Nathan Nazareno (Primeiro Relato)

Saulo Calderon Primeiros Relatos, Relatos 6 Comments

Sexta-feira, dia 23 de setembro de 2011, 23 horas e 30 minutos em Goiânia, Goiás.

 

 

Saulo: Seria legal escrever, caso seja um relato.

Eu: He, He! Ontem Eu tava tão corrido que não tive como escrever o relato. Vou te contar aqui e depois Eu pego a conversa e reescrevo. Lembra que falei que Eu nunca consegui sair consciente apesar de sonhos reais.

Saulo: Sim, me lembro.

Eu: De sexta para sábado, cheguei em casa meio cansado. Após as ações costumeiras antes de dormir (banho, comida, etc.), deitei com sede. Lembrei de uma de suas técnicas projetivas e pensei: não custa tentar. Detalhe: na sexta-feira eu faço curso de Passe na Casa Espírita Kardecista que frequento. O que facilita o equilíbrio energético. Então deitei e com pouca respiração já estava sentindo o “balonamento” do corpo. Concentrei minhas energias no chakra frontal e meus pés e minhas mãos começaram a formigar e logo depois adormecer… O adormecimento começou a subir e desta vez meu coração não me atrapalhou. Eu havia relatado que quando estava a um passo do desacoplamento do corpo físico meus batimentos cardíacos não diminuem, aumentam, fazendo-me reanimar. Houve aí um blackout que não sei quanto tempo durou. Talvez milésimos de segundos e talvez muitos minutos.

Vi-me em pé ao lado da cama. Levantei os braços, disse: GRAÇAS A DEUS! Lembrei de emitir agradecimentos a você e em seguida disse: NÃO ACREDITO QUE CONSEGUI! Não olhei para o meu corpo pois pensei: Não vou olhar para não acontecer de voltar. Mas senti ainda meus batimentos cardíacos que gradativamente iriam desaparecer à medida que eu me afastasse.

Percebi que Eu estava a uns 50cm acima do chão e primeiro pensei vou pisar no chão para ver… pisei lentamente o pé esquerdo. Senti o frio da cerâmica e logo o pé direito. Naturalmente real.

Saulo: hehe, que legal

Eu: Eu disse: Vou vazar na braquiaria! quero andar para tudo que é lado! Fui à porta de saída que fica perto da cozinha e falei: Não quero nem saber de água! Meu corpo não vai morrer! Abri a porta e fui ao elevador. Havia alguns espíritos tentando usar o elevador, mas não entendi o que faziam lá. Sei que não eram pessoas encarnadas porque o que iriam fazer agrupadas naquele horário no mesmo nível de altitude do elevador, uns do lado de fora outros do lado de dentro e alguns pareciam que estavam no meio da parede, sem fisionomias definidas, meio sombra, meio gente. Não parei para interagir com ninguém.

Desci e vi que novamente estava em cima de novo. Desci novamente e estava no mesmo lugar… repeti de quatro a seis vezes.

Até que me vi próximo a rua. A paisagem havia perdido a cor… tudo estava cinza em diversos tons.

Havia apenas um carro branco de modelo sedan parecido com um Mondeo ou Siena arredondado, e um rapaz desesperado a se debater atrás do carro como se ameaçasse esmurrar o carro e puxar os cabelos… Pensei diversas coisas a respeito, como problema mecânico do carro dele ou uma ele estava tentando roubar o carro. Mas não o julguei.

Levantei os braços, com as mãos estendidas em direção a ele, os dedos entreabertos e relaxados com as pontas dos dedos virados para ele, a uns cem metros de distância. Comecei a dizer: Fique calmo! Se acalme! Calma! Calma!… Vi alguma coisa em volta das minhas mãos como se fosse uma fumaça verde que fluía em direção a ele.

Pensei imediatamente: as pessoas vão me ver de mãos para cima e vão me achar louco e abaixei os braços. Mas logo disse: O problema é de quem achar que sou louco, mas o rapaz precisa da minha ajuda. Então continuei.

Logo fui arrastado para o corpo com o som de um alarme de um carro disparado na rua… Levantei preocupado e com uma culpa de que Eu não havia feito nada de bom para ninguém exceto me divertir. Mas logo me lembrei do rapaz desesperado e me conformei. Olhei no relógio e era uma hora da manhã. Havia se passado uma hora e meia desde a hora que tinha deitado. Então tomei a água (fisicamente) e voltei a dormir.

Saulo: Manda sim, Para não perdermos o relato.

Eu:  Então foi isso. Posso enviar o relato como se estivesse conversando com você. Acho que fica melhor e mais gostoso de ler.

 

Por Nathan Nazareno.

 

Comments 6

  1. Parabéns natan! excelente relato, espero que nos conte mais e que consiga o que almeja fora do corpo, que é fazer o bem não importa oque e a quem…

    FELIDADES!

  2. Olá Nathan !!!
    Acho que você fez plasmou uma chave para o camarada do carro..kkkkk blz brincadeiras a parte…ficou sim bem gostoso de ler seu relato…será se os irmãos estavam mesmo tentando pegar o elevador ??? rsrs……

    Abraços

  3. isto foi efeito do bucho cheio, não te disseram que faz mal dormir com a barriga cheia? Deixa de ser louco e de arrastar os outros incautos para a sua embustão. Voce com o seu comportamento,jamais poderia ter esse dom.Quem prejudica as pessoas, não pode ajudar, afinal é muito contraditório não é.

  4. Eu na verdade irei relatar o que aconteceu comigo acho que á uns 10 meses atrás, e quando vi essa imagem do túnel me fez lembrar. Eu não tenho experiencia com isso, além desse acontecido. Eu tinha deitado para dormir, devo ter cochilado um tempo quando o meu corpo todo começou uma leve vibração, e foi aumentando, até o ponto de parecer um choque elétrico, e parecia que tinha fogo nele. Não conseguia me mecher, quando dei por mim, olhei para o teto e vi um túnel com muitas cores, e elas se moviam, circulando nele, eu começei a ouvir a enegia no meu corpo, zumbindo no meu ouvido, quando o som aumentou, senti como se me corpo tivesse sido disparado de uma arma pro teto, tão forte que senti como que rompendo o teto. Percebi que era o meu espirito que tinha sido arremessado, e com uma velocidade incrivel começei a entrar nesse túnel, só que eu sentia uma energia muito quente em mim, e tive medo. Isso me fez cair. ´Quando eu voltei, estava meio que sem ação, e atemorizada. O túnel era incrivel, eu escutava as vibrações das cores nele. Foi isso. Até hoje fico querendo saber o que iria acontecer. Para onde eu estava indo. Espero que comentem. Paz e Luz para todos!

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