Projetado com um grupo grande em Fernando de Noronha

Saulo Calderon Diário Projetivo, Relatos, Relatos Saulo Calderon 5 Comments

Projetado com um grupo grande em Fernando de Noronha

Ontem sofri um assédio danado.
Tem dias que a coisa fica mais intensa no trabalho de divulgação, nada anormal, mas a gente simplesmente acalma a mente e confia nos amigos espirituais…
Fiquei quietinho e fui deitar cedo.
Fiz uma pequena técnica só para limpeza de aura, uma exteriorização seguida de uma mobilização básica (movimentação para chegar no EV).

Adormeci enquanto minha esposa ainda estava acordada, inclusive o barulho da TV me perturbou em alguns momentos, mas ela logo desligou!

Lembro-me de acordar semi-lúcido num ônibus onde sabia que estávamos indo em excursão para Fernando de Noronha. O ônibus quase que voava por cima de uma estrada de Barro.
Haviam uns buracos grandes que dava medo, mas ele passava tranquilamente.
Tinham pelo menos 20 pessoas, incluindo alguns guias.

Nessa hora ainda não estava muito bem da lucidez, quando íamos descer eu falei que tinha que voltar para pegar meu chinelo (posso com isso…)

Aí um dos mentores falou com sorriso estranho pra mim: Calma, eu te empresto meu.
Mas aí falei:
Mas o meu é azul e gosto dele!
Ele então disse: o meu é assim mesmo, olha!
E era igualzinho!

Nessa hora olhando o rosto do amigo e percebendo a merda que fazia falei:
Nossa, isso é uma plasmagem, né. Não preciso de chinelo aqui. Ele rindo e olhando para mim falou:
Pois é!
E desci falando: Eu vou é voando, amigo! Agora a lucidez melhorou, valeu!

E saí já volitando baixo e dando umas piruetas no ar.
O grupo estava se divindindo, alguns iam na frente…
Eu fui com o grupo da frente, pois nem todos conseguiam voar. Era uma descida grande. O Ônibus havia ficado num lugar bem no alto e começamos a descer uma estrada para a praia.
Era o local do encontro fora do corpo.
Chegamos até a praia e o mar estava lindo, algumas pessoas brincavam perto da água, outros conversavam. Um pequeno grupo ficou perto de mim enquanto falávamos de lucidez e de como valia a pena todo o esforço para sair do corpo.
O amigo mentor tirou onda comigo falando:
E tem uns que estudam e querem sair do corpo de chinelo, e rimos todos juntos!
Foi um clima bem descontraído naquele paraíso espiritual.
Eu não me lembro de mais nada depois dessa conversa.
Sei que abri os olhos cedinho me sentindo muito bem e lembrando de tudo que falei.
A sensação de liberdade e de conhecimento de outras dimensões é algo que carrego dentro de mim e que dá uma visão e alegria simplesmente única e indescritível!
É muito bom poder aproveitar isso e experiências como essa realmente valem cada esforço!

Quem sabe mais alguém vai se lembrar de algo!
Se você é do GVA, procure analisar suas lembranças dessa noite!
Um abraço,

Saulo

Comments 5

  1. Eu não sei o que os chinelos têm com o mundo espiritual rsrsrs. Eles volta e meia protagonizam alguma situação engraçada.

    Há uma semana eu tive uma experiência menos que quase semi lúcida onde eu saí da cama e quis ir lá fora porta para ver como era o “quintal astral”. Acontece que eu fiquei pensando se eu estava fora ou dentro do corpo e fiquei com medo de sair pra fora descalço.

    Foi eu lá calçar o chinelo, e no processo acabei voltando para o corpo (o chinelo estava bem do lado da cama).

    Ri muito depois rsrs. Muito bacana sua experiência, principalmente pelo sarrinho do mentor.

    Um grande abraço!

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