, particularmente daqueles com quem temos vínculos familiares. A pergunta que se impõe é: seria isso mera coincidência ou um mecanismo mais profundo estaria em jogo? Poderíamos considerar a hipótese de que essas semelhanças são uma forma dos "amparadores" focarem nossa atenção. Afinal, que melhor maneira de capturar nossa atenção e guiar nossas ações do que através da aparência de alguém que amamos? Em um território tão vasto e desconhecido como o plano astral, é concebível que esses eles usem estratégias para garantir que permaneçamos focados, protegidos e, talvez, até cumprindo algum propósito maior que ainda não compreendemos totalmente. O que é certo é que essas experiências nos oferecem uma oportunidade única para refletir sobre a natureza da consciência e as conexões que estabelecemos—não apenas em um nível físico, mas em um espectro muito mais amplo de existência. Seja como for, a presença destes familiares nas nossas projeções nos convida a prestar mais atenção aos laços que formamos e aos ensinamentos que podemos extrair de cada interação, seja ela deste mundo ou de outros ainda por explorar.
  10. Olá @Masno! Posso responder com um sonoro SIM. No início dessa viagem, é comum se sentir especial porque você começa a experimentar sensações e acumular experiências que muitas pessoas ao seu redor sequer cogitam como possíveis. Mas essa fase passa. A jornada que decorre do "chamado" é, acima de tudo, um caminho de autodescobrimento. Em que cada etapa é profundamente pessoal e única (não há pláteia e/ou aplausos). Destaco que avançamos, mas antes disso, prepare-se para dar algumas dezenas de passos para trás. Especialmente, por questionar as fundações culturais e sociais às quais você está habituado. A transformação é incremental e muitas vezes envolve desaprender tanto quanto aprender (talvez ... é mais sobre desapegar do que acumular conhecimentos/habilidades). O questionamento profundo, o desmontar de ideias preconcebidas, pode - num primeiro momento - indicar retrocesso. Porém, felizmente, revela-se lentamente como uma recalibração necessária para uma expansão mais verdadeira da consciência. Este caminho tem suas próprias recompensas e desafios, suas próprias iluminações e sombras. Mas é crucial entender que cada um desses elementos serve como um degrau na sua escada para a verdade mais profunda. Nas palavras do grande mestre: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." Essa libertação não é um estado estático, mas um processo dinâmico que envolve confrontar tanto a luz quanto a escuridão dentro de você e ao seu redor (aceitar com amorosidade as suas sombras - e dos outros - não é uma tarefa simples). Quer você encontre beleza em suas experiências ou se depare com desafios angustiantes, cada um desses momentos tem o poder de aprofundar sua compreensão da verdade. Então, mesmo quando a jornada se torna difícil, lembre-se de que cada passo, cada experiência, é uma oportunidade para se aproximar da verdade. E ao fazer isso, você não apenas se liberta, mas também abre a porta para que outros possam encontrar sua própria libertação. Portanto, continue com sua busca, com seu questionamento e exploração. A viagem pode ser longa e cheia de reviravoltas, mas cada passo, seja para frente ou para trás, é um movimento em direção a um você mais autêntico e consciente. Um fraterno abraço
  11. Olá @Márcio Guitti Li atentamente o seu post e posso me identificar com várias partes da sua jornada na Projeção Astral, especialmente porque também sou seguidor dos ensinamentos de Saulo Calderon 🤓. Entendo perfeitamente o ceticismo inicial e as sensações estranhas que você começou a sentir. Eu mesmo passei por algo semelhante. Sim, eu já encontrei entidades que se encaixam na descrição que você deu. Em uma das minhas projeções, me vi descendo uma longa escada num ambiente escuro com um tom avermelhado. No final da escada, avistei um ser humanoide, uma sombra negra com uma grande foice na mão. Em outra projeção, um ser gigante me perseguiu em um ambiente que não reconheci. A entidade era pesada e se movia lentamente, mas possuía uma força inegável. Estas experiências me levaram a crer que há uma grande variedade de consciências com as quais podemos interagir em estados projetivos, e nem todas são luminosas ou tranquilas. Mas não só de "escuridão" vive um projetor 😅. No post abaixo você pode acompanhar um relato de uma interação com uma entidade colossal de luz No post https://www.viagemastral.com/forum/topic/22014-perdi-as-habilidades-espirituais/ há uma boa discussão alinhada a está questão. Agradeço por compartilhar sua experiência e por abrir espaço para que outros possam fazer o mesmo. Essas conversas são fundamentais para entendermos melhor a complexa tapeçaria de realidades e entidades com as quais podemos nos encontrar. Um fraterno abraço
  12. Oi @Raposo! Entendo perfeitamente o seu sentimento de estar "perto, mas ainda não lá" quando se trata de projeção astral. É uma jornada de altos e baixos, com muitas variáveis e peculiaridades individuais que tornam cada experiência única e instrutiva. Na minha própria trajetória, como mencionei em outros posts, a projeção astral não foi algo que aconteceu de forma instantânea ou fácil. Minhas primeiras experiências foram involuntárias e serviram mais como um "toque de despertar" para me fazer buscar mais conhecimento e compreensão sobre o fenômeno. E mesmo com o estudo e a prática, as experiências voluntárias e controladas demoraram meses para se materializar. O que realmente fez a diferença para mim foi a integração de dois métodos distintos: o curso do Saulo Calderón e o Método Indireto do Michael Raduga. Enquanto o primeiro oferece uma ampla base de prática energética, o segundo traz uma abordagem mais sistemática e metódica, que ajudou a elevar exponencialmente o número e a qualidade das minhas experiências projetivas. Hoje, quando sinto o chamado para uma viagem astral, minha abordagem é personalizada. Inicio com as orientações sonoras do curso do Saulo (Técnica 3), dormindo ao menos cinco horas para garantir um estado de relaxamento profundo. Ao despertar, mantenho os olhos fechados e o corpo imóvel, e logo inicio a aplicação de uma série de técnicas de saída propostas pelo Método Indireto de Raduga. Mas a chave para a eficácia dessa abordagem é a sistemática. Repetir o mesmo processo dia após dia me permitiu não apenas conhecer, mas também "sentir" o fenômeno em sua plenitude. Isso tornou mais fácil identificar as chamadas "janelas de saída", ou seja, aqueles momentos ideais para a separação entre o corpo físico e o astral. No meu caso, por exemplo, só aplico o Método Indireto do Raduga quando desperto em EV, pois aprendi que é o indicativo mais confiável de uma projeção bem-sucedida. Dado isso, encorajo você a persistir e a experimentar uma variedade de técnicas até encontrar a combinação que melhor se adapta ao seu perfil. Um fraterno abraço
  13. Olá pessoal! Tenho acompanhado as discussões aqui sobre a influência do lastro energético nas experiências projetivas, e gostaria de compartilhar algumas das minhas próprias observações que parecem corroborar essa ideia. Um dos primeiros pontos que notei é que raramente consigo me projetar logo após adormecer. Na maioria dos casos, são necessárias várias horas de sono para que uma projeção bem-sucedida ocorra. Isso me leva a especular que o lastro energético pode ser mais pesado durante os primeiros estágios do sono, tornando mais difícil a separação do corpo astral. Quando finalmente consigo me projetar após as primeiras horas de sono, as experiências são frequentemente densas, envolvendo interações com regiões umbralinas e consciências em estados mais carregados. No entanto, quando as projeções ocorrem após cerca de 5-6 horas de sono, as experiências são notavelmente mais leves, envolvendo ambientes e consciências menos densas. Isso sugere que o lastro energético pode estar diminuindo ao longo da noite, permitindo acessos a dimensões mais sutis. Outro aspecto notável das minhas experiências projetivas é a alternância frequente entre meu corpo físico (a base) e o plano astral. Em uma noite comum, posso experimentar de três a quatro projeções astrais distintas. Interessantemente, cada vez que retorno à minha base física, parece que meu lastro energético se torna mais "leve" ou "limpo", o que facilita acessar dimensões mais sutis em projeções subsequentes. Em termos de técnicas, costumo começar com métodos de rolagem lateral, que geralmente resultam em uma projeção nas imediações da minha cama. Em experiências projetivas subsequentes, avanço para a utilização de mentalizações de portais no plano mental, o que tende a me transportar para cenários mais diversificados e sutis. Nesta noite/manhã, por exemplo, ao desperta em EV próximo as 5h, tentei experimentar uma inversão na ordem do emprego das técnica. Em vez de sair empregando a rolagem lateral, tentei acessar outros planos direto pela técnica de mentalização. Apesar de várias tentativas (dezenas e mais de 1 hora na experiência) e da formação de imagens que quase se materializavam em portais, a projeção não foi bem-sucedida, o que me leva a considerar se meu lastro energético ainda era muito denso para permitir tal transição. Essa diferença nos resultados parece sugerir que a abordagem inicial de rolagem lateral pode, de alguma forma, "aliviar" ou "preparar" o lastro energético, tornando mais fácil para mim acessar outros planos posteriormente. Isso também poderia indicar que a ordem das técnicas utilizadas tem um impacto significativo na qualidade e no sucesso das experiências projetivas. Estou curioso para ouvir se outros membros do fórum tiveram observações similares e como vocês interpretam essas experiências. Um fraterno abraço
  14. Olá pessoal, Obrigado pelos comentários e pelos insights! O meu post "Para que Voar?" era justamente um convite à reflexão sobre as diversas maneiras de experienciar o mundo astral. @Raposo concordo, manter a lucidez pode ser um grande desafio, e cada um tem suas próprias habilidades e desafios na projeciologia. Voar pode ser uma experiência divertida, mas como você bem notou, até abrir portais tem seu próprio quê de surrealismo. Cada um de nós está em um estágio diferente da jornada, e isso é o que torna a exploração astral tão fascinante. @Sidinei fico feliz que você tenha encontrado o documentário "VOADORES". É um ótimo filme! E sim, voar é algo realmente especial, não dá para negar! Então, para todos os novatos e curiosos, lembrem-se: não é preciso ser um "piloto astral" para ser um "explorador astral". Em minhas próprias jornadas, por exemplo, me considero mais um "caminhante astral com passe de portal". Enquanto alguns (pela frequência de relatos, a maioria) estão coletando milhas aéreas astrais, eu estou aqui juntando "pontos de portal"! 😅 Um fraterno abraço a todos!
  15. @Sidinei Vários pontos são notáveis: Lucidez: Você menciona que estava lúcido durante a experiência, o que é um critério importante para uma projeção consciente genuína. Percepção Extrafísica: Você se viu "no teto do quarto", o que sugere que você estava percebendo o ambiente de um ponto de vista deslocado do seu corpo físico, outra característica típica de uma projeção consciente. Interação com Objetos: A menção da "lanterna de celular Nokia" saindo de sua fronte poderia ser interpretada como uma manifestação de energias ou um fenômeno psicossomático, que são comuns em experiências fora do corpo. Dificuldades com o Deslocamento: Você menciona ter tido dificuldade em encontrar a porta e em "atravessar o corpo", o que também é comum para projetores conscientes, especialmente aqueles que ainda estão se acostumando ao estado projetado. Sensação de Urgência: A ansiedade ou o desespero que você sentiu podem ter interrompido ou dificultado a experiência, como muitas vezes acontece em projeções conscientes. Esses estados emocionais podem baixar o nível de lucidez e, assim, comprometer a experiência. Presença de Outras Consciências: Você mencionou ouvir a voz de sua esposa, o que poderia ser interpretado de várias formas, desde uma "interferência" na projeção até um elemento simbólico relacionado à sua própria mente. Seu relato, então, exibe várias características que, dentro do quadro conceitual, seriam consistentes com uma experiência de projeção. No entanto, como sempre, a validação pessoal é crucial.
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