Meu violão não! EL Kabong

Saulo Calderon Diário Projetivo, Relatos, Relatos Saulo Calderon 4 Comments

Bom Dia, amigos do IVA.

Hoje é quarta-feira 27 de abril de 2011 e estou já me preparando para o encontro de Noronha.

Mas deixa eu contar uma experiência que tive ontem. Tentei relatar ontem mas o dia foi corrido, vamos lá!

Meu violão não! EL Kabong!

Fui deitar quase 1 da manhã e apaguei.

A experiência partiu depois de um sonho lúcido. Eu estava fora do corpo inconsciente.  Tinha acabado de tocar num lugar (violão), apesar de tocar teclado, e fui saindo para o ponto de ônibus com o violão na capa e nas costas.

Chegando lá haviam outros músicos, ficamos conversando quando um falou: Cuidado, tá vindo a gangue do Torto! Gangue do torto, pensei? Que diabo é isso?
E todo mundo correu, e eu claro corri também.

Quando no caminho vieram três meninos que aparentavam perto dos 15 anos. Com algum tipo de faca na mão tentaram roubar meu violão. Quem disse que deixei? Dei um “El Kabong” (Pepe Legal falava isso), na cabeça de um e joguei os outros dois num rio que tinha ao lado. Mas não foi carinhoso não, peguei um pelo pescoço e levantei uns 10 metros. Foi quando percebi: VIXE! To fora do corpo, que força é essa que usei no coitado. Olhei pro RIO mas nem deu tempo de pensar em amparo, senti que outro ataque tava vindo e fui para um beco e fiquei esperando passar aquela correria. Foi quando um me viu e ele tinha um cachorro do lado, parecia um PIT Bull, veio pra cima e falei: “Calma, rapaz, teu cachorrão aí é FEIO mas não quero brigar não! E ele falou: eu só quero o Violão! Respondi: “Olha irmão, eu to fora do corpo e sei que esse violão é plasmado, desculpe mas mesmo assim meu violão mesmo plasmado não dou não, e dei uma risada brincando com ele. Mas ele nem ligou, veio pra cima de mim e soltou primeiro o cachorro. O pit Bull mordeu meu punho quando tentei pegar ele, apertou que pareceu quebrar meus ossos, mas peguei ele cm a outra mão pela orelha (desculpe, não to maltratando animais, mas o bicho era ruim), abri o maxilar dele com uma mão só (pense num cara forte), e joguei o pit Bull (Coitado), há uns 10 metros de distância, que só ouvi um choramingo e não voltou mais. O rapaz me olhou e falou: Leve esse violão hoje, mas amanhã eu pego ele. E eu falei: Sim, se eu tiver inconsciente tu leva, mas hoje meu violão ficou comigo!

Nessa hora melhorei mais ainda o nível de lucidez e larguei o violão no Chão (maldade, depois de tudo que passei). E sai voando dali.

 

Mal alcancei vôo e senti o puxão do cordão de prata.

Não despertei na hora, pois como estava dormindo perto da esposa acho que não consegui captar o retorno, mas pouco depois abri os olhos lembrando de tudo e mais ou menos arrepiado.

 

O que é a inconsciência. Eu sai correndo do ponto de ônibus depois de achar que estava tocando (sabe Deus onde, nesse umbral afora). Dei um El Kabong Miserável num rapaz e joguei dois outros no Rio. Não quis soltar meu violão, mesmo já sabendo que tava fora do corpo. Depois melhorei a lucidez e finalmente larguei minha plasmagem. Mesmo uma plasmagem de violão eu não soltei. Isso é digno de falar: eu realmente amo meu violão! rs.

Foi uma experiência boba, mas como to começando a relatar tudo, segue mais essa.

 

Abração,

 

Saulo

 

Comments 4

  1. Ri alto!
    muito legal sua experiencia! ainda bem que vc largou o violão heim, afff nunca vi ciúmes desse jeito! hauahauhaua
    abraços

  2. pô saulo quanta violência em… XD
    É brincadeira, de vez em quando é inevitável. Eu também já dei uma boa surra, mas não foi em cachorro não… foi em um cara que veio me atacar com uma espada enorme! Eu como sou muito ninja, desarmei ele e esmurrei muito ele. Quando eu cansei de socar a cara dele eu não satisfeito comecei a bater a cara dele numa privada que apareceu não sei da onde. O coitado ficou com a cara bem estropiada e não sei o que aconteceu depois…
    Em compensação outro dia fiquei de cara com um touro negro chifrudo e acima de tudo NERVOSO… Depois que eu vi que não conseguia correr fui tentar acalmar o “bichinho”, e fiquei igual a uma estátua com as mãos na frente do corpo e as palmas abertas, ou melhor do jeito que você imaginaria ficar com um touro abestado na sua frente. Ele até que pareceu se acalmar por um segundo, mas eu dei uma balançadinha de nervosismo em um braço e o bicho chegou até a entortar os chifres de raiva e meu deu uma p*** chifrada e me jogou voando. Até que eu não senti dor, mas na hora eu pensei FUDEU, e o bicho me jogou voando que não vi mais touro não vi mais nada.
    Eles deveriam botar na rede Globo a campanha: “Diga não à violência no mundo astral”, o que que você acha, vai dizer que não é uma boa causa XD.

  3. Adoro esse assunto de viagem astral, estou fazendo o curso via audio (ainda no inicio). O que quero dizer é que achei muito engraçado esse relato.

    Excelente trabalho esse que vocês estão fazendo.

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