Projetado com minha Mãe em Alegre Espirito Santo

Saulo Calderon Diário Projetivo, Relatos, Relatos Saulo Calderon 9 Comments

Recife 19 de março de 2012!

Essa experiência Aconteceu de domingo pra segunda.

No começo parecia sonho.
Tava em cima de um edifício e estava muito escuro.

Via Patrícia e Natália (Minha cunhada e esposa) comigo. Patrícia meio que reclamava de ter árvore dentro da casa e eu brincava com isso. Ela saiu voando de cima do prédio.
Natália tentou também mas caiu e ouvi ela falar que caiu em cima de uma piscina.

Eu fui tentar mas percebi que ia cair se tentasse.

Voltei e perguntei a um povo que estava sentado:
Vocês viram os mentores por aí? Eles me largaram semi-consciente aqui (engraçado eu saber que estava semi-consciente.

E aí acordo em catalepsia após isso.

Eu estava deitado e preso ao corpo quando olhei uma porta semi-aberta.
Estava meio escuro e vi minha mãe
Senti uma queda para o lado e levantei da cama, fiquei na dúvida se estava fora do corpo pois estava muito igual. (normal, sempre faço isso).

Fui até o quarto de minha mãe que parecia bem ao lado.

Ela estava deitada, eu cheguei brincando e falei:

MAE, quer ir dar uma voada?

(Nesse momento enquanto escrevo, são 2:50 da manhã, sinto os característicos arrepios pôs projeção.)

Ela vamos, filho vamos!

Ela falou muito feliz.
Aí perguntei: onde quer ir, mãe?

ela falou: EM ALEGRE, sem dúvidas.

Alegre é a cidadezinha no Espírito Santos onde ela nasceu.

Peguei a mão dela e decolei voando com ela numa facilidade impressionante!

Era muito fácil voar! Estávamos acompanhados, com certeza.

A alegria de minha mãe em fazer aquilo era como se fosse uma menina de novo. Mas esbanjava alegria.

Era lindo ver ela feliz.
Brinquei com ela no ar, mostrando as coisas embaixo e falei: Mãe, pense em alegre que os mentores vão nos puxar, não se assuste que vai ficar tudo meio que preto.

E aconteceu. Tudo ficou meio que preto, olhei para ela e ela continuou feliz.

E senti que além de viajarmos para lá, estávamos voltando no tempo, com aparência de Alegre no passado!

Senti claramente isso!

Chegamos a cidade, ela lembrava o nome das ruas.
Eu olhava com ela e falava: olha, essa rua é dali, né?

Aí ela me falou de uma tal de Jaboticabeira, algo assim, claro, árvore de jabuticaba.

Voávamos baixo, e ela queria ir nessa árvore que nunca ouvi ela citar antes.

Falei para ela pensar, que os mentores ajudariam, mas não conseguimos ir não.

Então essa hora ficou meio confuso. Ela pousou e falei: Mãe, temos que voltar, muito tempo fora do corpo podemos não lembrar. Ela: Não, não vamos perder essa oportunidade. E repeti: Mas mãe, a consciência da gente vai se alterar.

Ela não, vamos ali!

E ela chegou num tipo de loja que tinham caixões para vender. Era um vendedor de caixão, que coisa louca!

Nessa hora eu estava ainda bem lúcido, mas percebi que ela não!

E ela sumiu!

E pensei: Pronto, voltou ao corpo! Tenho que voltar agora também!

Pensei no corpo e abri os olhos em catalepsia.

Ainda via o quarto como na hora que vi ela, com portas semi-abertas.
Como se eu estivesse em outra dimensão e o corpo na física, pois era diferente.
Meu queixo batia forte por causa da catalepsia. Se movimentava para lá e para cá procurando o comando do corpo.
Engraçado isso pois sinto isso sempre, o queixo meio que fica solto, parece uma semi-epilepsia.

Até que com muito esforço e sem perder nada de lembrança abri os olhos.

Quer dizer, aparentemente não perdi nada!

Estou aqui acordado e tentando falar com minha Mãe.

Sei que ela vai tomar um susto comigo ligando essa hora.

Mas é preciso, senão ela não vai mais se lembrar!

LIGUEI!

Acordei ela, ela estava sonhando e não se lembra de quase nada, que pena!

Mas era um sonho lúcido.

Mas ela falou que tinha mesmo uma jaboticabeira que gostava de ir, e era bem perto de Alegre (Cidade que fomos), e que ela ia lá às vezes e tinha boas lembranças e que é mesmo um lugar que ela gostaria de ir.
Ela nunca havia me falado nessa jaboticabeira.

Bem, vou voltar a dormir!

De manhã corrijo o texto, sono DUCARAMBA(Pra não falar palavrão).

Paz e luz.

Saulo

Comments 9

  1. Seria tão bom se a gente lembrasse sempre das nossas projeções.
    Será que um dia isso vai acontecer?
    Desde pequena, tenho a mania relembrar meu sonho antes de me levantar.
    Um abraço,meu amigo Saulo.

  2. oi Saulo, poxa q linda essa experiencia!
    quando tiver em sonho lúcido ou projetado, poderia me procurar, tentar me achar..ou coisa assim!
    tem tempo que não consigo nem sonho lúcido nem projeção….mais vou conseguir com toda certeza, já tive várias experiencias, mais de uns anos pra cá, não estou conseguindo mais.
    abraços!!!!

  3. Olá Saulo!

    Me inscrevi no forum mais até agora ñ recebi o e-mail de confirmação de vcs na minha caixa de msm.

    Poderia dar uma mãozinha?
    Brigada!

  4. Caríssimo,

    Belo sonho! Quisera eu ter um sonho assim e me recordar dele com precisão.Minha querida mãe desencarnou faz pouco tempo e só tive um sonho relativamente nítido e outros nem tanto. Também tive desdobramentos e fiquei em estados de consciência semelhantes ao que você descreveu (olhos semi-abertos,caídas para o lado e para baixo e alguns vôos, mas não muito altos).Isso acontecia frequentemente na primeira semana após o desencarne. Atualmente,os sonhos,na minha impressão, tem sido mais amenos e concernentes em aprendizados (lições administradas por guias e mentores, creio eu), dos quais não me recordo com tanta clareza.Tenho a intuição de que ela está também nesses sonhos,mesmo que dela eu não me recorde muito bem. Talvez estejamos frequentando as mesmas ‘aulas’, pois há muito o que aprender. Sou filho único, ainda jovem e a passagem dela tem sido uma prova extremamente difícil para mim, e acredito que para ela também.
    É interessante como, no início, esses desdobramentos nos dão muito medo, mas que, com o passar do tempo, quer-se repetí-los com maior intensidade. Só que essa possibilidade não nos cabe controlar…
    Um forte abraço!

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