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  1. Sandro, mais uma vez grato pela resposta. Indicaste uma perspectiva que, honestamente, desconhecia. Bom seguirei estudando …. Vou procurar nas obras que você citou. Abraço
  2. Oi Geina! Isto é muito frequente e as causas são múltiplas (problemas com a rememoração, controle de lucidez, planos astrais intangíveis a representação humana, etc). Caso o problema resida na rememoração, o que é uma boa possibilidade, sugiro que logo que despertar (de preferência natural sem o auxílio de despertador) não se mova e permaneça de olhos fechados. Foque seu estado de atenção nas imagens/sensações que vem a mente. Inicialmente muitas serão desconexas e com problemas de temporalidade. Jogue-as na tela mental como peças de um quebra cabeça e as associe/classifique. Isto te permitirá acessar o padrão/estrutura do 'filme' que serviram como um gatilho para lembranças mais profundas. Passado isto, adicionaria a transcrição para um texto. Caso não possua, elabore um diário de todas as tuas experiências. Escreva o máximo de detalhes que lembrar (independente da experiência) logo que levantar da cama. Comece com frases de destaque soltas (highlights) e depois desenvolva o texto (para noções de como desenvolver o relato de uma projeção sugiro os livros do Waldo Vieira). Com o devido tempo, perceberá que a conjunção do que citei elevará a tua capacidade de lembrar. No que se refere as conversas e suas informações, minha sugestão é que aplique sempre o princípio da descrença (não acredite em nada que ouve/vê na primeira vez). Coloque tudo no grande laboratório das experiências e questione se é verdade. Particularmente, gosto de usar de outras experiências (minhas ou outros projetores) para coletar evidências. E baseado nisto, tendo a aceitar ou negar a afirmação. Obs.: Digo isto porque já cai nas armadilhas sensacionalistas de consciências não tão bem intencionadas (mas a parte da ignorância tudo 'gente' boa kkk).
  3. Oi Sandro! Muito obrigado pelas considerações. A ereção é uma resposta a um estimulo biológico (voluntário/involuntário). Suponho que a interação com uma entidade astral (em nível sexual) via ligação entre os veículos (soma <-> psicossoma) também podem estimular os 'sensores' físicos que propiciam a ereção. Neste sentido, minha conjectura é que o assediador aproveite os estados de ausência/baixa lucidez para provocar tais estímulos e drenar o potencial da energia sexual. Ademais, a especialidade da assediadora baseado na minha empatia me leva a desconfiar que ela pertença ao físico e encontrava-se desdobrada no momento. Já a situação do nome tenho algumas especulações (não vou citar para não contaminar ninguém com um falso positivo). Vou buscar em outras projeções a resposta (quando tiver evidências robustas apresento aqui). Mas de todos os pontos nesta projeção o que mais me deixa desconfortável é a duvida sobre a natureza das consciências plasmadas no gênero masculino. São amparadores ou assediadores? Amparadores cegos? A primeira impressão, assim que retornei ao corpo, é que se tratavam de assediadores especializados em pleno curso de primavera . Mas, como citei, ao descrever a experiência (texto) e comparando com os relatos do André Luiz (obras psicografas pelo Chico Xavier) fiquei desconfiado que interpretei tudo errado . Tentarei responder, numa outra projeção, usando a técnica de alvo - vou tentar buscar a entidade que recordo suas feições (espero não cair num lugar denso do umbral ). Quero aproveitar a oportunidade e agradecer pela recomendação do livro do Raduga. As técnicas/conhecimentos difundidas pelo autor foram um divisor de águas para melhorar a minha performance tanto nas projeções voluntárias como no nível de lucidez. Admito que divirjo da direção materialista mas, a parte disto, ele é um excelente professor (didático). Forte abraço
  4. Prezados(as)! Abaixo segue o relato de uma das minhas recentes experiências. Penso que sendo fiel a descrição do entorno/sensações posso cumprir um duplo papel: (i) apresentar/destacar os processos/etapas de uma projeção (na perspectiva de trocar experiências) e (ii) aprender com as indagações decorrentes (propondo perguntas/divagações). Agradeço, desde de já, a todos(as) os(as) leitores(as) e as considerações provenientes. --- INÍCIO DO RELATO --- Cheguei do trabalho por volta das 23h. Estava cansado pois havia dormido muito pouco na noite anterior (talvez umas três horas). Antes de dormir pratiquei uns 20 minutos de meditação e inicie a técnica do Saulo para projeção. Porém, motivado pela dívida com as horas de sono não passei do primeiro estágio (mentalização do chackras e pulsação) e acabei adormecendo. Acordei as 5h da manhã com o celular do meu filho despertando. Levantei desativei o alarme e voltei para cama. Neste instante recordei de alguns sonhos de natureza sexual, refleti rapidamente sobre o mesmo e voltei a dormir. Ao fechar os olhos senti sutis vibrações e leve dissociação entre os veículos (soma e psicosoma). Tentei aplicar a técnica do Raduga, porém adormeci ainda no primeiro ciclo. Passado o lapso de tempo que dormi (dezena de minutos, provavelmente), despertei no pscicossoma (junto ao corpo) com alguma entidade me beijando nos lábios (a consciência estava projetada como se deitada sobre o meu corpo). A sensação era extremamente agradável. Pude sentir a boca da entidade envolvendo a minha num movimento carinhoso de muita afinidade sexual (a satisfação era tamanha que o físico estava excitado). Sem observar nada e imóvel apenas foquei a atenção na consciência assediadora e como ela usava do contato entre as bocas para drenar energia. Senti o fluxo no psicossoma com uma experiência agradável na região em volta dos lábios (com um beijo quente/molhado que proporcionava leve formigamento/dormência na volta boca). Alguns instantes depois, deixei de perceber o assédio e comecei a sentir uma janela para uma potencial saída do corpo. Diferente de outras projeções em que fui autônomo no processo, a sensação era de uma energia externa patrocinando a descoincidência. Tentei aplicar a técnica de rolagem, iniciei pela oscilação em torno da posição de equilíbrio (linha que divide o cérebro em seus hemisférios) mas fui intuído que não seria bem-sucedido. Ampliei o meu estado de atenção nos sentidos e ouvi uma voz me chamando (recordo que o nome empregado me pareceu inicialmente estranho (muito diferente das denominações frequentes das pessoas que estou acostumado - tanto que não consigo se quer traduzi-lo para minha memória/língua) mas, ao mesmo tempo, tão familiar que me reconheci nele). O chamado na verdade era a sugestão de uma manobra para obter êxito com a projeção (algo como: fulano levante usando uma projeção frontal). Ao aplicá-la, deixei a base. Já fora do corpo pude observar três entidades (duas masculinas e uma feminina). A presença feminina ainda estava próxima/sobre o meu corpo físico (claramente era a obsessora) e as entidades masculinas estavam dispostas de tal maneira que uma estava logo ao lado da feminina e a outra mais distantes (pés da cama). Não consigo recordar com precisão a aparência das consciências. Lembro alguns entornos/contrastes das masculinas, um de corpo esbelto e outro de proporções mais avantajadas usando vestimenta branca. Estava numa posição equidistante em relação as entidades (na diagonal da cama entre a lateral e os pés). Logo que abandonei o corpo (bom nível de lucidez – tamanha que senti as pernas/pé interagindo/batendo no baú disposto nos pés da cama) ouvi as duas consciências masculinas trocando informações. A primeira, mais próxima da feminina, avaliava atentamente a obsessora enquanto a mais distante a informava/ensinava. Ele comentava algo sobre a especialidade da assediadora (talvez técnica/competência/habilidade). Ao notar a minha presença projetada e lúcida, a consciência que estava sendo instruída ficou surpresa e questionou: - Nós não devemos realizar isto com ele no estado de sonambulismo? O instrutor olhou diretamente para mim sorrindo e completou: - Em geral sim! mas ele tem muito amor. Na sequência ele prosseguiu relatando sobre o papel da empatia nestas circunstâncias, em especial, como a especialidade da assediadora aproveitava deste vínculo para drenar a minha energia. Ouvi isto já com cenário/imagens desvanecendo. Retornei ao corpo e me esforcei para recordar o máximo possível de detalhes (sem me mover/abrir os olhos). Passados alguns minutos, o celular despertou (6h da manhã) para um novo dia de atividades aqui no lado material. OBS.: No processo de fixação das memórias, logo que voltei a base, lembro que tinha mais detalhes sobre as consciências. Todos eram familiares (sendo mais próximos o instruído e a obsessora). Mas depois de tocar o celular, perdi a capacidade de associá-las/classificá-las. --- FIM DO RELATO --- * Considerações/Dúvidas a. É biológico, por vezes, o homem despertar com o pênis ereto. Este relato é mais uma evidência que há influência de obsessores neste processo. b. Você já passou pela situação de uma consciência te denominar por um nome que se quer consegue expressar mentalmente o seu significado? Se sim, qual é a sua hipótese sobre isto? c. Mesmo uma boa qualidade (empatia, neste caso) pode ser um instrumento para um obsessor. d. Logo que voltei ao corpo tive a sensação que todas as consciências que estavam presentes eram assediadoras. Porém, ao escrever a experiência não tenho mais convicção. Baseado em suas experiências, o que você acha?
  5. Olá pessoal! Inicialmente quero parabenizar a todos pelo belo trabalho e destacar que sou grato pelos comentários/relatos/experiências de tod@s. Aprendi a 'navegar' para longe do corpo físico, em boa parte, graças as informações que vocês compartilham. Acompanho como visitante o site/fórum a pelo menos um ano. Cheguei por aqui graças a ampla divulgação do Saulo em grandes plataformas (youtube, spotify, etc). O tema viagem astral chegou na minha vida depois de uma série de eventos (projeções involuntárias). Atento as sensações realísticas dos 'sonhos' questionei uma amiga espírita se ela tinha conhecimento sobre o que eu estava experimentando. Ela me explicou, de forma sucinta, que se tratava de um fenômeno espiritual chamado desdobramento. Sugeriu que, para mais detalhes, eu deveria visualizar os vídeos do Wagner/Saulo. Lendo os livros indicados aprofundei os meus conhecimentos. E, praticando as técnicas (aliado ao princípio da descrença) tive a satisfação de saborear/vivenciar esta realidade. Hoje me inscrevo para compartilhar com todos o que vivencio na intenção de aprender e também de auxiliar/incentivar os novatos. Um fraterno abraço
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