Jump to content
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Minha conclusão sobre a projeção após 5 anos de prática


Daniel_amorc
 Share

Recommended Posts

Engraçado para mim é você "desmentir" muita coisa e depois agir em defesa daquilo como se ainda fosse tudo muito real para você.

Veja, achei que eu tinha deixado bem claro, a ordem é filosófica, você mesmo disse que também estuda outras coisas não é, pois bem, não entendo porque tenho que concordar com o difundido pela ordem 100% para participar dela, projeção astral é apenas um dos temas tratados pela ordem, eu também não concordo com 100% das leis do Brasil, nem por isso eu vou embora ou deixo de cumprir com a lei do Brasil.

mas como falar em caráter, e ao mesmo tempo insinuar que a Ordem na qual você é juramentado está ludibriando seus membros?

Existem metodos de ensino que demandam um certo tipo de atitude, eu gosto do método da ordem, embora não acredite em tudo o que ela difunde, mas a ordem é feita de pessoas, e pessoas como eu são falíveis, eu também não era crente? Eu também não dizia para os outros que eu tinha estado em tal local no astral? E eu realmente acreditava nisso, por isso não é mentira nem ludibriação da ordem com seus membros, se você teimar em levar para esse lado, então vamos ter que julgar que todas as religiões estão ludibriando seus seguidores só porque não concordamos com o ensino ou tática deles. Uma coisa é fazer algo errado pensando estar fazendo o bem, outra é fazer o errado sabendo que é errado.

Acho que a sua confusão está cada vez mais clara.

Concordo, ao me julgar você não teve toda a informação necessária e por isso não pode compreender o que eu estou entendo explicar, então tendo de novo dando mais informações para que você entenda, quando eu entrei na ordem eu acreditava, fui desacreditar muito tempo depois, depois de ter feito bons amigos, de conhecer as intenções da ordem, não só nas questões místicas, mas na questão de caráter, de cultura, e tudo mais, então eu fazia coisas que eu considerava místicas dentro da ordem, como por exemplo nossa conhunhão de sanctum celestial, mas hoje eu sei como funciona a nível psicológico isso e sei a intenção dessa prática e é boa, além dos benefícios físicos óbvios da meditação, então mesmo não crendo na parte mística, ainda gosto da ritualista, gosto das conversas abertas com pessoas inteligentes e discuto mesmo sobre a realidade da projeção astral mesmo dentro da ordem, o que é bem visto pelo mestres, por essa abertura de mente, por essa fraternidade continuo sim na ordem, como eu disse há uma grande diferença do que se passa na ordem e do que ela é constituída, e não se pode misturar as coisas, não se pode jogar fora a tradição do sigilo, dos costumes, porque do outro lado da "sala" se ensina sobre projeção psíquica, e cada um deve defender aquilo que acredita, e discutir aquilo que não acredita, é isso que nos faz evoluir a final.

Você me aconselha a ler o material da Ordem, mas parece que você também não o leu, ou está ignorando as partes que vão contra sua palavra. Você utiliza opinião pessoal, mas age como se eu, por ser iniciado, sou obrigado a falar e utilizar somente o conhecimento adquirido na Ordem, e não minhas experiências e pesquisas pessoais.

Olha sinceramente eu acho que está me compreendendo muito mal ou eu por preguiça não estou escrevendo o suficiente para que entenda. vamos lá:

1 - Sim, eu aceito parte do difundido pela ordem, da parte que eu aceito eu recomendo e é muito bom mesmo. Mas não vejo nenhuma contradição

2 - Tem que prestar a atenção do que é da parte da ordem, e assunto da ordem e do que não é, ai que mora sua confusão no tema, veja, como eu disse antes, não jogo fora a tradição, o juramente etc e sou participante ativo da ordem e por isso, quando se trata de coisas que ocorrem dentro da ordem, ou de experiências de membros dentro da ordem é padrão seguir o que está escrito no manual, seu organismo afiliado deve ter um se não o tiver. Veja bem, uma coisa é a constituição de um organismo, e a outra é sua "doutrina".

Vou dar um exemplo, eu posso falar mal do Brasil, posso não concordar com o Brasil, posso não acreditar que exista uma maioria honesta de políticos, mas não cometo crimes, não fujo ao que manda a lei, pago meus impostos etc, ou seja, uma coisa é a constituição do pais, outra coisa é sua opinião pessoal da constituição do pais, e independente do que você ache, todos somos brasileiros do mesmo modo.

Então entenda, quanto for assunto da ordem, não tem nada que me faça discutir isso em público, alias não sei se sabe mas isso pode dar até expulsão, quando se tratar de assuntos profanos, esses eu tenho minha opinião e as expondo aqui ou em qualquer lugar.

Quanto a eu 'querer' que você use só o que aprendeu na ordem não tem nada a ver, mais uma vez, nos entendemos mal, o que eu quis com isso era apenas sugerir algo que ambos podemos confirmar e compartilhamos como fraters, para provar que minha atitude não está contrária a que se espera de um membro, entende?

Quanto a se eu deixei entender que existe algum tipo de preferência, hierarquia, benefício, quando falando da experiência do outro membro, só não quis falar nada em público, e novamente digo, não tem nada de mágico, nada de poderes, nada de ludibriação intensional nem nada, mas o que posso dizer publicamente quanto a isso é, na ordem existem budistas, cristãos, umabandistas, new agers, alienistas, e todo tipo de pensamento até pessoas muito estranhas como eu que tinham seu próprio dogma maluco, e é justamente por isso que é um campo tão bom de estudo e evolução.

kassioms

Não deixaria você ter que procurar sozinho, claro que acharia, mas isso eu posso dizer, so não posso dizer quem são os envolvidos, o que fizemos etc, mesmo pq se alguém perguntar eu nego tudo hahahaha mas a droda é justamente o DMT ou Dimetiltriptamina, usamos puro de laboratório importado do EUA, é permitido pra pesquisas, mas com queríamos apenas testar para ver se valia a pena ir atrás de uma permissão dessa então... mas você encontra em quantidades menores e permitidas na ayahuasca ok, é só ir num encontro de santo daime, claro que nessa quantidade vai depender do seu corpo mesmo, mas é o mesmo princípio, viu nem precisou me torturar hahaahaha

Link to comment
Share on other sites

1 - Sim, eu aceito parte do difundido pela ordem, da parte que eu aceito eu recomendo e é muito bom mesmo. Mas não vejo nenhuma contradição

2 - Tem que prestar a atenção do que é da parte da ordem, e assunto da ordem e do que não é, ai que mora sua confusão no tema, veja, como eu disse antes, não jogo fora a tradição, o juramente etc e sou participante ativo da ordem e por isso, quando se trata de coisas que ocorrem dentro da ordem, ou de experiências de membros dentro da ordem é padrão seguir o que está escrito no manual, seu organismo afiliado deve ter um se não o tiver. Veja bem, uma coisa é a constituição de um organismo, e a outra é sua "doutrina".

Vou dar um exemplo, eu posso falar mal do Brasil, posso não concordar com o Brasil, posso não acreditar que exista uma maioria honesta de políticos, mas não cometo crimes, não fujo ao que manda a lei, pago meus impostos etc, ou seja, uma coisa é a constituição do pais, outra coisa é sua opinião pessoal da constituição do pais, e independente do que você ache, todos somos brasileiros do mesmo modo.

Então entenda, quanto for assunto da ordem, não tem nada que me faça discutir isso em público, alias não sei se sabe mas isso pode dar até expulsão, quando se tratar de assuntos profanos, esses eu tenho minha opinião e as expondo aqui ou em qualquer lugar.

Quanto a eu 'querer' que você use só o que aprendeu na ordem não tem nada a ver, mais uma vez, nos entendemos mal, o que eu quis com isso era apenas sugerir algo que ambos podemos confirmar e compartilhamos como fraters, para provar que minha atitude não está contrária a que se espera de um membro, entende?

Sim, concordo com você em muitas coisas, sou a favor de questionar tudo até ter certeza por experiência própria...e mesmo assim, ainda analisar bastante, mantendo a mente aberta para outras possibilidades. Não é nada referente a isso que estou dizendo.

O que não achei correto de sua atitude foi insinuar ser portador de uma informação privilegiada da ordem para com um membro que veio aqui relatar (que talvez nem fosse o indicado falar sobre iniciações aqui) sua iniciação, e ainda dar a entender de que nada daquilo realmente ocorreu, mas que foi de alguma forma manipulado.

A sua frase, se me lembro foi: "Olha isso é assunto da ordem, você deve ser novo na ordem, mas por ser frater eu te explico como fazemos isso"

Isso, pelo menos para mim, deu a entender claramente que somente membros antigos possuem o privilegio de saber que aquilo que ocorreu foi uma suposta ilusão manipulada por "NÓS" (sujeito oculto na frase).

Isso para mim claramente denigre a imagem da ordem para quem está de fora, assim como ocorreu aqui mesmo, tendo um usuário confundido sua opinião pessoal com a doutrina da ordem, pois a coisa ficou tão misturada no assunto que pareceu fazer parte da mesma.

Se falar sobre nossa doutrina já é motivo (muito justo) de expulsão, imagina um membro ativo denegrindo a imagem da ordem publicamente?

Link to comment
Share on other sites

Gangrelrj já está ficando chato, vou responder em poucas linhas para que você leia atentamente.

Humanos erram, e eu não sou o mestre em português e me expressei mal, já falei 1000 vezes que não foi a intenção. (ponto final)

O que eu disse de verdade foi

Olha isso é assunto da ordem, você deve ser novo na ordem, mas por ser frater eu te explico como fazemos isso, mas pessoalmente, me add no msn almatter@almatter.com

Veja que o julguei novo, porque os membros antigos nunca questionariam sobre ocorridos para outro membro da ordem em público, já que temos toda a fraternidade para chegar uns para os outros e perguntar e responder sem restrição, salvo claro o limite do grau atingido.

e você entendeu:

O que não achei correto de sua atitude foi insinuar ser portador de uma informação privilegiada da ordem para com um membro que veio aqui relatar (que talvez nem fosse o indicado falar sobre iniciações aqui) sua iniciação, e ainda dar a entender de que nada daquilo realmente ocorreu, mas que foi de alguma forma manipulado.

A sua frase, se me lembro foi: "Olha isso é assunto da ordem, você deve ser novo na ordem, mas por ser frater eu te explico como fazemos isso"

Veja que a questão deu a entender que nada ocorreu você tomou pq justamente eu sou cético, não está no texto mas no contexto psicológico.

Veja que existe muito mais que você julgou sozinho e não foi o que eu disse, eu não disse "olha eu tenho informações que você não conhece, porque é novato e eu sou do circulo foda que sabe de tudo, mas depois que eu te explicar, você vai ver que você foi manipulado por nós com nossa técnica secreta."

Sua mente fez isso, você semeou a ""guerra"" por algo que acreditou estar ali, sugiro que leia o artigo sobre semeando a paz da ordem, provavelmente disponível no site ( e pelo amor de Judas, não estou dizendo com isso que só deva ver coisas da ordem, apenas porque é bom)

Veja também que isso é normal acontecer.

Se eu tivesse dito, ai sim eu teria que concordar com você, mas só porque você escolheu entender assim não quer dizer que seja assim, mas além disso, realmente os membros mais antigos tem mais informações, é óbvio já que nosso estudo é por graus, cada grau conhece mais da ordem que os outros, e realmente os mais antigos podem nos ensinar muito e realmente tem informações previlegiadas da ordem, mas isso não tem nada a ver com o assunto do tópico e com o que eu quis dizer naquela hora. Sem contar que sabendo que eu era membro poderia ter entrado em contato comigo em particular e me chamado a atenção para a frase que poderia ser mal compreendida (que realmente está ruim mesmo)

Se falar sobre nossa doutrina já é motivo (muito justo) de expulsão, imagina um membro ativo denegrindo a imagem da ordem publicamente?

Não, veja bem, não é falar de doutrina, mas é a atitude de membros contra membros, quando nos filiamos nos comprometemos a um comportamento digno e se não o cumprirmos, assim então podemos ser expulsos. Quanto a denegrir a imagem da ordem publicamente, já digo que proferir opiniões sobre a ordem não é denegrir, tanto que existem sites falando mal da ordem e a ordem não toma nenhuma providência porque são opiniões, as opiniões nunca ofendem, apenas a pessoas é que se ofende ao ver a opinião sobre si, denegrir a imagem é dizer calúnias, como por exemplo se eu dissesse que a ordem estava enganando membros para ganhar dinheiro, então eu teria que arcar com a justiça.

E por fim enviei o fórum para alguns membros para analisar nossas condutas, qualquer coisa entraram em contato conosco individualmente e particularmente.

E pra terminar, essa nossa conversa está totalmente fora do tópico, então espero que tenha ficado bem claro e esclarecido o mal entendido, prometo não falar nada em meias palavras para que mentes férteis não imaginem dragões invisíveis.

Link to comment
Share on other sites

...

E pra terminar, essa nossa conversa está totalmente fora do tópico, então espero que tenha ficado bem claro e esclarecido o mal entendido, prometo não falar nada em meias palavras para que mentes férteis não imaginem dragões invisíveis.

Sim, concordo plenamente em encerrar o assunto, pois realmente já saturou.

Olha, seus argumentos finais não colaram nem um pouco para mim. Saber ler nas entrelinhas é uma qualidade que possuo a muito tempo. Qualquer pessoa com uma percepção um pouco mais abrangente vê bem tudo o que ocorreu nas entrelinhas deste tópico inteiro, com sua participação e do seu amigo. Isso tudo para mim foi um pouco além de opinião pessoal, apesar de você se defender bem e ser uma pessoa que se expressa de forma bem persuasiva.

Mas felizmente comigo não cola. Pode pedir a seus amigos para me dizerem em mensagens pessoais que estou errado em defender publicamente a "moral" da Ordem e soar como ameaçador, não me importo, pois assim como eu errei ao entrar no assunto publicamente com você (o que é algo irrisório), você também errou ao postar resposta referente ao assunto do outro Frater presente no fórum, pois se você realmente quisesse ocultar seu contato, bastaria dizer que enviou uma mensagem pessoal para ele, e não colocar aquela bendita frase que começou isso tudo.

Para mim o assunto acabou.

Link to comment
Share on other sites

Infelizmente o fato das informações postadas se basearem em uma ordem, no meu ponto de vista, perdeu um pouco da conotação de "universalidade" que o tópico aparentava.

Não quero aqui denegrir qualquer tipo de conhecimento obtido ali, apenas me parecia um tópico livre de qualquer corrente de pensamento.

Que pena! Essa discussão poderia muito bem ter sido sanada através de um chat ou mensagens pessoais.

Link to comment
Share on other sites

Infelizmente o fato das informações postadas se basearem em uma ordem, no meu ponto de vista, perdeu um pouco da conotação de "universalidade" que o tópico aparentava.

Não quero aqui denegrir qualquer tipo de conhecimento obtido ali, apenas me parecia um tópico livre de qualquer corrente de pensamento.

Que pena! Essa discussão poderia muito bem ter sido sanada através de um chat ou mensagens pessoais.

Sim, sem dúvida, e peço realmente inúmeras desculpas a todos do fórum por isso. Espero que me desculpem. Vocês não tem noção de como estou me sentindo mal como tudo isso.

Mas não me arrependo de ter postado minha indagação, pois não fui eu que entrei no assunto sobre a Ordem, e eu como membro ético não poderia deixar passar uma insinuação de "fraude" em branco, e uma mensagem pessoal ao autor não resolveria o fato de inúmeros leitores verem um suposto membro insinuando serem falsas as experiências internas, sem ter nenhuma manifestação de outros membros. Ou seja, quem cala consente, se me calasse, estaria concordando.

Espero que entendam um pouco meu lado ao defender minha ordem, assim como defenderam aqui com unhas e dentes o espiritismo quando o mesmo foi alfinetado em um tópico a pouco tempo no fórum de dúvidas.

Link to comment
Share on other sites

Vejo muitos egos pairando no ar... :roll:

Calma aê gente, vamos voltar ao assunto. Sugiro a vocês dois que conversem no msn para se acertar. Depois combinem de colocar alguma coisa aqui para finalizar o assunto, pois estamos desviando o foco do tópico que estava bem interessante.

Um abração

Kássio Melo

Link to comment
Share on other sites

Eu passei de "gaiato", li algumas páginas e vi que a argumentação perdeu espaço para os ataques pessoais e as defesas dos egões. Como nosso amigo acima já comentou.

O negócio é o seguinte: Estou feliz que você, autor do tópico, após 5 anos de prática tirou essa conclusão. Precisamos disso, precisamos de gente que mostre o outro lado da moeda, mostre seus resultados de forma sadia e racional (como estavam até a 3ª página). O que não precisamos é de pessoas de ambos os lados (prós e contras a espiritualidade) tentem induzir e ou convencer dos seus pontos de vista.

No site (IVA) existem técnicas projetivas, bioenergéticas, relatos, áudios, etc.. Tudo para que você por si só pratique e tenha suas vivências. Consequentemente, essas vivências fornecerão subsídios para uma conclusão objetiva, pessoal e intransferível (chamada de certeza íntima). Infelizmente, a espiritualidade não é compatível com o sistema cartesiano, para quem vivencia as experiências é algo objetivo e indiscutível, já para terceiros, fica algo subjetivo e de natureza questionável devido a falta de provas substanciais. As técnicas, na área da espiritualidade, foram criadas como forma de auxiliar nos processos, elas não foram feitas para serem objetos de massificação e/ou experimentação puramente científicas. Tanto que uma técnica que funciona pra mim, não funciona pra você. O que difere na ciência convencional aonde uma técnica serve para todos e dará o mesmo resultado.

Um exemplo: A ciência convencional classifica a clarevidência como ilusão de óptica, cansaço devido a concentração excessiva, delírios, devaneios, hipoglicemia gerada pelas meditações, etc. Os espiritualistas classificam a clarevidência como a capacidade de enxergar ou perceber outras dimensões, as chamadas dimensões extrafísicas. Quem está mais certo? O cara do jaleco branco que provou que no momento X o cidadão está com açúcar abaixo do normal e isso o induziu às visões ou o hindu cheio de penduricalho que no momento Y viu um espírito fazendo traquinagem em sua casa?

Então, amigos, vamos deixar os umbigões de lado e apenas debater as ideias sem convencionismo e imposicionismo.

Abraços.

Link to comment
Share on other sites

...

Então, amigos, vamos deixar os umbigões de lado e apenas debater as ideias sem convencionismo e imposicionismo.

Abraços.

Nossa, mas eu não fui contra as crenças pessoais dele, e nem ao fato dele argumentar a existência da projeção. Acho isso muito válido, até porque já fui assim (como já disse anteriormente).

A discussão aqui mudou o rumo devido a uma insinuação de fraude.

Realmente não sei onde estou tentando impor minha opinião, até porque não me defendi, mas defendi uma instituição.

Mas fazer o que...ainda passei por orgulhoso. =/

Link to comment
Share on other sites

Pessoal, desculpem a minha ignorancia, não pertenço a ordem nenhuma, não tenho conhecimento nenhum, mas digam uma coisa por favor,

porque é que o conhecimento tem que ser mantido secreto?

a impressão que me da é que os grupos de pessoas, ordens, religiões etc., querem manter tudo que aprenderam pra si mesmos, e o povão que se f... na ignorancia, estupidez que se ve pelo mundo a fora, cada vez maior...

Qual é o proposito de um grupo, qualquer que seja, que estuda, se desenvolve moralmente, espiritualmente, e não divulga nada?, onde é que se quer chegar?

Abraço, e obrigado...

Link to comment
Share on other sites

Pessoal, desculpem a minha ignorancia, não pertenço a ordem nenhuma, não tenho conhecimento nenhum, mas digam uma coisa por favor,

porque é que o conhecimento tem que ser mantido secreto?

a impressão que me da é que os grupos de pessoas, ordens, religiões etc., querem manter tudo que aprenderam pra si mesmos, e o povão que se f... na ignorancia, estupidez que se ve pelo mundo a fora, cada vez maior...

Qual é o proposito de um grupo, qualquer que seja, que estuda, se desenvolve moralmente, espiritualmente, e não divulga nada?, onde é que se quer chegar?

Abraço, e obrigado...

Exatamente para não banalizar.

Não é secreto, é discreto. Qualquer um pode se inscrever, é aberta.

Falo com vc por mensagem pessoal se quiser...=P

Link to comment
Share on other sites

Grangrel, direcionei a mensagem ao tópico, ao conjunto de ideias que todos passaram e que eu pude observar. Agora, essas conclusões, são suas. Fui o máximo imparcial que pude.

Pedro Falcão,

Essa é a grande chave do poder. Quem possui informação privilegiada tem o domínio em cima dos que não tem, isso é um fato e infelizmente é utilizado até hoje como forma de manobra e lavagem cerebral.

Imagine uma cidade aonde só tenha analfabetos, o grupo que sabe ler terá plena influência e poder de manipulação em cima dos não afortunados. É isso que acontece, grandes empresas tem seus segredos e vende parte deles a preço de ouro. Religiões tem seus segredos para que a massa não seja esclarecida e tome o próprio rumo. Exemplo claro é a católica, queimaram 70% da documentação original e os outros 30% está guardado à 7 chaves. Pastores com conhecimento teosófico interpretam e manipulam a massa para seus interesses pessoais... gurus do oriente guardam seus pergaminhos e vão ensinando aos poucos para que se crie um vínculo de dependência e de superioridade... E por ai vai.

Abraços.

Link to comment
Share on other sites

...gurus do oriente guardam seus pergaminhos e vão ensinando aos poucos para que se crie um vínculo de dependência e de superioridade... E por ai vai.

Abraços.

Não sei bem se é por isso. De que adianta ensinar função so 2º grau para quem nem aprendeu a somar?

Só vai confundir.

Acho que o conhecimento é "fechado" e dosado por esse motivo, na maioria dos lugares.

Mas aconselho abrir um novo tópico para isso, para evitar mais confusão do que já teve...=/

Link to comment
Share on other sites

Fico feliz por estar conseguindo aqui, o que entendi desde o princípio: demonstrar a todos os aspirantes a projetor, que vale a pena, sempre duvidar. Dirijo-me principalmente aos iniciantes, para que comecem bem, questionando e duvidando de forma saudável e benigna. Para os mais adiantados (que conseguem projetar já com alguma facilidade), não me sinto em posição de convencê-los ou ainda tentar provar-lhes algo, mas apenas os convido a uma reflexão.

“Chegar à conclusão de que se esteve sonhando por anos é no mínimo, frustrante.”*

*Isto é em poucas palavras, a conclusão em que cheguei, refletindo o impacto psicológico que tive. Claro que não é assim tão simples, por isso fica aqui explicado, para que não seja alvo de muitas citações.

Quando isso acontece causa um abalo psicológico muito grande e pode ser perigoso. Por isso sinto que é bom, é saudável, ter em mente que tudo aquilo que mais parece real para você, pode não passar de um sonho muito vívido ou realista.

Vou contar de forma resumida como foi o processo comigo:

Tenho a chamada catalepsia projetiva dês dos 7 anos de idade, pelo que me lembro. Aos 15 anos aparentemente isso se tornou mais intenso e comecei ter com mais freqüência. Fui a um centro espírita, contei ao professor do centro o que estava acontecendo e ele me recomendou ler “O livro dos espíritos” – de Allan Kardec.

Na época em que lia o livro, encontrei informações na internet sobre projeção astral. Em pouco tempo estava totalmente convencido de que somente encontraria as respostas na espiritualidade.

Passava tardes inteiras lendo o livro e quando adormecia deitado no sofá, muitas vezes entrava em catalepsia, nisso ouvia vozes e podia jurar que havia no mínimo vinte entidades conversando no meu quarto, algumas vezes ouvia pessoas falando em inglês. (Interessante observar que na época eu não falava inglês, mas tinha contato suficiente com o idioma, em música, filmes e seriados, para que minha mente pudesse reproduzir um fake.)

É desnecessário dizer que eu estava maravilhado com o novo mundo que começava deslumbrar. Sempre lendo todos os livros que podia, sobre sonho lúcido e projeção, comecei praticar exercícios para sonhos lúcidos, como preparação para a projeção, e finalmente comecei a projetar-me. Para os que questionam se eu realmente já me projetei e não foi apenas sonho lúcido, eu os asseguro, experienciei isso mesmo que chamamos de projeção consciente.

Na minha primeira projeção consciente eu estava em um sonho lúcido, desejei que as imagens oníricas desaparecessem, essas foram sumindo como bolhas que estouram e no lugar do ambiente onírico passei a ver meu próprio quarto. Para coroar minha primeira experiência, ainda por cima tive a visão esférica. Durou poucos segundos, porque quando me dei conta de que era uma projeção fiquei tão feliz e agitado que acordei.

Como podem ver, uma experiência completa, com tudo o que alguém precisa para ficar maravilhado em sua primeira experiência e empolgado para estudar e dedicar-se mais ao assunto.

No decorrer do tempo mantive diários de sonhos, sonhos lúcidos e projeções, na medida em que consegui progredir com o controle das experiências.

No início minhas projeções eram muito confusas, despertava em lugares desconhecidos ou me encontrava sobrevoando o que parecia ser minha cidade. Por muito tempo me diverti com este tipo de projeção. Ia a lugares desconhecidos, via coisas que mal podia entender, falava com pessoas que me levavam a outros lugares e aparentemente me explicavam coisas sobre o astral.

Mas a casa caiu quando adotei uma postura mais investigativa. Talvez alguns membros aqui do fórum lembrem-se de um post meu no qual eu disse que passaria a projetar-me somente em minha casa ou em minha rua. Eu estava convencido de que deveria conhecer ao máximo a parte astral da minha casa e vizinhança antes de ir além, pois só assim poderia ter mais controle. Aliás, é isso que ensinam para se desenvolver mais controle da projeção, mas todos tendem a brincar muito no astral antes de desejarem fazer amparo ou qualquer atividade considerada mais saudável ou construtiva.

Eu estava determinado e nunca mais quis arredar os pés do meu quintal. Com isso minhas experiências realmente enriqueceram. Inúmeras vezes, consegui me manter consciente no momento em que levantava do corpo, podendo algumas vezes ver meu corpo na cama e cheguei até mesmo a observar mais de perto e tocar meu corpo físico que dormia, em algumas oportunidades em que consegui fazer isso sem acordar, depois de várias tentativas.

Mas conforme eu insistia em explorar somente minha casa, comecei perceber mais e mais o quanto o que eu via era reflexo do que eu absorvia enquanto estava acordado. Comecei perceber que era tudo falso. Encontrei o que acreditei na época que fossem espíritos. Encontrei entidades que ao meu entender se passavam por familiares e encenavam situações para me assustar. Decidi encarar tudo, por mais que me assustasse e quando encarei essas “entidades” que se passavam por meus familiares, eles perdiam seu animismo, e ficavam congelados como fantoches.

Sempre pensei que a maior parte de tudo o que eu via era ilusão, resultado de baixa lucidez e somente uma pequena parte era realmente oriunda de outros planos e outros seres inteligentes.

Esforcei-me um pouco mais para ir contra o meu gosto e desejo pessoal, visando apenas descobrir e entender, afinal o que realmente era tudo aquilo, podendo assim constatar que tudo o que eu via eram minhas próprias idéias, por mais que não parecesse e por mais frustrante que fosse.

Link to comment
Share on other sites

Caraca Gangrelrj, agente desvirtuou o tópico todo e está difícil voltar ao tema ahahaha

Gente desculpa ai, eu nem deveria ter respondido pra começar, assumo a culpa toda mesmo, além disso o Gangrelrj tem o direito de pensar o que quiser de mim baseado no que eu escrevi, seja bem ou não, seja com intenção ou não, não vou mais me defender, foi eu quem começou tudo, a frase realmente foi provocativa, e me arrependo de ter tentado corrigir.

Daniel_amorc

“Chegar à conclusão de que se esteve sonhando por anos é no mínimo, frustrante.”*

Realmente, eu tinha tanta confiança naquelas experiências, era tudo tão real, tão lógico, era até mais que real, quando eu realmente descobri pra mim que tudo era só minha mente, eu fiquei bem mal, me arrependi de ter confiado tanto em minha própria capacidade de dizer o que é real ou não. Passei umas duas semanas literalmente no inferno até me equilibrar novamente, foi um parto.

Quero aproveitar aqui para coletar algumas informações com os colegas do fórum sobre o tema. Eu queria saber, na opinião de vocês, qual a visão de vocês da ciência? Qual a relação da ciência com os fenômenos espirituais? Acham que a espiritualidade tem dar importância para a ciência? Acham que se a ciência disser um dia que o espiritual não existe ela tem esse domínio para dizer o que é real e o que não é real? Se a ciência não pode dizer finalmente o que é e o que não é real, o que para você pode dizer o que é real e o que não é real?

Se preferirem e não quiserem expor aqui podem enviar por e-mail giu@filosofar.me

Obs: é pra um trabalho de filosofia, não vou usar nomes nem criticar os pontos de vista aqui nem no trabalho, obrigado desde já obrigado pelas respostas...

Link to comment
Share on other sites

Bem, já que o tópico deu uma desvirtuada, quero entrar em outro assunto tb!!! :twisted:

Pelo jeito, giu e daniel, vocês ficaram tão céticos que não acreditam em mais nada que é espiritual. Não acreditam nem mesmo nas reencarnações e na continuação da vida né? O que me dizem das maiores provas biológicas/científicas que existem deste tema que são as marcas de nascença de crianças baterem exatamente com o relato de morte das mesmas.

Maiores informações abaixo, transcrito do site: http://ipce-ce.blogspot.com/2009/02/reencarnacao-e-biologia-resenha_26.html

Desculpem, mas a tradução do artigo deve ter sido feita na internet, mas ainda, assim, é possível ler retirando sua idéia central!

Reencarnação e Biologia - Resenha de Stevenson

Por Erlendur Haraldsson - Reencarnação e Biologia.

Uma Contribuição para o Etiology de Marcas de nascença e Defeitos de Nascimento é um livro a muito esperado. Quando se abre os dois grandes volumes de 2268 páginas, fica evidente por que esperamos tão grande tempo. Leitores podem experimentar uma mistura de temor e desespero quando enfrentam com mais de 2200 páginas. Afortunadamente, Praeger também publicou um volume pequeno Onde Reencarnação e Biologia Cruzam, o qual Stevenson escreveu para satisfazer as necessidades de leitores que desejam entender o conteúdo essencial do trabalho maior sem se aborrecer em cima de detalhes. Este volume resume os achados, os argumentos, e as conclusões do trabalho maior. Ambos os trabalhos, a Reencarnação de dois-volume e Biologia. Uma Contribuição para o Etiology de Marcas de nascença e defeitos de Nascimento e Onde Reencarnação e Biologia Cruzam, contêm 26 capítulos e levam os mesmos títulos em ambos os trabalhos.

Emergiu gradualmente que casos da reencarnação (CORT) não só é caracterizado por recordações de alegadas prévia vida de crianças jovens, mas também por um padrão de outras características. Provavelmente mais inesperado é que às vezes são achados marcas de nascença e defeitos de nascimento que é relacionado ao modo de morte de uma pessoa falecida sobre de quem vida que a criança-sujeito pode fazer para algumas declarações corretas, e quem a criança pode reivindicar ter estado em uma vida prévia. Stevenson expressou a visão que estas marcas de nascença e defeitos de nascimento são o aspecto mais impressionante do multi-faceted CORT. Agora ele nos dá a evidência - mais de 200 casos - quase tudo investigados pessoalmente pelo próprio Stevenson.

Esta é uma monografia médica escrita com a eficácia, claridade, e consideração que são características de Stevenson. Há documentação extensa de cada caso e inclui numerosas fotografias, mesas, notas de rodapé e referências, e índices de casos e nomes. Para nos ajudar a entender o fundo cultural e histórico para alguns dos casos, Stevenson iguala presentes pequenas revisões da recente história de dois países (a Turquia e Birmânia) onde foram achados muitas marca de nascença e casos de defeitos de nascimento.

O primeiro capítulo dá uma avaliação dos achados básicos relativo a CORT. O segundo capítulo, ” Completas mudanças que correspondem a imagens mentais na pessoa afetada, ” descreve numerosos casos da literatura médica que mostra vários vínculos entre imagens mentais e completas funções, como stigmata, modificação hipnótica de uma variedade de funções, e algum raros efeitos que foram observados para acontecer quando as pessoas revivem recordações de muito intenso dano físico ou trauma. Este é o exame mais extenso de seu tipo conhecido ao revisor, e é uma avaliação histórica excelente.

Stevenson discute que há fatores comuns que estão por baixo da ocorrência de mudanças físicas que correspondem a imagens mentais. Principalmente, eles são violência e dano físico juntados com atenção concentrada e impressionabilidade (absorção) no assunto. Um fator adicional é o reatividade dos tecidos da pele que pode resultar na formação de cicatrizes ou dermographisms. Stevenson apresenta uma fórmula para a ocorrência destas ocorrências; a CA + DI + PF = CS. CA representa Atenção Se concentrada ou Absorção, DI para Duração da Imagem, PF para os Fatores Fisiológicos e CS para o resultante Mudança na Pele. Alguns destes efeitos fisiológicos também são anômalos na sensação que eles não correspondem a configurações conhecidas de nervos ou vasilhas de sangue da pele.

O próximo capítulo, ” mostra mudanças que correspondem às imagens mentais de outra pessoa, ” revisões a literatura em impressões telepáticas espontâneas e experiências nas quais um efeito físico localizado em uma pessoa corresponde a uma imagem mental em outro. Menos famoso é casos de impressões maternas que freqüentemente foram publicadas conduzindo diários médicos nos século 19º e início do 20º. Stevenson achou relatórios de 300 casos que revelam uma correspondência íntima entre uma impressão na mente de uma mulher grávida e o defeitos do bebê dela.

Os primeiros três capítulos servem como uma introdução ao assunto principal do trabalho: marcas de nascença e defeitos de nascimento, como eles podem relacionar a CORT. Porém, é uma indicação incompleta para descrever estes três capítulos como uma introdução, embora eles servem ambos como “notar-abridores ” para o material nos capítulos que seguem e como uma base teórica. Aparte de ser revisões excelentes, eles contêm muito material novo. Estes três capítulos só (um total 175 páginas) faria um livro altamente interessante e provocativo saltar para ser lido amplamente e citaria para vir por muito tempo. O Cartel de estudos de Stevenson tem largura notável e é verdadeiramente em âmbito internacional. Ele freqüentemente também se refere a fontes estrangeiras inclusive alemão, francês, e italiano, algo muito raramente achou entre americano (ou até mesmo britânico) os estudiosos. Tal eficácia do cartel de estudos por idiomas e culturas vai longe freqüentemente no passado e é raro.

Os próximos 12 capítulos são dedicados a marcas de nascença como eles são achados na investigação de CORT. Eles são categorizados de acordo com o grau de verificação de um possível vínculo entre uma marca de nascença incomum na pele de um sujeito e feridas correspondentes no corpo de uma pessoa falecida. Tal verificação varia amplamente de caso a caso e outros nada apresentam (embora o caso ainda pode ser de interesse), por apoio de recordações de informadores, para documentação médica.

Um leitor pensativo pode considerar se as marcas de nascença e defeitos de nascimento correspondem por casualidade. De acordo com Stevenson, a pele de um adulto normal -de tamanho incluiria 160 quadra cada 10 grid de centímetros. Localizando a pele marca em tal um grid, ele calcula o odds contra chance de uma única marca de nascença que corresponde em localização com uma única ferida como 1/160. Porém, a explicação de chance está até mesmo menos provável em casos em qual mais que a pessoa feriu e marca de nascença corresponde. Por exemplo, Stevenson tem 18 casos nos quais uma criança reivindica se lembrar de ser atirado por uma bala e tem duas marcas de nascença que são achadas para corresponder a feridas de bala de entrada (pequeno) e saída (maior). Aqui novamente um padrão de partidas de marcas de nascença um padrão de feridas. Na opinião de Stevenson estes casos constituem a evidência mais forte. Quando duas marcas de nascença correspondem assim a duas feridas o odds contra aumento de chance para 1/160 x 1/160, ou 1/25000.

Um caso extremo era Necip Ünlütaskiran de Turquia que teve sete marcas de nascença seis de que corresponderam a feridas descreveu em um documento médico. Aqui o odds contra coincidência de chance ficam verdadeiramente astronômicos. Além disso, a reivindicação de Necip que ele tinha apunhalado a esposa dele de uma vida prévia na perna, com uma cicatriz de resultante, foi verificado quando ela foi identificada.

Na Predição de capítulo ” de Marcas de nascença ” Stevenson descreve casos nos quais poderiam ser preditas marcas de nascença. Por exemplo, em um caso turco, uma marca de nascença tinha sido informada a ele. Quando ele aprendeu depois que a morte da personalidade prévia alegada tinha sido causada através de feridas de bala, ele predisse uma segunda marca de nascença, devolveu ao sujeito e achou uma segunda marca de nascença que correspondeu à ferida de saída. Tais casos raros e casos de marca de nascença experimentais denominados são extremamente importantes, particularmente porque eles oferecem um pouco para a possibilidade de mudança estes casos além da crítica aplicada à maioria dos casos espontâneos e introduzindo um elemento de controle experimental.

Na coleção de Stevenson há também casos que podem aparecer a muitos leitores para ter só leve ou nenhum evidential estimam, mas que ele acha revelando por uma razão ou outro. Por exemplo, há 21 casos de crianças que fizeram para nenhuma declaração tudo que sobre a personalidade prévia (como também um adicional 7 que fez único ou duas declarações) e que foram identificados somente por adultos em base das marcas de nascença deles/delas que se assemelharam a feridas fatais infligidas em alguém eles souberam ou vieram aprender aproximadamente. De acordo com convicções locais, tal identificação é apoiada freqüentemente alguém tendo tido ” anunciando sonhos ” antes da criança nasceu, uma característica improvável impressionar os leitores Ocidentais.

As marcas de nascença que figuram nos casos de Stevenson também são de interesse porque a maioria deles difere do tipo de marca de nascença que quase todo o mundo tem. Eles são freqüentemente áreas calvas de enrugou, tecido de scarlike, elevou sobre tecidos circunvizinhos ou deprimido relativo a eles; alguns são áreas de pigmentação diminuída. Alguns estão sangrando e estão escoando quando o bebê nasce. Esses que se assemelham a nevi e moles em aparecimento são freqüentemente maiores que nevi ordinário e também freqüentemente acontecem em localizações incomuns. O mesmo pode ser dito para defeitos de nascimento que figuram nos casos. Não só é nascimento trai raro em geral comparou a marcas de nascença, mas muitos desses informaram por Stevenson é tipos que são sumamente raros e em algumas instâncias quase sem igual.

Em alguns casos, são achadas marcas de nascença para emparelhar feridas que foram o resultado de operações cirúrgicas. Um real oddity é o caso de Jacinta Agbo de Nigéria que teve a marca de nascença mais extraordinária Stevenson alguma vez viu. ” Consistiu em uma área, aproximadamente 3 centímetros largo, de tecido de scarlike pálido que estendeu a cabeça inteira dela ao redor ( Onde Reencarnação e Biologia Cruzam, pág. 57).” Depois, uma pessoa foi identificada que em uma disputa tinha sido dado com a cabeça com um clube e tinha sido cosido até presente uma incisão extensa no escalpo. A marca de nascença de ” Jacinta era muito mais largo que a incisão teria sido, e isto é por que eu acredito que correspondeu a um bandagem colocado pelo cirurgião ao redor do hea pág. 58).”

O segundo volume de Reencarnação e Biologia se trata de defeitos de nascimento e outras anomalias como eles podem derivar de vidas prévias. O (visível) defeitos de nascimento são divididos nesses das extremidades, esses da cabeça e beija, esses que envolvem dois ou mais regiões, e esses que envolvem que condições ” de Stevenson trai ” nascimento experimental (as crianças nascido com sinais de marcas que emparelham esses em crianças que foram mutiladas deliberadamente ou caso contrário marcados depois de morte). Geralmente, os casos de defeito de nascimento também são associados com mortes violentas, inclusive assassinatos (algumas mutilações envolvendo e tortura) e acidentes. Stevenson também inclui quatro capítulos que descrevem casos em qual as doenças internas do assunto, anormalidades de pigmentação, e outros aspectos de aparecimento físico e função podem emparelhar esses da pessoa cujo vida que uma criança reivindica se lembrar.

Um capítulo especial discute 42 casos de gêmeos que Stevenson investigou, em qual ou ambas as crianças falam de recordações de vidas prévias. Particularmente interessante é o achado que em 62% dos 34 casos para os quais a informação estava disponível, as duas personalidades prévias tinham morrido ao mesmo tempo ou pelo menos na mesma ocasião. Também havia freqüentemente uma relação pessoal entre as personalidades prévias. Alguns dos gêmeos eram monozygotic e mostraram diferenças consideráveis em comportamento em linha com características das personalidades prévias.

Stevenson reuniu uma quantia volumosa de dados novos, tanto de forma que mim não pode pensar de nada comparável como a publicação de Phantasms do Viver (Gurney, al de et., 1896) que se tornou imediatamente um clássico e influenciou uma era inteira de pesquisa e debate.

A pessoa pode desejar saber como os críticos extremos virão ver este trabalho. Nós podemos conjeturar que eles provavelmente reagirão em muito o mesmo modo como eles fizeram ao Phantasms do Viver, isto é, despedindo o trabalho como uma coleção de casos espontâneos que são investigados depois que eles aconteçam e conseqüentemente são propenso a fraquezas famosas de testemunho. Provavelmente um problema mais sério para se dirigir é as diferenças culturais fortes entre os casos. A incidência informada de marcas de nascença ou defeitos de nascimento grandemente varia entre culturas, e estas diferenças podem ser uma expressão de convicções populares. Parece isso nas culturas das quais estes casos são convicções tiradas, populares encoraja associações entre marcas de nascença incomuns e pessoas que morreram de feridas ou tiveram cicatrizes incomuns ou malformations. Estas convicções poderiam afetar declarações feitas por um assunto quando as pessoas ao redor de him/her desenvolveram expectativas ou convicções que a criança era previamente uma pessoa particular. Estas fraquezas são discutidas por Stevenson. Convicções certamente expectativas de influência e modos de interpretar phenomena. Porém, também é justificável perguntar se as convicções locais surgiram de observações do tipo descritas por Stevenson?

Em alguns sonhos de culturas também é interpretado freqüentemente como um pressentimento da identidade da personalidade de um bebê para nascer. Esta convicção posa um problema e uma armadilha potencial para o investigador, especialmente se ele ou ela vêm aos anos de cena atrás de um caso foi estabelecido na família estendida ou o bairro do assunto.

Os registros volumosos e detalhados de Stevenson de casos que ele categoriza e analisa a duração de vários modos, deveria abrir uma era nova de debate aproximadamente como ou se podem ser unidos atributos físicos a nascimento a pessoas que morreram. Foi aceitado gradualmente que nossa influência de lata estatal psicológica nossa saúde. Stevenson apresenta evidência que um estado psicológico - especialmente próxima morte, e especialmente se a morte é uma violenta-pode influenciar o desenvolvimento de corpos futuros.

Na metodologia das ciências de vida é aceitado amplamente que alguns achados são como vulnerável para preconceitos subjetivos do investigador e como dependente em circunspeção de his/her como esses obtidos no caso de estudos. O trabalho de marca de nascença de Stevenson é ligado para ser desafiado, porque é trabalho sério de grande conseqüência. Argumentos não ajudarão muito. As batalhas significantes só serão lutadas no campo, pelo processo de replication.

A ênfase de Stevenson está em apresentar os dados dele em grande detalhe, mas ele também discute várias explicações e implicações dos dados, como esses para genéticas e para o problema de notar-corpo. Em Onde Biologia e Reencarnação Cruzam que ele conclui:

Ainda dizendo que eu penso que reencarnação é a melhor explicação para muitos casos, eu não reivindico que é a única explicação. Pesquisa adicional pode mostrar que está nem mesmo o melhor. Esta é uma questão sobre a qual minha opinião deveria contar para pequeno. Eu considero minha contribuição como isso de apresentar a evidência tão claramente quanto eu posso. Cada leitor deveria estudar a evidência cuidadosamente-preferentemente na monografia-e então alcança o dele ou a própria conclusão dela (pp. 112-113).

Reencarnação e Biologia e Onde Reencarnação e Biologia Cruzam junto é um trabalho de proporções verdadeiramente sem igual. Eu não li nada como interessante e fascinando por muitos anos. É único e é ligado para se tornar um clássico, definindo um domínio sem igual e difícil. É o trabalho de coroamento de um estudioso verdadeiramente excelente e investigador.

Erlendur Haraldsson Departamento de Psicologia Universidade de Islândia IS-103 Reykjavik, Islândia.

Link to comment
Share on other sites

Pessoal, desculpem, devia ter criado outro tópico! Mas, como se trata de um tópico que considera as experiências espirituais como funcionalidades do nosso cérebro, tenho que falar mais sobre o Dr. Erlendur Haraldsson. Eis aqui uma entrevista publicada pela associação médico-espírita, vale a pena a leitura:

fonte: http://www.amebrasil.org.br/portal/?q=node/57

Sei que os céticos poderão questionar a validade dos dados do Dr. Erlendur Haraldsson. Mas, quero dizer que se trata de um estudo impressionante sobre o tema. Como o giu recentemente perguntou sobre ciência, esta é minha resposta a suas indagações:

A reencarnação existe

Erlendur Haraldsson

Erlendur Haraldsson fez cursos de Filosofia nas Universidades de Edinburgo e Friburgo (Alemanha), curso de Psicologia na Universidade de Friburgo e na Universidade de Munique, onde obteve o diploma em Psicologia (1969). Também passou por estágio em Psicologia Clínica na Universidade da Virgínia, obteve o título Ph.D. na Universidade de Friburgo (1972) e foi pesquisador associado da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas, professor do Departamento de Psicologia da Universidade da Islândia e é professor emérito da mesma universidade desde 1999. Autor de artigos e livros sobre a sobrevivência do espírito e reencarnação, no Medinesp proferiu duas palestras: Crianças que falam sobre vidas anteriores e Visões no leito de morte. E é sobre elas que ele falou à Folha Espírita:

Folha Espírita – Professor Haraldsson, um de seus temas durante o Medinesp foi Crianças que falam sobre vidas anteriores. Como você se interessou pelo tema?

Erlendur Haraldsson – Já me interesso pelo assunto há alguns anos, desde que conheci o professor Ian Stevenson, da Universidade da Virgínia (EUA), mas comecei a estudar cientificamente esse tema no final dos anos 80. Primeiramente estudei um grupo de 60 crianças no Sri Lanka e, em 2000, fui a um país diferente, Líbano, para continuar as pesquisas. Fiquei envolvido com esse tema em particular por influência de meu colega Ian Stevenson, recentemente falecido, que investigava esses casos há um bom tempo. Ele queria alguém que também se envolvesse com o assunto com seriedade e me convidou para fazer parte de seu grupo.

FE – Há alguma razão especial para conduzir essas pesquisas no Sri Lanka e no Líbano?

Haraldsson – Inicialmente, escolhemos o Sri Lanka, pois há muitos relatos de crianças que se lembram espontaneamente de existências passadas, e o professor Stevenson já tinha colegas trabalhando naquele país, encontrando casos significativos para estudos. Ao chegar lá, esses colegas me ajudaram bastante.

FE – Houve algum caso que mais lhe chamou atenção durante as pesquisas?

Haraldsson – Na verdade, houve dois casos no Sri Lanka que despertaram a minha atenção. Um deles, apresentado durante uma de minhas palestras no Medinesp, é sobre um garoto que morava no subúrbio de Colombo, afirmava ter vivido em uma cidade próxima chamada Nuwara e ter morrido carbonizado em um carro. Mas apesar de muitos detalhes, não conseguimos comprovar a veracidade da história. Então, começamos a investigar outro caso de uma menina chamada Purmina Ekanayake, que aos dois anos e meio começou a relatar acontecimentos de uma vida anterior. Ela disse que trabalhava com a fabricação de incensos e estava indo ao trabalho em sua bicicleta quando foi atropelada. A partir dessas informações, ela começou a falar várias frases relacionadas a essa vida anterior, sobre as pessoas com quem vivia e principalmente o fato de que trabalhava com a fabricação de incensos do tipo “Ambiga” e “Geta Pichcha”, marcas bem específicas daquela região. Ela também descreveu aspectos de um templo do Sri Lanka chamado Keleniya e afirmou ter morado perto desse lugar, mas do outro lado do rio que corta o lugarejo. Outra informação relevante foi a de que seu pai na vida anterior não era um professor como na vida atual e que se lembrava da escola onde estudou em sua vida passada, a Rahula. Então, um pesquisador local, Sumanasiri, começou a levantar dados em Keleniya e encontrou a família de Jinadasa, que, de acordo com a descrição dada por Purmina, seria sua encarnação anterior. Em 1993, Purmina fez sua primeira visita à família de Jinadasa e suas marcas de nascença correspondiam às lesões sofridas por Jinadasa por ocasião de seu falecimento. E podemos verificar que, de fato, Jinadasa morreu após um atropelamento por ônibus, tendo em mãos a comparação de laudos de legistas que examinaram o corpo, com detalhes coincidentes das marcas apresentadas no corpo de Purmina. Os detalhes e a precisão de algumas informações desse caso foram realmente impressionantes no meu ponto de vista.

FE – Há uma explicação psicológica para a lembrança de vidas anteriores como nos casos apresentados?

Haraldsson – Isso foi algo que muito me interessou no Sri Lanka: a explicação do ponto de vista psicológico. Para tanto, apliquei testes psicológicos específicos, analisei se essas crianças estudadas estariam mais suscetíveis ou sugestionadas a lembrar de fatos relacionados às suas vidas anteriores do que outras, se elas estariam de alguma forma se associando às outras crianças. De acordo com as mães dessas crianças, elas apresentavam a tendência a sonhar acordadas por mais tempo do que outras da mesma idade, mais vocabulário... Entretanto, não encontramos aspectos psicológicos satisfatórios em relação aos casos estudados, mas pudemos verificar que as crianças não mentiam ao relatar vidas passadas, todas as afirmações puderam ser constatadas.

FE – Você realizou muitas pesquisas no Sri Lanka, encontrando lá diversas crianças que falavam sobre sua última encarnação. Isso se deve à cultura reencarnacionista do povo? De alguma forma a crença na reencarnação abre mais espaço a esse tipo de lembrança?

Haraldsson – Foi bem mais fácil encontrar casos no Sri Lanka, pois eles acreditam na reencarnação, já que é um país predominantemente budista. Mas encontramos alguns casos relevantes também no Líbano, mais especificamente em uma comunidade de drusos, que fazem parte do islamismo, porém acreditam em outros elementos filosóficos gregos e em uma forma de reencarnação. Nessa comunidade encontrei um caso bem interessante de um menino, que morava a cerca de 70 km de Beirute e, com aproximadamente três anos, começou a relatar a seus pais lembranças de uma vida passada na cidade de Beirute. Ele dizia também que morava perto do mar, mas relatava que tinha outra casa onde precisava chegar de avião. Ele mencionou muitos outros fatos específicos que puderam ser comprovados, como detalhes da casa onde morava. Falamos o nome de várias famílias que moravam na região e ele disse que a sua família era a Assaf e que seu primeiro nome era Rabih. Então, para solucionar o caso, pesquisamos sobre a possibilidade de encontrar alguém com esse nome e nos deparamos com uma história sobre um jovem de mesmo nome, que realmente vivia em Beirute, em uma casa cuja localização e descrição eram compatíveis com o que o menino falava. O nome do jovem era Rabih Assaf, tinha se mudado para a Califórnia para estudar e faleceu alguns anos depois, por suicídio.

FE – Durante suas pesquisas houve alguma situação em que os pais de crianças com esse tipo de lembrança não acreditavam em outras vidas, nos relatos que os filhos diziam?

Haraldsson – Sim, normalmente essa situação surge logo no início e os pais podem achar que é alguma fantasia, mas quando começam as comprovações, eles mudam seu ponto de vista.

FE – O fato de lembrar prejudica a vida da criança? Pode causar algum dano psicológico?

Haraldsson – Sim, ao fazer uma análise psicológica com algumas crianças que se lembravam espontaneamente de suas vidas passadas, houve um alto número de relatos de estresse pós-traumático. Isso ocorreu após algumas crianças relembrarem assassinatos ou casos de abusos e maus tratos.Quanto às crianças que eu analisei e se lembravam de vidas anteriores, não sabemos se a criança sofreu algum fator estressante na vida atual e não está claro se esse estresse se desencadeou com a morte ou a lembrança da morte. Mas, em boa parte, de 75 a 80%, o falecimento na vida anterior está ligado a algum tipo de acidente.

FE – Mesmo com tantos casos já comprovados de reencarnação, muitos cientistas ainda resistem em acreditar nos fatos?

Haraldsson – Bem, a questão da prova da reencarnação é sempre típica... O que posso afirmar é que depois de todos esses estudos comprovando vidas passadas, já há evidências suficientes para mostrar a existência da reencarnação, isso realmente existe.

FE – Você conheceu o trabalho sobre a reencarnação desenvolvido por Hernani Guimarães Andrade, aqui no Brasil?

Haraldsson – Sim, já li bastante a respeito. Ele estudou muitos casos nas décadas de 60 e 70... Stevenson também trabalhou com ele, cuidaram de alguns casos juntos e foi um grande pesquisador.

FE – Há grupos internacionais estudando cientificamente esses assuntos?

Haraldsson – Há poucos estudando casos de crianças que falam sobre suas vidas anteriores. Um desses grupos está na Universidade de Virgínia (EUA), com estudos bem-sucedidos iniciados pelo dr. Ian Stevenson, agora sob a orientação do dr. Jim Tucker. Há outro grupo na Universidade da Tasmânia, orientado pelo dr. Jurgen Keil, e também a dra. Antonia Mills, da Universidade de Vancouver, no Canadá, centrando suas pesquisas na parte oeste desse país, e uma senhora no sul da Índia. Sobre pesquisas científicas em assuntos paranormais ou fenômenos anomalísticos, temos boas organizações internacionais como a Society for Scientific Exploration, e a Parapsychological Association and the Society for Psychical Research, ambas no Reino Unido, conduzidas por membros dos países integrantes. Para as pessoas interessadas em conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido por eles, sugiro uma busca na internet pela página eletrônica dessas associações, que estão disponíveis na língua inglesa.

FE – Outro assunto abordado durante o Medinesp foi “visões no leito de morte”, também tema de muitos estudos que você desenvolveu. Quando começaram os primeiros relatos?

Haraldsson – Bom, a pessoa que começou a coletar os dados sobre visões no leito de morte de forma mais sistemática foi o físico William Barrett, da Irlanda. Ele começou a estudar os casos de sua esposa que trabalhava como obstetra em um hospital de Dublin, a capital. Muitas das pacientes que estavam quase falecendo viam parentes que já haviam morrido perto de seus leitos. Essas aparições sempre surgiam com sentimentos de paz e serenidade.

FE – Essas visões são comumente relatadas por quem está prestes a morrer?

Haraldsson – Na maioria das vezes, as pessoas que passaram por essa experiência contam que vêem seus parentes que já faleceram, normalmente os mais próximos, como o pai, a mãe, um irmão ou irmã, com a finalidade de recebê-los, de recepcioná-los e conduzi-los no momento de sua partida.

FE – Isso serve como um meio para as pessoas não temerem a passagem, o momento da morte?

Haraldsson – Sim, essas visões, ou até mesmo alucinações como chamam alguns médicos, fazem com que a pessoa passe a aceitar mais a morte.

FE – Alguns médicos argumentam que essas visões podem ser causadas pela medicação que o paciente está recebendo. As pesquisas realizadas levam em conta as drogas administradas?

Haraldsson – Não sei quais as medicações usadas no início dos relatos, por volta da década de 20, mas com certeza na década de 70, quando iniciei os estudos, já eram bem diferentes. Alguns médicos e enfermeiras contam que alguns fatores apresentados pelos pacientes, como febre alta, dano cerebral, alguns medicamentos para sedação, poderiam produzir esses sintomas alucinógenos. Mas, analisando os fatos, as visões, as condições dos pacientes, podemos dizer que menos de 25% podem sofrer alguma interferência.

FE – Há pesquisas sobre as visões no leito de morte acontecendo?

Haraldsson – A minha equipe trabalhou bastante a partir da década de 70 e, depois de um certo tempo, paramos. Hoje, há um projeto em uma universidade de Londres para a retomada dessas pesquisas, mas não sei se já iniciaram.

FE – Você também estudou por um tempo as Experiências de Quase-Morte?

Haraldsson – Sim, essas experiências diferem das visões no leito de morte pelo fato das pessoas estarem próximas à morte, mas retornam.

FE – Você está conduzindo alguma pesquisa relacionada aos temas apresentados durante o congresso? Onde?

Haraldsson – Sempre que tenho a oportunidade eu estudo casos de crianças que falam sobre suas vidas anteriores. Estou planejando uma pesquisa no Líbano, que consiste em entrevistar adultos que, enquanto crianças, lembravam de suas vidas passadas. O que vou fazer agora é quantificar quantas pessoas ainda lembram do que recordaram durante a sua infância e, entre elas, o que exatamente elas ainda lembram. Mais informações sobre o trabalho do pesquisador no site http://www.hi.is/~erlendur

Link to comment
Share on other sites

Quero aproveitar aqui para coletar algumas informações com os colegas do fórum sobre o tema. Eu queria saber, na opinião de vocês, qual a visão de vocês da ciência? Qual a relação da ciência com os fenômenos espirituais? Acham que a espiritualidade tem dar importância para a ciência? Acham que se a ciência disser um dia que o espiritual não existe ela tem esse domínio para dizer o que é real e o que não é real? Se a ciência não pode dizer finalmente o que é e o que não é real, o que para você pode dizer o que é real e o que não é real?

Se preferirem e não quiserem expor aqui podem enviar por e-mail giu@filosofar.me

Penso que a ciência pode contribuir para desmistificar certas coisas sobre a espiritualidade e por outro lado até mesmo comprovar a existência. Tudo depende de como é feito e até mesmo do que as pessoas acreditam.

A ciência vem até mesmo de certa forma tomando o lugar da religião, as pessoas acreditam nas coisas sem questionar se é verdade ou não, sem testar por si mesmas. Quantas pesquisas furadas nos vemos todo dia por ae? As vezes o cara tava desocupado, queria ganhar uma graninha pesquisando algo que não tem nada a ver e dá um resultado que não é bem próximo da realidade.

Sobre o assunto eu recomendo o livro Tecnopólio - Neil Portman.

Link to comment
Share on other sites

Glandula Pineal parte 4/7

A pineal está numa área cheia de líquido, por ser recoberta por uma lâmina de tecido corióide do terceiro ventrículo; local esse que, da mesma forma que em outros ventrículos cerebrais, circula o liquor cérebro-espinhal.

Segundo o físico-espiritualista, Dr. Valdir Aguilera, os pensamentos são irradiações ondulatórias produzidas por vibrações do espírito, encarnado ou desencarnado; ele não se propaga por ondas eletromagnéticas e sim através de ondas vibratórias. E o ambiente líquido onde a pineal está localizada de certa forma facilitaria a captação dessas ondas vibratórias.

Por outro lado, os cristais de apatita que essa glândula contém são capazes de captar campos eletromagnéticos. É provável que seja então a interação desses dois fatores que fazem a pineal atuar como uma verdadeira antena vibrátil; e essa antena será tanto mais sensível quanto maior for o seu conteúdo de apatita.

http://www.guia.heu.nom.br/glandula_pineal.htm

vamos criar um monte de tópicos sobre os trabalhos científicos sobre Viagem Astral !!! :evil:

Link to comment
Share on other sites

Guest
This topic is now closed to further replies.
 Share

×
×
  • Create New...