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sandrofabres

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Everything posted by sandrofabres

  1. O Robert Bruce fala no livro dele sobre um tal Vento astral. Nunca passei por isso. Vou colar a tradução do google aqui:
  2. Você mora sozinho e todos os dias quando volta do trabalho passa na padaria à caminho de casa. Chega em casa e larga o pacote de pão na mesa da cozinha, mas em seguida vai no banheiro. Ao sair do banheiro volta a cozinha e: - Ohhh... tem um pacote de pão em cima da mesa! Como pode? O que isso significa meu Deus????? Isso não acontece né? Você sabe que foi você quem colocou aquele pão ali. Mas se você não passar na padaria e ao chegar em casa tiver um pacote de pães quentinhos em cima da mesa da cozinha, sendo que você mora sozinho, muda tudo né? Como diferenciar os pães que você trouxe dos pães que apenas apareceram lá? Não é esse o ponto. A natureza desses pães é a mesma, pois eles foram plasmados usando as forças de produção daquele plano: - no plano físico o trabalho físico - no plano astral o trabalho mental Se você executar o trabalho mental de plasmar o que mentalizou, como na fabricação de um sonho lúcido, você estará num ambiente ficcional, plasmado pelo que você mentalizou, mas de natureza APARENTEMENTE similar ( não é a mesma natureza, porque são plasmagens são mais instáveis, tanto que as vezes a ilusão do sonho se rompe e você se descobre em astral, no seu quarto. É exatamente por isso que você pode jogar energia sobre o disfarce plasmado que os seres astrais usam para dissolvê-los e ver sua real aparência) Já quando você não criou nada intencionalmente, não teve ninguém que executou o trabalho de criação de formas, logo, a única suposição racional é que o que você encontra tem existência independente do observador, tal como seu ambiente no plano físico ( se ninguém foi buscar o pão, você só encontrará a mesa, que é parte natural do cenário permanente) Você pode alimentar a crença de que sua mente cria aquele ambiente que replica seu quarto, mas é apenas uma crença achar que sua mente faz isso, não temos razão para afirmar isso. E temos motivos para duvidar disso, porque nesse primeiro ambiente, se você tentar plasmar algo logo após levantar do corpo, não consegue. Logo, é a experimentação que nos leva a acreditar que a mente não tem capacidade de plasmagem nessa primeira fase da experiência, e portanto esse primeiro ambiente só pode ser tratado como algo que existe independente do projetor. Um habitat portanto. Mas também não é o habitat físico que estamos vendo porque ele contém diferenças, móveis a mais ou a menos, uma porta ou janela numa posição diferente, etc. Então se conclui que não é nem o físico, nem mera criação da mente. Resta concluir que ele é o que deveria ser: um habitat astral, que por ser a primeira base após o plano físico, guarda similaridades com ele não é o próprio. Uma vez que você saia de casa e a duração da experiência se extenda, você consegue plasmar coisas sem esforço (você pode buscar o pão e colocar em cima da mesa), porque o plano astral mais afastado da zona física sofre influência da mente, é a "lei da física" dele. E nesse ponto você não terá segurança para diferenciar sonhos lúcidos de projeção. A única coisa que pode fazer é seguir a regra do pão: - eu posso trazer o pão e colocar na mesa porque o plano físico me permite isso ( eu posso plasmar coisas ao meu redor no astral, porque o plano astral me permite isso) - mas se não fui eu quem trouxe o pão, alo do mundo-fora-do-observador o colocou ali, é algo real ( se eu não usei minha mente para plasmar o que estou vendo eu só posso supor que isso existe por si mesmo ou foi criado por outro ser deste plano) O problema é que com baixa lucidez você não percebe o que sua mente está pensando por associação de idéias e ela pode acabar adicionando ao ambiente astral elementos plasmados, o que algumas vezes outro ser astral que está ali com você percebe e te avisa que aquilo que você está vendo é algo que sua mente fabricou. Por isso mesmo que você consiga fazer isso ( forçar uma mudança no ambiente durante a projeção) , isso nada te informará sobre o todo da experiência. Não é possível concluir que se trata de sonho lúcido apenas porque você pode afetar o ambiente astral, porque faz parte da natureza do astral ser afetado pela mente, em diferentes graus de dificuldade dependendo da faixa onde você estiver. Nas zonas sombrias, umbralinas, você não consegue ou terá muita dificuldade em voar, na zona próxima da física isso já é possível, nas zonas mais iluminadas isso é bem natural. E voar é função da sua mente querer isso né? Então estamos também nesse caso falando da ação da mente nesse ambiente, e dependendo do ambiente a mente pode ou não ser capaz de se impor sobre ele. Por isso não faz sentido afirmar algo: - sobre a TOTALIDADE... ....dessa experiência tomando como critério o grau de interferência da sua mente ... -em DETERMINADA ETAPA dessa experiência, porque há um gradiente. É como ir nadar num rio de água doce que num determinado trecho se mistura como água do mar: seu grau de flutuabilidade vai ser diferente em cada etapa do percurso. Daí que o que nos resta é estar sempre buscando a lucidez durante a experiência e também analisar a experiência depois. Ou seja, você durante a experiência tentar plasmar algo indica que você tem lucidez suficiente sobre o plano em que se encontra: -se eu pensei num gato e um gato apareceu, isso é o esperado, e o gato deve ser considerado ilusório. Estar consciente disso na hora indica boa lucidez. Mas se quando o gato vem até você um rato atravessar o caminho dele e ele segui-lo em perseguição, entrando no pátio do vizinho ( onde você lembra que existe um cachorro) e a seguir você ouve sons do cachorro e o gato brigando, você não deveria assumir que o rato e o cachorro são reais só porque você não pensou neles deliberadamente como fez com o gato. Ao analisar a experiência ao voltar você consegue perceber que houve uma provável associação de idéias ali: Gato----> rato Gato---> cachorro De modo que mesmo que a experiência tenha começado de forma lúcida, se ao analisar depois você notar que pode explicar a seqüência de elementos pela mera associação de idéias, seria mais sábio descartar todos esses elementos como sendo fruto da perda de lucidez após a primeira associação, porque ao deixar de perceber a primeira, você “cai na pegadinha”, e passa a reagir de acordo com o encadeamento de idéias, transformando toda a experiência numa sucessão de plasmagens, uma ilusão completa. Se você se mantém lúcido, percebendo o que sua mente cria e não caindo nessas associações, você aborta no início esses encadeamentos e minimiza as interferência dessas ilusões no que a experiência pode te oferecer de real. Há algum tempo atrás, acho que em 2016, um membro aqui do fórum me contou uma experiência em que ele levantou do corpo sem ver nada, totalmente cego. Foi tentar sair do quarto tateando, mas ao invés de encontrar as paredes do seu quarto percebeu-se preso numa caixa, porque as quatro paredes e teto estavam todas ao alcance dos braços. Ficou ali sem saber o que fazer, até que alguém apareceu para tirá-lo daquela prisão, uma mulher, com quem ele saiu dali, mas logo vieram perseguidores em seu encalço, eles correram pelo campo fugindo dos tiros, mas num dado momento a mulher foi atingida pelos tiros e caiu. Enquanto ele a socorria, ela apodreceu rapidamente diante dos seus olhos, ficou cheia de vermes, e a seguir ficou só o esqueleto. É óbvio que ele perdeu a lucidez tão logo aceitou a ilusão de que estava aprisionado dentro de algo. A partir disso as idéias de libertação, fuga, perseguição, ser atingido, morrer, apodrecer, vermes, esqueleto, são todas meras plasmagens por associação de idéias. Mas ele acreditava estar lúcido porque estava lúcido quando levantou do corpo. A questão é que a seguir a lucidez caiu, e FOI ISSO que permitiu à mente criar sem controle mas com encadeamento lógico, imitando o físico, toda uma sequência de eventos fantasiosos. Nesse caso, se ele preservava a consciência de que estava fora do corpo teríamos que classificar isso como sonho lúcido: fantasia, porém com lucidez apenas suficiente para saber que está fora do corpo. Mas em geral num caso assim a pessoa já esqueceu que estava fora do corpo, ou não teria fugido dos “tiros”. No caso de esquecer totalmente, diríamos que a projeção se converteu num sonho comum. Nem de sonho lúcido dá para chamar. Mas o que acontece se a pessoa perde a lucidez de forma mais sutil? Dentro de uma coerência de crenças? Por exemplo: a pessoa sair do corpo e ao invés de ver-se preso dentro de uma caixa, vê..Jesus? E aí Jesus diz que vai levá-lo para conhecer o inferno e o céu? E no inferno ele vê aquilo que sua religião lhe ensinou, e no céu vê anjos tocando trombetas, e tal? Ferrou. Porque a coerência da crenças direcionará a associação de idéias de modo que será impossível a esse sujeito perceber que houve alguma perda de lucidez usando esse tipo de análise. Fica fácil para espiritualista ver isso usando o exemplo de Jesus+Céu+Inferno, mas não fica tão fácil se usarmos exemplos do Nosso Lar, umbral, etc. O que safa um pouco é aquilo que falei antes: densidades mais pesadas não permitem que sua mente plasme com facilidade, nem voar, etc. De modo que experiências astrais em ambientes densos seriam, em tese, menos sujeitas a ilusões do que experiências em faixas luminosas, em jardins floridos, com mentores, etc. Acho que o melhor para quem tem dúvidas é testar o grau em que sua mente afeta o ambiente. Qual o esforço necessário para plasmar algo: 1- se concentrando em criá-lo 2- pensando em alguém só trazendo ele à memória 3- lembrando de alguém com conteúdo emocional Se apenas no item 3 surgir uma plasmagem, tudo bem, porque o corpo astral é um corpo emocional e associar mente e emoção é um poderoso elemento para influir no ambiente astral. Mas também, não vai acontecer por acaso, sem ser percebido, então se apenas o teste 3 deu certo, eu diria que dá para considerar que você está numa experiência relativamente estável (menos suscetível de ilusões). Mas se tiver sucesso nos testes 1 e/ou 2 , então está andando em terreno arriscado e terá que ser muito consciente do que passa pela sua mente enquanto estiver projetado, para não cair num grande "The Wall" de ilusões sucessivas.
  3. Olha, eu sei que sonho lúcido é uma experiência que existe de fato porque na infância, até uns 9 anos, eu decidia com que eu iria sonhar. Se era praia, floresta, se teria contexto medieval, com castelos e armaduras, ou algo diferente. Entao ia dormir concentrado nessas minhas criacoes mentais e ia parar num sonho lúcido. A questão é que se não foi você a criar deliberadamente o que você vai encontrou então não terá como saber se aquilo é sonho ( criação mental) ou evento astral ( algo que de fato existe lá em astral, como um ambiente real de lá). Logo, qualquer afirmação categórica sobre isso na verdade sempre vai carecer de base.
  4. Sim. Pode notar que muito do discurso na área da espiritualidade se trata de tentar reduzir a reatividade interna e externa. Sem desenvolvermos a capacidade de identificar os estímulos e decidir se permitiremos que eles apertem nossos botões psicológicos fica impossível desenvolver algum livre arbítrio real, aquele que vem do: Nosso-núcleo-consciencial-que-existe-além-do-mundo-dos estímulos.
  5. Apesar de todos os nossos discursos filosóficos, religiosos, espiritualistas, politicos, nosso nível de autonomia psicológica e ainda muito primitivo, por isso fica dificil falar em grandes mudancas , pois nossa psique ainda é muito vulnerável aos estimulos do samsara e nem estamos conscientes disso: ( no ponto que vai abrir, 1minuto apenas de video) https://www.youtube.com/watch?v=jemCty5RWPw&t=9623s Mas desenvolvem a seguir o papo sobre livre arbítrio.
  6. Não coloque seu número de contato porque não faltam golpistas e scammers procurando números na internet. As pessoas postam seus relatos aqui no forum de relatos, assim fica aberto para todos lerem. Não temos grupo de whats, embora algins usuárioa que gostem desse tipo de comunicação de vez em quando abrem algum grupo e os interessados entram lá,.sob responsabilidade de supervisão deles, não daqui do GVA.
  7. Sobre saber, não. Há muito mais aprofundamento de compreensao com a idade, mas saber é ainda mais superficial que a compreensão, entao a quantidade de saber vai só aumentando em quem procura. Compreensão já envolve algo mais profundo, novos ângulos de percepção sobre coisas que você até sabia mas não tinha percebido toda a profundidade de implicações. Mas para mudar internamente você precisa se tornar algo diferente a partir daquilo que compreendeu, o que exige que a compreensão fixe raízes MUITO MAIS profundas, o que exige tempo de exposição repetida àquilo( e aí a idade favorece) , ou sofrimento ( que tem o poder, às vezes mas nem sempre, de te forçar a compreender profundamente algo a partir de uma única exposição. Mas às vezes precisa exposição repetida ao sofrimento para compreender) Exemplo: você pode SABER algo sobre amor, morte de ente querido, aborto, guerra, fome, porque se interessou em se informar sobre isso, mas na verdade não compreende ainda essas coisas porque apenas as estudou. Convivendo diretamente com várias pessoas que passaram por isso ( o que te consumirá anos de vida) você pode compreender bem melhor os nuances dessas situações e pode começar a entender a necessidade de mudar algo em você, mas ainda vai ter trabalho para conseguir. Mas em geral basta passar uma única vez por uma situação dessas para ter uma percepção bem mais profunda e que seria impossível de entender antes, mesmo que muitos outros tivessem te relatado aquilo. E isso é que tem o poder de te mudar, porque a mudança surge como fruto desse estímulo corretivo. Mas claro, se a pessoa " se rebela", ela pode impedir que esse estímulo gere o efeito necessário e então seguirá atraindo o mesmo estímulo de novo e de novo até que aquela estrutura psíquica retardatária se rompa e permita um "renascimento". É o que se vê, por exemplo, com criminosos que só ficam piores após cada prisao , enquanto outros mudam de vida e se emendam. Quem ainda tem o livre arbítrio para buscar mudar voluntariamente muda pouco. Já quem já está numa situação de retardatário, que precisa que " A Lei lhe caia sobre a cabeça" acaba mudando mais rápido, porque já está atrasado de tanta teimosia.
  8. Gente que repete que está sempre mudando, se renovando, é porque não se conhece. Percebe só sua propria superfície. Quem os observa de fora nota que eles sao os mesmos aos 18, aos 30, aos 50. Mas eles se ikudem achando que mudaram muito. Eu diria que dá para mudar uns 10% no tempo de uma vida. Exceto, claro, aquele pessoal muito p***** louca, que se droga, que enche a cara, que entra em todas.... pprque esse pessoal vive abaixo do seu melhor desempenho. Entao quando passam dessa fase dao um salto de qualidade e por isso acham que amadureceram muito. Mas quem não se afundou tanto não tem muita perspectiva de melhora numa só vida não. Por isso inventaram a reencarnacao, eheeh. Se as pessoas conseguissem melhorar muito numa só vida não precisaria.
  9. Acho que nada, é só uma fase. No início às vezes tem essas dificuldades operacionais, mas depois estabiliza. No início às vezes você flutua como uma balão de hélio sem rumo, sem controle, ou afunda no chao. Mas logo ficará igual ao físico.
  10. Mas sempre foi assim. Essa é a base do tradicionalismo, dos costumes, do conservadorismo. Era muito mais intenso antigamente, mas não era visto como extremismo porque era uma imposiçãp silenciosa, chamada de "costumes". A diferença é que antes a pressão era tão firme para conformar todos às bandeiras gerais, adotadas por mera repetição do que seus pais e avós pensavam, sem questionar nada, que quem defendia o direito de ser diferente podia preso ou internado como louco. Eram oficialmente silenciados. Isso criava a falsa impressão de um mundo mais ordenado do que o atual, em que as pessoas podem defender mais seu direito de ser como quiserem. Mas ainda precisam defender, brigar, sacudir bandeira, para ter seu espaço, o que faz todos parecerem mais extremistas.
  11. Tem sempre uma cadeia de transmissão, só quem está no topo da pirâmide cultural leu, os demais repetem o que lhes chega pela tradição oral. Mas a origem é sempre um teórico/filosofo, bem como tudo que as pessoas repetem sobre ética, moral, livre arbítrio, Estado, liberdade... tudo foi elaborado por um sujeito décadas ou séculos atrás e hoje está na boca do povo como se fossem verdades naturais e não meras criações racionais. Essa é exatamente a inversão manipuladora de que eu falava antes. Não há ninguém estimulando nada porque não tem como. O que se faz é procurar esclarecer desde cedo que a pessoa pode ser o que ela sente que é, exatamente para que ela não precise se forçar a ser o que sente que não é. Por que as pessoas acham que ensinar sobre liberdade de escolher A ou B significa ensinar a escolher B ao invés de A é que é estranho, porque não é disso que se trata.
  12. Sim, de fato existem algumas linhas feministas que são mais extremistas. Eu perdi um bom tempo tentando entender de onde saem as idéias doentias do pessoal da extrema direita sobre a esquerda Checando as fontes deles ( quando eles apresentam as fontes, porque a maioria deles mente despudoramente e por isso nunca citam as fontes) pude de fato ver que existem algumas figuras realmente exageradas na esquerda, gente que tem obviamente problemas psicológicos e que descarregam seus traumas construindo argumentos politicos. Quando são contemporâneos não é raro que fiquemos sabendo que terminaram se suicidando, enlouquecendo ou mudando de posicão para o extremo oposto. A questão é que sempre são autores/ pensadores irrelevantes, sem alcance algum. Estão para o pensamento de esquerda como o estilista de passarelas está para o vestuário dos cidadãos comuns, ninguém liga para eles. Mas a direita se apega a esses autores obscuros que quase ninguém conhece nem mesmo dentro da esquerda para criar um espantalho e ficar apontando o dedo, como se aquele extremismo pontual fosse representativo do pensamento da esquerda. Tem que ter muito cuidado com esse pessoal que generaliza casos extremos, porque fazer isso é basicamente uma tática de manipulacão dos desavisados. E esse pessoal crítico do feminismo em geral tem muita dificuldade de entender a ilusão criada pelos papéis de gênero, que faz mal a ambos os personagens. Tanto esse pessoal não compreende isso que eles chamam esse questionamento de "ideologia de gênero". Na verdade "ideologia de gênero" seria exatamente aquela ideologia que tenta formatar seres humanos ao que a sociedade espera deles apenas porque possuem orgãos sexuais do tipo A ou B. Ora, os orgãos tem sua funcão definida pela natureza, e isso caracteriza apenas o seu uso na atividade sexual, não há porque construir toda uma lista de exigências na vida só porque numa das atividades da vidaz o sexo, aquela criatura exerce o papel A e não B. Mas a sociedade tentar forçar as pessoas a adequar todo o padrão de comportamento, simpatias e antipatias esperadas, temperamento esperado, profissões adequadas, toda expressão psíquica... ao que se espera de um portador do sexo biológico x ou y. É exatamente isso, adicionar interpretações, valores, normas , a um dado neutro do mundo concreto, que constitui a criação de uma ideologia. ( aliás, deixo como sugestão de leitura o livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, AMN.pdf que trata exatamente desse problema de tentar formatar as pessoas usando um conjunto de idéias arbitrárias) É como se eu tentasse dizer que quem tem olhos verdes deve se vestir assim, deve gostar de tais ou quais esportes, deve se comportar desta ou daquela forma em termos de temperamento, e educá-los reforcando ou desestimulando os comportamento que eu ache que não são os esperados de quem tem olhos verdes. Só quem tem olhos castanhos é que pode se comportar daquele outro jeito, se vestir daquela outra maneira, gostar daquelas outras profissões. Mas olhos verdes ou castanhos é apenas um fato biológico, o personagem social que se tentaria criar para cada um seria apenas convenção social, uma criacão ideológica. Quem compra essa ideologia sem questionar não consegue enxergar a diferença entre o personagem social e o traço biológico, acham que é tudo uma coisa só e que portanto questionar o personagem equivaleria a negar a natureza. Aliás, atribuir à natureza coisas que são apenas criação humana é um recurso que se usa para legitimar as ideologias de modo a ocultar seu aspecto artificial e assim evitar ser questionado. (Sempre que "Deus" e "Natureza" são invocados temos que ficar alertas contra tentativas de manipulação, porque o que se está fazendo e tentar acabar com os questionamentos alegando que a pessoa que questiona está tentando se opor a algo tão imutável quanto a lei da gravidade ou as órbitas dos planetas. ) Da mesma maneira que a cor dos olhos o sexo é um fato biológico, mas os papéis de gênero que a sociedade atribui aos membros de cada sexo é pura convenção, pura ideologia. Apontar isso não é "ideologia de gênero", é exatamente tentar libertar as pessoas da ideologia que generifica tudo, para que sejam o que sentirem internamente que são. Há muitas outras cobranças e expectativas artificiais que se cria em cima do sexo biológico que tentam forçar as pessoas a um comportamento esperado para seu gênero. Essa é a verdadeira " ideologia de gênero", não a que tenta libertar as pessoas desses padrões arbitrários. O problema é que muita gente " nem é gente". São só casca, são apenas seu personagem. Um homem que entenda que " ser homem é.." focar em acumular patrimônio, porque "com isso atrairá mais mulheres", mostrando que "tem valor como provedor" pode vir a se suicidar se por um problema financeiro ficar na miséria. De vez em quando se vê noticias assim, porque a identidade que aquele pobre miserável construiu foi toda em cima desses estereótipos. Tire isso dele e ele acha que não sobrou nada do que ele era. Ou a mulher que acredite que toda mulher tem que ser mãe, se precisar remover o útero por alguma doenca pode vir a se sentir uma pessoa imcompleta. Por que? Porque escolheram ser a casca social, o personagem. Por isso quem se sente ameaçado com a discussão sobre gênero ou pelo feminismo são exatamente essas pessoas que escolheram ser a casca ao invés de "seres humanos". Elas percebem que se forem forçados a admitir que essa casca é mero personagem social e não um "dado da natureza" seu senso de identidade será enfraquecido, porque terão que admitir que são atores representando algo que no fundo não são. Porque nem sabeem o que são na verdade. Mas quando o ator termina a atuação e vai para casa, quem ele é realmente? Esses homens e mulheres que se perturbam com esses questionamentos não querem sair do personagem porque acreditam que o ator é menor que o personagem, o que é uma inversão de valores brutal. E por isso esse pessoal é visivelmente superficial, preocupados com tolices ( marca de carro, vestidos, gravatas, relógios, cabelos...) porque são essas tolices que reforçam o senso de identidade DELES, e eles tendem a desvalorizar quem não se constrói da mesma maneira, porque isso lhes foge à compreensão. Se se preocupassem em reforçar o ator e não o personagem entenderiam que todo esse discurso de questionar os padrões existe não para retirá-los de sua zona de conforto, mas para permitir que aqueles que não se sentem confortáveis com isso saibam que podem sim viver outras escolhas sem que isso torne sua vida um fracasso. Esses modelos estereotipados existem porque funcionam bem sim para a maioria das pessoas, mas não para 100%. É pensando no bem das minorias que se cria esse debate, para abrir espaço na sociedade que permita aos diferentes serem o que lhes agrada. Quem segue a norma não está sob ameaça, não precisam lutar contra para defender seu tradicionalismo porque esse permanece explicando a forma de ser da maioria. Mas talvez quem se perturbe com esses questionamentos devesse se perguntar o que de fato teme? O que acha que tem a perder? Talvez assim descubra em qual aspecto da sua vida deveria se focar.
  13. Olha, o primeiro passo para mudar algo é resolver a questão das energias, porque sem isso faltaria ânimo para qualquer coisa. Todas as pessoas que me relataram o mesmo que você sempre cometem os mesmos erros nesse aspecto, e acabam adotando várias estratégias que se auto-sabotam e depois não sabem o que tem de errado. Não sei se é o seu caso, mas vou dizer o mesmo que já disse para elas: - não durma menos de 7h nem mais de 9horas - saia da cama quando a vida começa a fluir nas ruas, o que em geral começa pouco tempo depois do nascer do sol. Digamos às 7:00 no inverno. A idéia é entrar em sintonia com as marés energéticas do planeta né? Já que corre, aproveite para correr nesse horário já que levantar cedo para ficar sentado em casa não faria muito sentido. Isso vai botar suas energias para circular cedo ao mesmo tempo em que se expôe ( absorve energias do inicio do dia) ao fluxo de vitalidade que estará fazendo todo mundo começar a se mexer. - Coma mais alimentos crus, eles costumam possuir energia própria, coisa que alimentos processados ( ou mesmo vegetais cozidos) já não possuem. - Pare de usar computador ou celular 2h antes de deitar ( para dar tempo da sua mente ir desligando. Pode ler um livro antes de deitar. Obviamente por "livro" não se inclui ebook por causa do brilho da tela né?) Horários organizados para dormir e acordar, mais qualidade de sono por reduzir estímulos antes de deitar, mais comida não processada, atividade fisica em contato com a natureza, já te darão mais disposição geral e devem tornar sua mente mais interessada em buscar uma nova meta qualquer. O que você vai fazer com ela aí já ninguém pode te dizer. Pela sua idade você talvez já tenha concluído a faculdade e esteja naquele limbo entre começar a trabalhar ou fazer pós-graduação, o que é um momento complicado mesmo mas pelo menos já existe uma noção da direção para onde sua vida deveria ir. Mas se não chegou nesse ponto então sua urgência é essa: tirar o atraso antes que fique ainda mais atrasado. Enquanto não escolhe um objetivo pode treinar disciplina de organização e concentração como faria se tivesse que estudar para um vestibular: descubra algum assunto que te interessa aprender, compre um daqueles livros " ....para concurso", com licões organizadas, QRCODE para videoaulas, exercicios, e vá treinando estudar aquilo por x minutos por dia, todos os dias. Mesmo que pareça uma atividade sem um sentido maior, se uma hora você definir um novo objetivo já estará adaptado num aspecto importante que é a organização do seu tempo para focar no que importa durante períodos definidos. E tem muito EAD interessante na internet que você pode usar como ferramenta de treino desse aspecto. Um colega aqui mesmo do gva me falou na semana passada que resolveu voltar a estudar matemática e está redescobrindo coisas que nem lembrava, eheheh. https://escolhiaprendermatematica.com.br/ https://portuguescompestana.com.br/curso/portugues-do-zero-–-baseado-no-livro-a-gramatica-para-concursos-publicos/940 Se escolher aquelas coisas que qualquer concurso pede acaba não sendo tempo perdido, mas pode se interessar por coisas mais de informação geral, já não tão baratas e que não tem " lições estruturadas", são só noções, mas dá para pegar um caderninho e ir anotando, depois revisar os pontos e tal. Sempre te ajuda a entender melhor o mundo que te cerca, ainda mais de for curso de especialistas em suas áreas, assim evita correr o risco de aprender abobrinha de "opinador de internet em assuntos genéricos" https://www.paulogala.com.br/economia-sem-economes/ https://www.paulogala.com.br/a-historia-das-ideias/ https://albertocarlosalmeida.com.br/cursos/
  14. Você estava consciente de estar fora do corpo? Porque se nao estava então é apenas relato de sonho e os conteúdos poderiam ser apenas simbólicos, algo que precisaria interpretação psicologica, mitológica, iniciatica, e isso foge do objetivo do fórum, que é de projeções lúcidas, em que os eventos descritos são vistoa apenas pelo que aparentam ser, tal como os eventos fisicos.
  15. Pela sua descrição você não sai da cama, fica só ali deitado, percendo sons e imagens, sentindo as vibrações e tal? É isso? Se é, só falta levantar da cama. Levante-se exatamente como faria se estivesse querendo ir no banheiro, porém, vem devagarinho. Não imagine o movimento, execute o movimento, mesmo que ache que está movendo seu corpo fisico. Após sair do quarto teste para ver se esta no corpo fisico ou não. Sem testar não vai ter certeza pprque na maioroa daa vezes é idêntico. Teste tentando esrixar um dedo como se fosse de borracha, ou então tapando as narinas e mesmo assim tentando respirar por elas, ou dando um pulo alongado para tentar tocar o teto, como se fosse um jogador de volley que quer fazer o bloqueio na rede, mas DESEJANDO tocar o teto enquanto pula.
  16. Problemas de visão atingem só algumas pessoas e não outras, assim como a paralisia. Em geral quem tem essas coisas sempre terá em algum grau. Nunca tive esse problema, no máximo visão embaçada, que costuma ser fácil de resolver dando comandos verbais que EXIGEM "mais clareza". Então não sei se o papo de meditar no frontal ajuda, porque nunca precisei fazer isso.
  17. Sim, isso é bem comum no início. Em geral é só um erro de interpretacao do seu cérebro sobre os processos eletricos que estao acontecendo durante a separacao.
  18. Mas se estiver ainda dentro de casa, em geral a voz que vai ouvir é do seu corpo físico reagindo a sua tentativa de falar. Vai parecer que sua voz é um balbucio que foi feito dentro de um copo.
  19. Mas aí já é um critério para você se perguntar se eram de fato fantasiosas ou se havia algum fator presente que permitisse superar essa dificuldade de plasmagem na primeira etapa projetiva ( alguma emoção extrema, por exemplo) Sempre convém lembrar que não há razão alguma para esperar que o que vê em astral seja igual ao fisico porque você não está olhando para o mundo ao seu redor com olhos físicos. Logo, é apenas normal que o que perceberá seja diferente. Classificar "diferente" como "ilusório" chega a ser um tanto ilógico. É mais provável que o idêntico seja ilusório. Sabendo que é experiência comum que na primeira zona é mais difícil para a mente plasmar fantasias, coisas estranhas ou inesperadas que apareçam nessa primeira etapa devem ser classificadas de forma difefente de coisas estranhas ou inesperadas que apareçam nas etapas seguintes.
  20. É, qua do comecei a me projetar achei que passaria muito por isso, por causa dessas idéias que temos sobre as coisas que a mente PODERIA criar. Mas de fato ela não tem essa capacidade NESSA PRIMEIRA ETAPA da projecao, só depois. Lembro de uma vez em que saķ do quarto e estando na sala parecia que eu ouvia barulho de torneiras abertas, vindo da cozinha. A.cozinha estava toda escura ( sinal de mudança de faixa) e embora nãp tivesse uma porta ali, só o marco, era impossivel ver o que gerava aquele barulho de água correndo na pia. Então fui caminhando até ali sabendo que penetraria num ambiente desconhecido, não na minha cozinha. Tão logo atravessei o marco da porta, entrando naquela sala 100% escura,.comecei a enxergar nela, foi clareando, embora permanecesse sombria. Vi o que parecia um corredor de uns 20m, uma sucessao de pias de inox, todas as torneiras abertas, e a.agua transbordando das pias para o chao. Parecia, sei lá, um grande mictório gigante, dentro de um vestiário, onde também havia boxes de banho. Parecia aqueles cenário dos filmes do Freddy Kruegger sabe? Comecei a sentir um certo medo pprque imaginei que algo ou alguém apareceria repentinamente ali para tentat me dar um susto e me fazer voltar ao corpo no tranco . Olhei para o lado e tinha um armário daqueles de aço, tudo fazia parecer um vestiário de algum lugar esportivo. Aí pensei: "Já sei. Agora eu vou abrir uma porta desse armário e algo vai sair dele e pular em cima de mim, esse é o plano do susto! Vamps ver entao" Sério, eu já estava " com o coração na boca" , não por medo de perigo, mas porque sabia que algo ia pular em cima de mim só para gerar um sustão mesmo. Então meti a mao na porta do armário e abri..... Nada aconteceu, armário vazio. Então olhei para o lado oposto, imaginando que algo viria correndo pelo corredor da monja direcao enquanto eu olhava para dentro do armário e.... Nada. Ou seja, minha mente estava engajada criando cenas de susto,.minhas emoções estavam participando, tudo certo para plasmar algo. Mas nada aconteceu! Mada de interessante, nada de assustador, nada de nada! Capacidade zero da mente plasmar nossos medos nessa primeira etapa. Mas isso nao dura muito. Após sairmos de casa há uma alteração de frequencia, vamos para zonas mais leves, ainda que não tenha nenhuma mudança perceptivel. E aí o jogo muda, porqhe já tendo saídp de casa se você pensar "espero que aquele cachorro chato que mora lá na esquina não apareça na projecao" ele vai sair da casa onde mora e irá te perseguir, num óbvio exemplo de plasmagem. Mas enquanto ainda estiver dentro de casa as chances de algo assim acontecer são mínimas. Infelizmente, para investigar as coisas no astral precisamos sair e encarar o risco sempre presente de ser vítima de plasmagens. Por isso sempre tem que estar atento ao que passa na sua mente, para saber se o que vê no ambiente ao seu redor PODE ter sido plasmado/ invocado por associação de idéias.
  21. Eheeheh. É, esse é um mau hábito que se você percebe que até teve a projeção mas perdeu a memória, não é muito problema. Problema é quando o cara está perdendo totalmente a memória. Aí pode estar se projetando com frequência mas fica revoltado achando que está tentando há seis meses todas as noites e nada aconteceu, eheh. Aí é triste, porque o cara pode acabar desistindo de algo que ESTÁ CONSEGUINDO FAZER! Pelo menos isso, tente segurar uns fragmentos, só para te dar certeza de que funcionou. No início eu sempre registrava tudo, mas começou a dar muito trabalho.l porque era muita coisa. Entao mudei de rotina: - acordo, examino se o que me lembro vale a pena registrar ou não. Se não vale, só pego uma cena e meio que fixo a atencao com uma breve análise mental "projecao rápida, falei com algums pessoas. Nada importante". E volto a dormir. Assim no dia seguinte voce lembra de ter feito essa análise pelo menos, nao da experiêmcia em si, mas lembra que ENQUANTO DUROU A ANÁLISE você concluiu que não tinha nada ali que valesse à pena registrar. Então sabe que nao perdeu nada. Brabo é quando tem algo importante no início da noite, está frio e você não quer levantar para registrar. Já me aconteceu de passar a noite toda fazendo a retrospectiva da primeira projecao toda vez que acordava ( eu acordo umas 6 ou 8 vezes) para só depois voltar a dormir. Fui fazendo isso até a hora de levantar, porque realmemte não queria perder aquela memória, eheeh. Trabalheira louca!
  22. Provavelmente. Sempre procure sair do quarto rapidamente, para sair do raio de ação do cordão de prata e ter mais chance de se estabilizar no astral. No início às vezes somos puxados de volta várias vezes antes mesmo de conseguir sair pela porta do quarto.
  23. Comigo acontece, mas sao sempre equipes com pessoas diferentes Acho que numca emcontrei a mesma pessoa duas vezes. Mas isso é problema da memoria, porque uma vez , logo que saí do corpo, me dirigi diretamente para um lugar onde ficavam esses meus colegas, procurando uma pessoa pelo nome. Um dos colegas se pronttificou a levar-me ate ela. Ou seja, obviamemte eu ja estava habituado a trabalhar com eles. Projetado eu os conhecia, mas nunca veip para o fisico a memória dos trabalhos que faco com eles, nem outros nomes além daquele que ja levantei do corpo procurando,.sabe-se la porque razão, algo que tbém não migrou para a memória fisica.
  24. Talvez seja só seu corpo mesmo. Só você pode descobrir: https://www.viagemastral.com/forum/topic/17345-obsidiado/?do=findComment&comment=76049 Tente fazer a OLVE, ela ajuda a desgrudar do corpo se você conseguir acelerar até sentir o corpo todo vibrando: https://www.viagemastral.com/forum/topic/19420-olve-técnica-de-indução-ao-estado-vibracional/
  25. Funcionar funciona. Se vai fazer efeito já é outro papo, como qualquer coisa na vida. Tem gente com quem basta conversar e resolve. Outros precisam ter medo para pararem de encher o saco. Cada pessoa é diferentene quem defende uma só fórmula para tudo conhece muito pouco da natureza humana.
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