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Algum autor espiritualista comenta sobre transgêneros?


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Talvez vocês(transgêneros) dão muita importância para a noção de gênero, e isso causa o sofrimento psicológico em vocês. Pelo menos da forma que eu vejo as coisas, o sexo é apenas uma diferenciação biológica no plano físico, que tem a função de propagar a espécie, de forma que existam mais corpos para almas habitarem aqui nesse planeta. Outros planetas talvez nem necessitem de reprodução sexuada igual à nossa, então não existiriam homem e mulher como conhecemos. Para mim o corpo é só um escafandro de carne que eu uso para viver no plano físico e ter experiências físicas, se eu fosse dar importância demais para o gênero biológico desse escafandro, eu estaria me perdendo demais na identificação com as coisas transitórias da vida, e talvez eu começaria a pensar que eu sou o escafandro, ao invés de ser o mergulhador. O "mergulhador" não possui gênero; ele apenas recebe emprestado diferentes gêneros no passar de várias encarnações, com a intenção de estimular novas formas de aprendizado. 

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10 minutos atrás, Salokonir disse:

Talvez vocês(transgêneros) dão muita importância para a noção de gênero, e isso causa o sofrimento psicológico em vocês. Pelo menos da forma que eu vejo as coisas, o sexo é apenas uma diferenciação biológica no plano físico, que tem a função de propagar a espécie, de forma que existam mais corpos para almas habitarem aqui nesse planeta. Outros planetas talvez nem necessitem de reprodução sexuada igual à nossa, então não existiriam homem e mulher como conhecemos. Para mim o corpo é só um escafandro de carne que eu uso para viver no plano físico e ter experiências físicas, se eu fosse dar importância demais para o gênero biológico desse escafandro, eu estaria me perdendo demais na identificação com as coisas transitórias da vida, e talvez eu começaria a pensar que eu sou o escafandro, ao invés de ser o mergulhador. O "mergulhador" não possui gênero; ele apenas recebe emprestado diferentes gêneros no passar de várias encarnações, com a intenção de estimular novas formas de aprendizado. 

Entendo. Concordo com o que você disse, mas essa importância dada à questão de gênero não surge de uma preferência estética ou algo do tipo, mas sim de uma sensação muitas vezes existente mesmo antes de qualquer tipo de racionalização sobre o assunto, vou dar um exemplo:

Imagine que você tem alguma condição congênita que te impossibilite enxergar como uma pessoa normal, mas que consegue ser curada ou amenizada com tratamento adequado. Você entende que esse essa condição te atrapalha no cotidiano, ela está lá desde quando você acorda até adormecer, todos os dias. Você não escolhe ficar com a doença por ser o "natural", nem deixa de fazer o tratamento por afetar somente um "escafandro", você efetivamente faz o que for necessário pra se curar daquilo, sendo o problema de ordem física ou psicológica, no nosso caso é mais complicado pois não há problema físico, facilmente detectável, mas sim psicológico, mas é a mesma coisa

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Fiquei pensando sobre isso hoje e supus que talvez isso tenha a ver com o "mecanismo da mentira".

Eu comprei um  livro ha alguns anos atrás sobre aquela área que tenta saber quando a pessoa esta mentindo  analisando a linguagem corporal. 

Pelo que entendi, quando alguém te faz uma pergunta, surge um impulso cerebral para a resposta VERDADEIRA. Isso é uma CORRENTE ELÉTRICA  do cérebro que vao acionar o corpo para responderba verdade.

Se a pessoa vai mentir, ela precisa desviar essa corrente eletrica para outras rotas  enquanto emite a resposta mentirosa. É isso que gera as micro expressoes uma  puxada de canto da boca  , um jogada de ombro para um lado, uma coçada de orelha, etc. Aquela tensao precisa uma rota de fuga, ou a verdade saltará pela boca.

Entao em quem procura  falar a verdade sempre a corrente cerebral segue seu fluxo sem desvios, quem vive mentindo fica tendo que produzir muitos desvios de corrente.

 

TALVEZ....TALVEZ.... isso explique a razão de porque a identidade de gênero para quem não tem disforia pareça algo tão sem importancia  já que para eles é so um fluxo que corre sem  desvios nem atritos. Já para quem tem disforia a sensação de ser um gênero que  não corresponde ao corpo talvez gere essas tensôes o tempo todo, porque a pessoa talvez se sinta como quem vive uma mentira 24h por dia.

E aí vai passar o dia todo encenando, gerando esses " desvios de corrente" para nä expressar o que é, e isso é que  talvez gere esse desconforto psicológico e uma necessidade de liberar esse fluxo, para não adoecer.

Tem gente que comete crimes e confessa porque chegam num ponto que preferer ir para a cadeia do que  ficar mantendo a tensão de ocultar a verdade a vida toda. Se sentem aliviados quando finalmente confessam. 

 

Se for isso, realmente  explicaria por que a identidade de gênero é irrelevante para quem está bem com ele, mas motivo de sofrimento piscológico para quem não está .

 

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@Hellena Acho que no fim das contas a grande diferença entre nós é a capacidade de não dar importância para as questões de gênero, igual o sandrofabres falou. É igual a dor física, geralmente não damos muita importância para o dedão do pé, mas se cair um objeto pesado nele, por alguns momentos aquele dedo se torna a parte mais importante de nossa vida.

No seu caso seria demasiado difícil ignorar essa questão, enquanto para mim gênero é algo indiferente e sem muita importância. Por exemplo, eu vivi toda minha vida como homem, mas se magicamente meu corpo fosse transformado no de uma mulher, isso seria indiferente para mim; não iria gerar disforia nenhuma de querer voltar a ser homem.

Enfim, não estou invalidando a sua situação, só acho que essa questão de identificação de gênero depende bastante da importância que uma pessoa dá para o gênero; porém eu entendo que não é fácil simplesmente "parar de se importar". Inclusive acho que existem muitas pessoas "normais" por ai que estariam sofrendo de disforia de gênero hoje em dia, caso tivessem nascido em um corpo com sexo diferente do atual; mas como deram a sorte de nascer no gênero que queriam, não sofrem com isso, e a disforia de gênero nunca se manifesta nesta vida. Somente se manifesta quando encarnarem de novo no sexo oposto.

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7 minutos atrás, Salokonir disse:

Inclusive acho que existem muitas pessoas "normais" por ai que estariam sofrendo de disforia de gênero hoje em dia, caso tivessem nascido em um corpo com sexo diferente do atual;

Sim, a gente não sabe quão fácil/difícil é pra um espírito se adaptar ao corpo assim, acho que existem muitos trans por aí, pessoas que se encarnassem em corpos diferentes do habitual sofreriam como eu kkk

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Nem precisamos ir tão longe. Na minha infancia o livro de matematica era este:

images (5).jpeg

E eu tinha essa cara aí, mas com cabelos cacheados.

Cabelo assim meio " foguinho" , e sardento. Ficavam me chamando de Ferrugem, que era o nome artistico desse menino

https://vejasp.abril.com.br/coluna/memoria/por-onde-anda-o-ferrugem

Mas sempre me  senti internamente moreno, de cabelos pretos, e olhos escuros , tipo isto:

images (7).jpeg

Mas quis a herança genetica que me foi destinada que eu  viesse com este corpo de  estética meio polonesa, meio russa, kkkk.

Nunca curti espelhos nem me ver em fotos porque não via uma aparência com que eu me reconhecesse. Quando criança so pensava em eliminar as sardas e alisar a cabelo na marra, com escova. Aqueles cachinhos me faziam parecer um "anjinho" , o que eu achava muito infantil mesmo quando eu tinha 4 anos, eheheh. 

Sempre me senti um homem de uns 60 anos ( mas não "um velho sem energia". ) , e isso acho que era perceptivel ,meu pai gostava de dizer para todos que eu era mais velho ele, mesmo tendo apenas 5 anos, eheh

Mas com o tempo desencanei disso, com 20 anos já nao ligava mais, estava habituado com a idéia de que eu apenas  " vestia este corpo".   Nunca confundi meu senso de identidade com ele,  nem achei que valesse a pena tentar mexer em algo porque isso não alteraria o fato de que eu e meu corpo não somos uma só coisa, mas duas.  Mas ele me serve  muito bem, nào tenta me escravizar com seus instintos ou desejos por sensações, além de ter uma saude muito boa, minha última gripe foi em 1984 e passei  virgem pela covid. É  isso que me imoorta, um corpo saudavel que nao me crie  doiiculdades, ainda que seja sardento, kkkkk. Uma hora me vou e ele voltará  ao pó mesmo, seja lá qual forma tenha, entao  a calvicie comecou a aparecer lá pelos 45, os brancos.já dominaram, deixo que a natureza siga seu curso sem tentar mascarar nada.  Só me preocupo em ter uma alimentacao saudável e rotina regular de exercicios para que  a FUNCAO deste corpo não seja comprometida. Quanto à FORMA, o tempo fará seu trabalho independente dos.meus esforços, então nao altero nada, seria como enxugar gelo.

 

Claro que sei bem que isso não se compara com a questão trans. Mas mesmo algo assim tão pequeno  ja faz com que a gente olhe no espelho  e pense " que sujeito estranho.. olha essa cara aí ....e se não bastase isso ainda tem essa cara de antipático!" kkkkkk

 

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Em 28/01/2024 at 18:14, Sembrol disse:

De espiritualistas que falaram sobre o tema, eu só tenho conhecimento do wagner borges. Nesse momento dessa live ele comentou sobre também (tá no ponto):

 

Livro citado:: ( a conversao para mobi comeu aqui e ali algumas palavras. Em geral nada importante. Por isso anexei o pdf, para que possam achá-las caso queiram, mas o pdf está com letra  muito pequena para quem lê no celular, por isso converti para mobi)

Anthony Borgia – A VIDA NOS MUNDOS INVISÍVEIS – Anthony Borgia.pdf

Anthony-Borgia-–-A-VIDA-NOS-MUNDOS-INVISÍVEIS-–-Anthony-Borgia.mobi

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Achei esse livro aqui, ainda não comprei mas não vejo a hora de ler rsrsrs

Transexualidades sob a ótica do Espírito Imortal

Achei essa publicação na revista Galileu, pra quem quiser entender mais sobre transgêneros, fora dessa ótica espiritualista.

https://www.google.com/amp/s/revistagalileu.globo.com/amp/Revista/noticia/2016/05/tudo-o-que-voce-sabe-sobre-genero-esta-errado.html

(essa publicação é de 2016 e em uma parte do texto informa:

"Ainda hoje, a transexualidade é considerada um transtorno mental pela medicina, como era a homossexualidade até os anos 1970"

Hoje já não é mais, em 2018 a OMS emitiu a resolução CPF n° 01/2018, que está baseada em três pilares: transexualidades e travestilidades não são patologias; a transfobia precisa ser enfrentada; e as identidades de gênero são autodeclaratórias.

Cada país tinha até 1º de janeiro de 2022 para se adaptar à nova CID (Classificação Internacional de Doenças) , a CID 11.)

 

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